O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Há acordo entre líderes para aprovação, afastando risco de shutdown orçamentário a partir de janeiro
A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, por 444 votos a favor e dez contrários. Falta agora analisar mudanças sugeridas ao projeto.
A proposta prevê como meta fiscal no próximo ano um déficit primário (resultado das receitas menos despesas antes do pagamento de juros) de R$ 247,1 bilhões e a correção do salário mínimo em janeiro dos atuais R$ 1.045 para R$ 1.088.
Após a análise dos destaques, o texto seguirá para o Senado, onde deve ser analisado a partir das 18h.
O texto da LDO aprovado avançou na estratégia de repassar recursos federais diretamente para Estados e municípios, sem fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU).
Ele autoriza as bancadas estaduais a apresentarem emendas ao Orçamento para repasses diretos, possibilidade atualmente prevista apenas para indicações individuais de deputados e senadores.
Batizada de “emenda sem carimbo”, a transferência especial foi criada pelo Congresso no ano passado. Somente em 2020, ano de eleições municipais, os repasses nesta modalidade somaram R$ 592,2 milhões. Os recursos podem ser aplicados em qualquer área e não há exigência legal de prestação de contas ao governo federal.
Leia Também
O parecer da LDO incluiu ainda 59 ações que não poderão ser alvo de bloqueios orçamentários no próximo ano. A medida atende a um pedido de líderes partidários da Câmara e do Senado. Os dispositivos, no entanto, podem ser vetados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.
Entre as ações livres de cortes no próximo ano acrescentadas pelo relator, estão o programa Minha Casa, Minha Vida, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
No ano passado, Bolsonaro vetou todos os dispositivos incluídos pelo Congresso para livrar os bloqueios – os vetos acabaram sendo derrubados pelo Legislativo.
O Congresso decidiu votar a LDO antes de analisar os vetos do presidente da República, Jair Bolsonaro. A decisão, anunciada pela deputada Soraya Santos (PL-RJ), que preside a sessão do Legislativo, tranquiliza o governo e afasta o risco de um shutdown orçamentário a partir de janeiro.
O líder da minoria no Congresso, Carlos Zarattini (PT-SP), pediu a inclusão dos vetos de Bolsonaro na pauta desta quarta-feira e argumentou que esses itens precisam ser analisados antes de projetos orçamentários, como determina a Constituição, o que seria um risco para a LDO.
A Constituição exige que os vetos sejam analisados antes dos projetos orçamentários em sessões conjuntas de deputados e senadores. A Mesa Diretora do Congresso, porém, emplacou uma interpretação argumentando que durante a pandemia de covid-19 as sessões não são conjuntas, mas divididas em duas etapas, uma para a Câmara e outra para o Senado.
A deputada reforçou que a urgência para aprovação da LDO, na última semana de trabalhos do Congresso, se sobrepõe aos questionamentos.
* Com informações da Estadão Conteúdo
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário