O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Quero ter bastante Bolsa brasileira na carteira, e também alguma Bolsa gringa. Quero ter FIIs e REITs, e mais reais do que dólares
Você que já nos conhece há muito ou há pouco tempo sabe que não somos afeitos a previsões financeiras para um próximo ano.
“Não somos afeitos” é, na verdade, um eufemismo.
Rechaçamos previsões financeiras por completo. Não há como fazê-las, são perigosíssimas. Wrong maps.
A única coisa que posso dizer honestamente a você sobre 2021 tem a ver com algo que estou fazendo para mim mesmo, num âmbito profissional e pessoal.
Conforme disse ao Richard poucos dias atrás, me sentiria mal comigo mesmo de começar o ano que vem com uma baixa exposição a ativos de risco brasileiros.
Quero ter bastante Bolsa brasileira na carteira, e também alguma Bolsa gringa. Quero ter FIIs e REITs. Quero ter muito mais reais do que dólares.
Leia Também
Não é rotation trade, é só o bom e velho bullish trade mesmo, com base num “represamento de vontades” durante a pandemia que pode ser extravasado saudavelmente no ano que vem.
Se isso vai dar certo, é outra história. É uma postura naturalmente ousada, bem mais “arrojada” (whatever that means) do que as alocações que escolhi para começar 2019 e 2020, por exemplo.
Então, se eu quebrar a cara com isso, terei que saber encarar o erro de frente.
Isso vale para você também, e para qualquer outro investidor de cabeça adulta. Reconheça suas faltas.
Por menor que seja o custo de oportunidade do CDI ou de eventual upside do dólar, fazer um ano de retorno negativo é sempre muito doloroso; não existe consolo.
No entanto, também não existe martírio. Algumas decisões devem ser julgadas mais pelas premissas disponíveis no momento decisório e menos pelos resultados propriamente ditos.
Sentir dor é uma coisa, estar arrependido é outra coisa, inteiramente diferente.
Posso inclusive considerar saudável um cenário prospectivo no qual sinto as dores do prejuízo, mas sem estar arrependido por ter tomado risco hoje, especialmente se esse é um risco de perda com o qual posso arcar no emocional e no financeiro.
Só quem sabe se eu vou estar feliz ou triste com minha escolha atual é o dezembro de 2021.
Se você quer saber se o Ibovespa vai fechar ano que vem acima dos 130 mil pontos, pergunte ao dezembro de 2021.
Contudo, a depender da resposta, o Ibovespa já fecha em 130 mil pontos em dezembro de 2020 mesmo… vai saber!
Paciência pode ser uma virtude boa para o investidor, mas não é característica típica do mercado.
O mercado sobe quando quiser, na intensidade que quiser.
E você toma risco se quiser também.
Se não quiser, toma o risco de não ter tomado o retorno esperado.
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?