O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Proibido de sair do país asiático e aparentemente sem passaporte, Ghosn conseguiu escapar para o Líbano a bordo de um jato particular. Fuga em caixa de instrumento musical chegou a ser cogitada
Autoridades japonesas estão investigando, mas ainda não se pronunciaram sobre como Carlos Ghosn, ex-presidente da Renault-Nissan, conseguiu escapar do Japão para o Líbano no dia 30 de dezembro. O executivo havia sido preso no país asiático, mas pagou fiança e estava aguardando julgamento em uma espécie de prisão domiciliar.
Em outras palavras, apesar de gozar de relativa liberdade, ele estava submetido a uma boa dose de vigilância e devia seguir uma série de regras. Entre elas, a proibição de viajar para fora do país.
Além disso, segundo seu advogado Junichiro Hironaka contou à imprensa local, a equipe de defesa do executivo estava com todos os seus passaportes. Carlos Ghosn tem cidadanias francesa, brasileira e libanesa.
Como Ghosn conseguiu sair despercebido do Japão e aparentemente sem documentos ainda permanece um mistério. O que se sabe até agora é que o executivo de fato chegou ao Líbano em um jato particular vindo da Turquia, e que teria entrado no país do Oriente Médio legalmente após apresentar um passaporte francês. As informações são das próprias autoridades de segurança libanesas.
O governo da França negou qualquer conhecimento do caso. Segundo o jornal francês "Le Monde", o jato teria decolado de um pequeno e discreto aeroporto japonês em direção à Turquia.
Já o americano "The Wall Street Journal" citou uma fonte envolvida no plano de fuga, que teria dito que Ghosn teria escapado de sua residência altamente monitorada para o jato particular.
Leia Também
Segundo a emissora de TV japonesa NHK, não há registro da partida de Carlos Ghosn no banco de dados da Agência de Serviços de Imigração Japonesa.
Por meio de seu assessor de imprensa baseado em Nova York, Carlos Ghosn emitiu um comunicado ontem (31) confirmando que deixou o Japão e estava no Líbano.
Na declaração, Ghosn crítica a Justiça japonesa, diz que não fugiu, mas que escapou "da injustiça e da perseguição política".
"Eu estou agora no Líbano e não serei mais refém do manipulado sistema de justiça japonês, onde a culpa é presumida, a discriminação é desenfreada e os direitos humanos são negados, em flagrante desrespeito às obrigações legais do Japão sob o direito internacional e os tratados que deve obedecer. Eu não fugi da justiça, eu escapei da injustiça e da perseguição política. Eu posso agora finalmente me comunicar livremente com a imprensa e pretendo começar na semana que vem", diz a nota.
Beirute apoia o ex-presidente da Renault-Nissan. "Não há planos de tomar medidas contra ele ou sujeitá-lo a ações legais", diz um comunicado da Segurança Geral do país, a força encarregada de administrar as fronteiras.
O Líbano não tem tratado de extradição com o Japão, o que significa que não há certeza sobre se Beirute irá cooperar com Tóquio para uma possível extradição de Ghosn.
Por enquanto, há apenas especulações acerca de como ao certo Ghosn conseguiu escapar. Uma delas, a mais cinematográfica, é de que teria se escondido em uma caixa de instrumento musical de uma banda que teria se apresentado em sua casa.
Outra especulação é de que um governo estrangeiro ou mesmo o próprio governo japonês possam estar envolvidos na fuga, ou que talvez tenham apenas feito "vista grossa", permitindo que o executivo se livrasse de um julgamento potencialmente complicado.
O julgamento de Carlos Ghosn estava previsto para começar em abril, mas foi suspenso após seu desaparecimento.
O executivo foi demitido da Nissan depois que investigações internas da montadora revelaram conduta indevida por ocultação de seu salário quando ele era presidente executivo da empresa, além de uma transferência de US$ 5 milhões da montadora para uma conta na qual ele tinha participação.
Ele enfrenta quatro acusações, incluindo ocultação de renda e enriquecimento irregular. Ghosn nega as acusações. Segundo seus advogados, os promotores conspiraram com funcionários do governo e executivos da Nissan para tentar prejudicá-lo.
Ghosn foi preso pela primeira vez em novembro de 2018, tendo sido solto quatro meses mais tarde, depois de pagar fiança. Em abril, um mês depois de ser libertado, o ex-executivo foi novamente para a cadeia. Após pagar uma segunda fiança, ele deixou novamente a prisão, ainda em abril, tornando-se sujeito a uma série de condições restritivas, entre elas, a exigência de que ele ficasse no Japão.
*Com informações de Estadão Conteúdo, Agência Brasil e NHK.
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais