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A crise provocada pela pandemia do coronavírus trouxe consigo uma série de problemas que vão além da saúde. Mas eu me arrisco a dizer que nenhum economista esperava que encerraríamos o ano preocupados com a volta da inflação.
O risco era justamente o contrário. Com o fechamento da economia e a paralisação da atividade, o país chegou a flertar com a deflação, que é igualmente perigosa.
Mas a injeção de dinheiro na veia da população com os programas do governo ajudou a economia a se recuperar mais rapidamente — embora não tenha sido uma retomada em “V” como alardeou a equipe do ministro Paulo Guedes.
O problema é que o remédio trouxe efeitos colaterais, com um forte aumento na procura por bens no momento em que a indústria produzia menos.
O resultado desse descasamento entre oferta e demanda você sente hoje no bolso, com o aumento de preços em uma série de produtos.
A grande dúvida agora é se esse choque da inflação é temporário ou não. Um aumento da taxa básica de juros (Selic) em 2021 pelo Banco Central é quase certo, só não se sabe quando a alta vai começar e de quanto será.
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É por isso que os investidores acompanham de perto a divulgação do Relatório Trimestral de Inflação pelo Banco Central na manha de hoje. Trata-se de uma oportunidade de saber o que se passa “dentro da cabeça” da autoridade monetária.
Enquanto isso, o clima segue positivo no exterior, o que pode contribuir para a bolsa seguir no rali de alta e se aproximar das máximas históricas. A Jasmine Olga conta para você tudo o que deve movimentar os mercados nesta quinta-feira.
•O Ibovespa fechou em alta de 1,5%, aos 117.860 pontos, maior patamar desde 24 de janeiro, após o Congresso Nacional aprovar o orçamento para 2021. O mercado também reagiu positivamente à sinalização do BC dos EUA de que as taxas de juros permanecerão baixas até 2023 e com a expectativa da aprovação um novo pacote de estímulos econômicos. O dólar subiu 0,3%, a R$ 5,10.
• Em mais um sinal de que está cada vez mais recuperada dos efeitos da pandemia, a Azul já projeta operar mais de 90% da sua capacidade doméstica em dezembro, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
• Na disputa acirrada no comércio eletrônico, o Magazine Luiza anunciou ontem uma nova estrutura organizacional, que visa o fortalecimento do marketplace da companhia. Veja como ficou a divisão entre os principais executivos da varejista.
• Na fila de IPOs (oferta pública de ações) para 2021, a Guararapes Painéis entrou com pedido para abrir o capital e lançar as suas ações na B3. Saiba mais sobre a companhia.
• O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou ontem que a campanha de vacinação contra o novo coronavírus poderá começar em fevereiro de 2021 caso os laboratórios cumpram todas as etapas burocráticas até o fim deste ano.
•Enquanto isso, o Brasil ultrapassou a marca de 7 milhões de infectados por covid-19. Nas últimas 24 horas foram registrados 70.574 novos casos e 936 mortes pela doença, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde.
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
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