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A discussão de que a bolsa americana está cara rola desde o ano passado, muito antes de alguém sonhar que o mundo viveria uma pandemia.
Mesmo com o coronavírus e seu impacto na receita de várias empresas, o S&P 500, índice que reúne as 500 principais companhias listadas nas bolsas dos EUA, continuou a testar novas máximas em 2020.
As altas foram puxadas por empresas de tecnologia. Não foi à toa. Com todo mundo trancado em casa, quem tem coragem de cancelar a Netflix?
O Goldman Sachs vê espaço para altas ainda maiores na bolsa americana até 2022. Como? O apetite pelo risco continua a ser alimentado pelos juros baixos.
O Matheus Spiess, colunista do Seu Dinheiro, ressalva que o dinheiro do mundo deve procurar alternativas à bolsa americana. Não é confortável para ninguém apostar todas as fichas em um único mercado.
E para onde ele vai?
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Bem, ninguém sabe ao certo. Mas uma pesquisa do Bank of America mostra que os grandes investidores podem ter encontrado um segundo caminho, uma classe de ativos que está descontada em dólar e com potencial de performar acima da média em 2021. Veja na coluna do Matheus qual é essa rota alternativa do dinheiro do mundo e como lucrar com ela.
•O Ibovespa fechou ontem com alta de 1,3%, aos 107.380 pontos, diante da perspectiva de que uma vacina contra o coronavírus está cada vez mais próxima. No câmbio, a recuperação da economia americana e a cautela com o risco fiscal prevaleceram, fazendo o dólar subir 0,88%, para R$ 5,43.
•O que mexe com os mercados hoje? O aparente sucesso das vacinas contra o coronavírus segue impulsionando os negócios nesta terça-feira. O início de uma transição pacífica de poder nos Estados Unidos também cai bem. No Brasil, os investidores seguem apreensivos com a situação fiscal e com a possibilidade de uma segunda onda de infecções pelo coronavírus. As bolsas asiáticas fecharam em alta durante a madrugada. As principais praças europeias e os índices futuros em Wall Street também operam no azul.
• A Ânima Educação anunciou na madrugada de hoje que vai realizar uma oferta primária de ações (follow on) de até R$ 1,135 bilhão para financiar parte da aquisição dos ativos da americana Laureate no Brasil.
•A SulAmérica informou ontem que vai distribuir ações aos acionistas, depois de o conselho de administração aprovar o aumento do capital social no valor de R$ 300 milhões.
• O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, movimentou cerca de R$ 11,8 bilhões na primeira semana de operação.
• O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, planeja nomear a ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Janet Yellen para o cargo de secretária do Tesouro, segundo o “The Wall Street Journal”.
• A vacinação em massa da população contra o novo coronavírus tem potencial para melhorar significativamente as perspectivas de crescimento do PIB mundial, segundo a agência de classificação de risco Moody's.
•O Brasil registrou 302 óbitos e 16.207 novos diagnósticos positivos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados ontem à noite pelo Ministério da Saúde.
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
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