Menu
2020-03-12T12:59:35-03:00
Victor Aguiar
Victor Aguiar
Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.
Manhã de pânico

Bolsas americanas caem mais de 7% após circuit breaker em Wall Street

A suspensão das viagens entre EUA e Europa desencadeia uma forte onda de pessimismo global e faz as bolsas americanas mergulharem

12 de março de 2020
10:54 - atualizado às 12:59
Bear market: tendência de queda
Bear market: tendência de queda - Imagem: Shutterstock

O tom é de pânico nos mercados globais nesta quinta-feira (12): as bolsas dos Estados Unidos abriram em forte queda e, em pouco tempo, os principais índices acionários bateram os 7% de baixa, acionando o mecanismo de circuit breaker em Wall Street.

Por lá, o botão do pânico paralisou os negócios por 15 minutos. Mas, mesmo depois da reabertura do mercado, o pânico continua dando as cartas por lá: às 13h00, o Dow Jones tombava 8,50%, o S&P 500 tinha baixa de 7,89% e o Nasdaq caía 7,70%.

Investidores reagem com enorme pessimismo ao anúncio de que as viagens entre Estados Unidos e Europa serão suspensas por, no mínimo, 30 dias, de modo a tentar conter o avanço do surto de coronavírus.

Além disso, o mercado se ressente da ausência de medidas econômicas e de saúde pública mais firmes por parte das autoridades americanas — o anúncio de ontem, feito pelo presidente Donald Trump, acabou elevando a tensão dos investidores.

Na Europa, o tom também é amplamente negativo: na Alemanha, o DAX despenca 11,46%; no Reino Unido, o FTSE 100 cai 10,01%; na França, o CAC 40 tem perda de 11,99%.

Na Ásia, o dia também foi de perdas massivas, com os índices do Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Hong Kong e China terminando no campo negativo.

Comentários
Leia também
ENCRUZILHADA FINANCEIRA

Confissões de um investidor angustiado

Não vou mais me contentar com os ganhos ridículos que estou conseguindo hoje nas minhas aplicações. Bem que eu queria ter alguém extremamente qualificado – e sem conflito de interesses – para me ajudar a investir. Só que eu não tenho o patrimônio do Jorge Paulo Lemann. E agora?

análise dos balanços

Juntos, Santander, Itaú e Bradesco têm salto no lucro, mas saúde financeira não tranquiliza mercado

Um contraste fica visível na comparação entre Santander e Itaú, principalmente: o comportamento da margem financeira das operações com clientes

Desmatamento em foco

Varejistas europeus ameaçam boicote a produtos do Brasil por risco à Amazônia

O movimento foi visto como “precipitação” por empresários brasileiros que acompanham dois projetos de lei que tramitam no Congresso sobre o tema

CÉU DE BRIGADEIRO

No pós-Copom, Ibovespa tem tudo para amanhecer com céu azul e sol brilhante

Com o Banco Central fora da cena principal, bolsa brasileira tem tudo para acompanhar o apetite por risco no exterior

Troca de presidência

Carlos Brito vai deixar o comando da AB InBev em 1º de julho

O substituto de Brito no comando da AB InBev também é brasileiro: o engenheiro catarinense Michel Dukeris, que ingressou na AmBev em 1996

primeiro trimestre

TIM anuncia alta de 57,9% do lucro e venda de controle da FiberCo

Receita líquida somou R$ 4,340 bilhões, ligeira alta de 3% sobre igual período do ano anterior

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies