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Desde o início da recuperação dos mercados após o pânico do mês de março, os investidores têm temido uma reversão nas medidas de reabertura das economias por conta de uma segunda onda de casos de coronavírus - ou simplesmente de uma piora da primeira onda nos países onde esta ainda não foi controlada.
Ou seja, no pano de fundo dos festejos das bolsas em alta e do retorno do Ibovespa ao patamar dos 100 mil pontos, sempre pairou esse fantasma de que a pandemia não estivesse de fato perto do fim. Muito pelo contrário, em segundo plano, na cabeça dos investidores, ainda rodava o medo do retrocesso e de que o choro e o ranger de dentes ainda fossem durar um pouco mais.
A preocupação com a trajetória dos casos de covid-19 nos Estados Unidos é a mais evidente, mas mesmo com o número recorde de casos registrado na Flórida no último sábado, o Ibovespa conseguia se manter acima dos 100 mil pontos nesta manhã.
Mas se o avanço da doença na costa leste dos EUA não inquietou os mercados, na costa oeste o governo da Califórnia resolveu tomar uma atitude e voltar a impor o fechamento de uma série de atividades comerciais em razão do avanço do coronavírus por lá.
O estado americano que tem um urso na sua bandeira - animal símbolo dos mercados em queda - foi o responsável por fazer as bolsas reverterem o otimismo nesta segunda-feira, levando o Ibovespa a fechar nas mínimas do dia. O Victor Aguiar acompanhou o pregão de hoje e conta todos os detalhes para você.
• As ações da Ambipar estrearam com o pé direito na bolsa, em alta de mais de 18%. O IPO da empresa de tratamento de resíduos movimentou R$ 1,08 bilhão.
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• Vídeos de “influencers” na rede social TikTok falando sobre a criptomoeda Dogecoin acabaram bombando os preços do ativo e acendendo discussões sobre manipulação de mercado.
• Apesar de boa parte dos shoppings paulistas já terem reaberto, o movimento da clientela ainda é baixo. As vendas estão em média 90% inferiores às de antes da pandemia, e há quem já tenha ficado três dias inteiros sem fazer uma única venda.
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