O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A PLOA de 2021 calcula em R$ 1,485 trilhão o limite do teto de gastos para o próximo ano
Após um rombo de quase R$ 800 bilhões neste ano devido aos gastos de combate à covid-19, a equipe econômica encaminhou ao Congresso Nacional uma proposta orçamentária que prevê mais uma sucessão de déficits entre 2021 e 2023 que, somados, representarão um buraco de R$ 572,9 bilhões. No ano que vem, o governo prevê déficit de R$ 233,6 bilhões nas contas do Governo Central, que reúne Tesouro Nacional, INSS e Banco Central.
Em 2022, a projeção é de resultado negativo em R$ 185,5 bilhões. Já em 2023, o rombo será de R$ 153,8 bilhões.
Segundo o Ministério da Economia, os cálculos foram feitos de acordo com "premissas conservadoras de déficits persistentes, porém cadentes, devido ao teto de gastos".
A equipe econômica tem reforçado que ainda há muitas incertezas em relação à reação da arrecadação na retomada após a crise provocada pela pandemia. Por isso, tem usado o teto de gastos (mecanismo que limita o avanço das despesas à inflação) como uma espécie de "superâncora".
A meta fiscal, que é a diferença entre as despesas e receitas, acaba sendo fruto da arrecadação. Na prática, a meta vai flutuar conforme as receitas, enquanto a despesa é dada pelo teto. "Os gastos primários são estabelecidos pelo teto de gastos que funciona como âncora da política fiscal de médio prazo", diz a Economia.
O governo reforçou que os gastos da pandemia ficarão restritos a 2020. "Com reformas implementadas - tributária e administrativa - a economia pode responder com ganhos de produtividade. Com maior crescimento, haverá aumento da receita primária. Os ganhos de arrecadação se reverterão para redução dos déficits primários estimados", afirma a pasta.
Leia Também
As previsões de resultado para o setor público consolidado são todas negativas, com rombos de R$ 237,3 bilhões em 2021, R$ 184,4 bilhões em 2022 e R$ 152,6 bilhões em 2023. As contas do setor público incluem o Governo Central, estatais e Estados e municípios.
No caso das estatais federais, os cálculos apontam para déficits de R$ 4,0 bilhões em 2021, R$ 4,2 bilhões em 2022 e R$ 4,5 bilhões em 2023. Já Estados e municípios devem ter superávit de R$ 0,2 bilhão em 2021, R$ 5,3 bilhões em 2022 e de R$ 5,7 bilhões em 2023.
O PLOA de 2021 apresentado pelo Ministério da Economia considera uma projeção de receita primária total R$ 1,560 trilhão no próximo ano, abaixo dos R$ 1,671 trilhão estimado na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviada ao Congresso em abril. A última avaliação bimestral de 2020 apontava receitas totais de R$ 1,456 trilhão para este ano.
Já a previsão de receita líquida - livre de transferências - está estimada no PLOA em R$ 1,283 trilhão em 2021, ante R$ 1,380 trilhão na LDO. Para 2020, a projeção atual é de R$ 1,195 trilhão.
De acordo com o PLOA 2021, as despesas totais devem chegar a R$ 1,516 trilhão no próximo ano, ante R$ 1,530 trilhão estimado em abril. Em 2020, com os gastos emergenciais para o enfrentamento da pandemia de covid-19, os gastos totais estão estimados em R$ 1,982 trilhão.
Do total de despesas, porém, apenas R$ 92,052 bilhões se referem às despesas discricionárias - como custeio e investimentos -, chegando a R$ 96,052 bilhões, quando computados R$ 4 bilhões referentes a aumento de capital das estatais federais. Neste ano, a projeção para o gasto discricionário total é de R$ 115,079 bilhões.
O PLOA também prevê que as receitas com concessões e permissões chegarão a R$ 5,240 bilhões em 2021, ante R$ 4,748 bilhões previstos para este ano. Já as receitas com royalties sobre a exploração mineral devem somar R$ 60,034 bilhões no próximo ano, ante R$ 57,329 bilhões em 2020. O governo espera ainda receber R$ 9,736 bilhões em dividendos em 2021, ante R$ 6,038 bilhões neste ano.
A proposta orçamentária ainda considera despesas de R$ 704,416 bilhões com benefícios previdenciários em 2021, ante R$ 677,181 bilhões em 2020. O gasto com pessoal deve alcançar R$ 337,345 bilhões no próximo ano, ante R$ 324,793 bilhões neste ano.
Já a conta de subsídios e subvenções tem estimativa de R$ 14,018 bilhões em 2021, ante R$ 48,698 bilhões em 2020 - valor inflado por medidas de enfrentamento à covid-19, sobretudo no mercado de crédito. O PLOA 2021 inclui ainda despesas de R$ 16,344 bilhões com emendas impositivas, ante R$ 15,397 bilhões previstas para 2020.
Os investimentos ficarão em R$ 28,665 bilhões em 2021, ante R$ 18,285 bilhões neste ano.
A PLOA de 2021 calcula em R$ 1,485 trilhão o limite do teto de gastos para o próximo ano. O valor, que define quanto o governo poderá gastar, é calculado com base no teto de 2020 e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos 12 meses encerrados em junho deste ano.
Para o poder executivo, o limite será de R$ 1,421 trilhão e, para os demais poderes, de R$ 64,332 bilhões.
O PLOA de 2021 ainda prevê uma insuficiência de R$ 453,715 bilhões para o cumprimento da regra de ouro no próximo ano. Esse é o valor de despesas previstas na peça orçamentária que estão condicionadas à aprovação de um novo crédito suplementar pelo Congresso Nacional em 2021.
Entre as despesas condicionadas à aprovação de crédito suplementar em 2021 estão R$ 272,153 milhões em benefícios da Previdência, R$ 119,233 bilhões em gastos com pessoal, R$ 15,114 bilhões em sentenças de custeio e capital e ainda R$ 14,291 bilhões da complementação da União no Fundeb.
O PLOA ainda condiciona R$ 21,025 bilhões em despesas de custeio e investimentos à aprovação de um novo crédito suplementar.
Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações
Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026
As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações
Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.
Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master
Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor
Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro
Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional
Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC
Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano
Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.
Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição
Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado
Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque
Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026
Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Reajuste de 6,79% entra em vigor em janeiro; os pagamentos com o valor reajustado seguem o calendário oficial do INSS
O BC entrou com um embargo de declaração no TCU, para questionar a decisão de investigá-lo no processo de análise do Banco Master; veja qual o risco da liquidação ser revertida