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Estadão Conteúdo
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Bolsonaro pede estudos para criar ‘zona franca’ na ilha de Marajó

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), havia cobrado no mesmo evento que o governo federal retirasse impostos sobre a região, como já teria feito o governo estadual

3 de março de 2020
20:49
10/01/2020 Cerimônia de Inauguração do Novo Pronto Socorro da
(Santos - SP, 10/01/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro. - Imagem: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, 3, que pediu ao ministro da Economia, Paulo Guedes, estudos para conceder incentivos fiscais para negócios na Ilha de Marajó, no Pará. "Seria algo como uma Zona Franca de Marajó. Tenho certeza que alguma coisa sairá", afirmou o presidente.

A declaração de Bolsonaro foi feita durante lançamento do programa Abrace o Marajó, no Palácio do Planalto. O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), havia cobrado no mesmo evento que o governo federal retirasse impostos sobre a região, como já teria feito o governo estadual.

Bolsonaro voltou a afirmar que a dificuldade para construir o Linhão do Tucuruí, obra que melhoraria o abastecimento de energia na região, é resultado de demarcações "sem responsabilidade" de terras indígenas e quilombolas. Ele disse que as terras foram delimitadas em gestões passadas para atender a interesses estrangeiros.

No evento, Bolsonaro disse que é satisfatório comandar governo "onde toda semana temos boas notícias" e que, em 14 meses, não foi atingido por "denúncia qualquer sobre corrupção". O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), porém, foi denunciado no ano passado por suposto uso de candidaturas laranjas na campanha eleitoral passada.

Abrace o Marajó

Segundo o governo, o programa propõe "melhorar o IDH dos municípios da região" da Ilha do Marajó "a partir da ampliação do alcance e do acesso da população marajoara aos direitos humanos". Foram firmados acordos com BNDES, Caixa e Banco do Brasil.

"Vamos cuidar de preservação (da floresta na região), mas também de quem vive lá e esteve invisibilizado durante séculos. Esse povo vai ser cuidado", disse a ministra da Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

Segundo a ministra, a ideia do governo é "acabar" com a exploração sexual e agressão de mulheres na região. "Mando recado aos agressores de mulheres: acabou para vocês, o barquinho cor de rosa está chegando", disse, referindo-se a um barco que irá circular na região para atender a população.

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