Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Liquidez à economia

BC anunciará medidas de estímulos contra coronavírus hoje, diz Guedes

Uma das medidas já anunciada pelo BC foi redução da alíquota de recolhimento compulsório sobre recursos a prazo de 31% para 25%, liberando R$ 49 bilhões

Banco Central do Brasil
Banco Central do Brasil - Imagem: Shutterstock

Ao anunciar medidas de liquidez que podem ser tomadas pelo governo diante da crise do coronavírus, o ministro da Economia, Paulo Guedes, citou uma medida já tomada pelo Banco Central no mês passado para dar fôlego aos bancos. No dia 20 de fevereiro, o BC editou duas medidas que podem injetar R$ 135 bilhões na economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"BC vai anunciar medidas de liquidez, R$ 135 bi entram em efeito hoje", disse o ministro, após reunião no período da manhã desta sexta-feira, 13, com os presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e do Banco Central, Roberto Campos Netos, que participou por teleconferência.

A primeira das medidas já anunciada pelo BC foi a redução da alíquota de recolhimento compulsório sobre recursos a prazo de 31% para 25%, o que representa a liberação de R$ 49 bilhões no sistema bancário. Essa liberação entra em vigor na segunda-feira, 16.

A outra medida, já valendo desde 2 de março, foi a redução da parcela dos recolhimentos compulsórios considerados no Indicador de Liquidez de Curto Prazo (LCR) dos bancos. Essa medida libera outros R$ 86 bilhões para que os bancos possam emprestar mais.

Apesar da liberação de recursos pelo Banco Central, isso não significa um aumento imediato nas operações de crédito, que dependem da demanda dos tomadores e das estratégias dos bancos. Mas os recursos passam a ficar disponíveis para novas concessões de empréstimos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reformas e harmonia entre poderes

O ministro da Economia voltou a defender a aprovação de reformas pelo Congresso para destravar o crescimento econômico. Ao chegar na sede do Ministério da Economia, ele pregou harmonia entre os poderes Executivo e Legislativo, já que, na avaliação dele, a desarticulação política permitiu a aprovação de uma medida que ameaça o equilíbrio fiscal.

Leia Também

O valor da escassez

Como a China transformou uma joia rara em produto de massa

CANSAÇO GLOBAL

Escala 6X1: se você acha que trabalha muito, espere até ver esta lista

Guedes se referiu à derrubada do veto presidencial a um projeto de lei que eleva o limite de renda para concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que tem custo estimado de R$ 20 bilhões só neste ano.

"Anteontem fomos ao Congresso em um momento complicado, em que foi votada uma medida de R$ 20 bilhões, (fomos) em solidariedade às lideranças políticas", disse ele, em referência aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e ao presidente Jair Bolsonaro.

Na avaliação de Guedes, a derrubada do veto foi uma derrota política de todos, não só do governo, mas também das lideranças do Legislativo. "Vocês viram o efeito que está tendo na economia essa nossa desarticulação política. Esses desentendimentos nossos criam problemas para a economia", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ministério acompanha situação

Em pronunciamento após a reunião interministerial para tratar de medidas sobre o novo coronavírus, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, reforçou as iniciativas divulgadas na noite de quinta-feira pelo Ministério da Economia, sem anunciar novos atos da equipe econômica.

Segundo ele, o ministério comandado por Guedes "acompanha o tema e avalia suas consequências".

O porta-voz afirmou que as iniciativas da Economia priorizam a população mais vulnerável.

Ele citou a antecipação da primeira metade do 13º de aposentados do INSS, a suspensão da prova de vida de beneficiários do INSS - adiantada pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) -, a proposta de redução do limite de taxa de juros para empréstimos consignados em folha de pagamento dos beneficiários do INSS, o desembaraço aduaneiro e a preferência tarifária de uma lista de produtos médico hospitalares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rêgo Barros também lembrou das iniciativas dos bancos públicos. "Os bancos públicos atuarão com R$ 75 bilhões no combate ao coronavírus. Tal recurso será usado para crédito agrícola, capital de giro e crédito consignado", disse o porta-voz.

No período da manhã, após reunião com os presidentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os bancos públicos estão se antecipando e entrando em entendimento com empresas de setores críticos que podem ser atingidos pela crise.

Segundo ele, seriam "R$ 70 bilhões entrando pela Caixa Econômica Federal, se precisar".

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
26 de maio de 2026 - 9:39

JORNADA DE TRABALHO

Pedido de vista adia votação da PEC do fim da escala 6X1

26 de maio de 2026 - 9:39
Lotofácil 3694 e da Lotomania 2928 26 de maio de 2026 - 8:32
25 de maio de 2026 - 15:43
imposto de renda ir 25 de maio de 2026 - 15:04
25 de maio de 2026 - 14:58
25 de maio de 2026 - 11:34
FGTS 25 de maio de 2026 - 11:23
A corrida dos bancos, entre Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3). 24 de maio de 2026 - 16:48
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia