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Uma das coisas mais impressionantes desta pandemia é a resiliência do mercado imobiliário. Estive no sábado passado em uma loja gigante da Leroy Merlin e parecia um shopping na temporada de Natal. Fila, sem vaga para estacionar, corredores lotados... A crise passou longe dali.
Eu precisava trocar 25 sacos de argamassa que comprei errado pela internet. Você tem ideia do transtorno que é fazer isso sem ter carro? Nenhum Uber toparia essa viagem. Por sorte o pedreiro é meu brother e me deu uma carona. Entre carregar e descarregar tudo foram duas viagens e quatro horas no sabadão.
Esse foi só um dos perrengues que passei nas últimas semanas por conta de uma reforma em um imóvel para alugar. Quem já fez obra sabe como é. Sempre aparece uma dor de cabeça.
Esse é um dos motivos pelos quais os fundos imobiliários viraram os queridinhos dos brasileiros nos últimos anos. É um caminho mais simples para investir em imóveis.
Não precisa passar o fim de semana carregando material de construção ou lidar com inquilino para receber um aluguel. E a melhor parte: dá para comprar na bolsa com pouco dinheiro e sem burocracia.
Tem fundo imobiliário de tudo: de shopping, de salas comerciais, de lajes corporativas, de galpão logístico, de papel (que investem em títulos atrelados ao setor, como CRIs) e até fundos de fundos.
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Para te ajudar a escolher qual comprar, o Seu Dinheiro publica todo mês um levantamento dos papéis preferidos das corretoras. A repórter Julia Wiltgen faz um cruzamento de dados e indica os “favoritos entre os favoritos”.
Em novembro dois FIIs empataram no ranking (veja nesta matéria):
O FII do mês é um conteúdo exclusivo do Seu Dinheiro Premium, uma assinatura que custa o valor simbólico de R$ 5 por mês. É um dinheiro que você facilmente recupera com as nossas indicações. Você pode fazer uma degustação sem compromisso de todos os conteúdos por 30 dias neste link.
Se você tem interesse em investir em fundos imobiliários, recomendo fortemente a leitura. Dos quatro fundos indicados no mês passado, três ficaram no azul, apesar do retorno negativo dos mercados no período.
• Ontem, a bolsa brasileira ignorou o sinal negativo em Wall Street e avançou 1,5%, aos 105.070 pontos - maior nível desde julho. O dólar fechou mais um dia praticamente estável, com leve alta de 0,02%, aos R$ 5,3930.
•O que mexe com os mercados hoje? As bolsas internacionais seguem buscando ganhos, ainda refletindo o otimismo com o sucesso da vacina da Pfizer. No entanto, os investidores brasileiros são testados pelos ruídos políticos que chegam de Brasília e a divulgação dos números do varejo de outubro. Durante a madrugada, as bolsas asiáticas fecharam com sinais mistos. Os índices futuros em Nova York e as principais praças europeias exibem altas moderadas.
• O Carrefour, a Braskem e a BR Distribuidora divulgaram seus resultados do terceiro trimestre ontem à noite. Confira os números das companhias.
• A fabricante de computadores e celulares Positivo teve um terceiro trimestre de resultados fortes, com aumento de 455% no lucro. Segundo o diretor financeiro da companhia, a quarentena deu uma mãozinha nas vendas.
• Pioneira no e-commerce, a B2W viu uma valorização de apenas 16,7% nas suas ações neste ano, enquanto suas rivais Magazine Luiza e Via Varejo tiveram altas de 112% e 60%, respectivamente. Para especialistas, o desempenho dos papéis reflete a percepção de que a dona das Americanas.com está perdendo terreno no comércio on-line.
• A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) multou duas gestoras de fundos pela existência de conflitos de interesses em transações para a aquisição de Cédulas de Crédito Bancário (CCBs).
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