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Um buraco na estrada do céu

Uma súbita perda de altitude, seguida por uma forte turbulência, me pegou durante um voo com a família para a Europa, em 2015. Eu já havia passado por instabilidades do tipo antes, mas essa foi a primeira sem o aviso prévio do piloto. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Éramos 20 pessoas entre […]

Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Uma súbita perda de altitude, seguida por uma forte turbulência, me pegou durante um voo com a família para a Europa, em 2015. Eu já havia passado por instabilidades do tipo antes, mas essa foi a primeira sem o aviso prévio do piloto.

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Éramos 20 pessoas entre adultos e crianças que partiam para celebrar as bodas de ouro dos meus sogros. No breve e ao mesmo tempo interminável período em que a aeronave sacolejou, eu só conseguia imaginar as manchetes que os jornais estampariam no caso de uma tragédia.

Depois do incidente, a comissária de bordo percorreu os corredores para tranquilizar os passageiros. Ao notar minha sobrinha um tanto assustada, ela parou para explicar que os aviões, tal como os carros, voam por “estradas” no céu. E que às vezes essas estradas têm buracos, nem sempre visíveis ao piloto.

Em dias de queda mais forte da bolsa como hoje, também me sinto na obrigação de fazer o papel de comissário de bordo. Estamos, sim, atravessando uma área de instabilidade, provocada pelas incertezas no campo político aqui e nos países vizinhos.

Fenômenos do tipo fazem parte do plano de voo da bolsa, um clássico investimento de risco. A diferença é que as turbulências são pouco previsíveis e provocam uma rápida perda de altitude.

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Com a queda de hoje, o Ibovespa passou a operar no vermelho no acumulado de novembro. Mas não vejo nada, por enquanto, que mude a perspectiva positiva da bolsa, ainda que novos buracos possam surgir pela rota no curto prazo.

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O Victor Aguiar, que comanda a nossa cobertura de mercados, sobrevoa o mapa de riscos e conta para você tudo o que mexeu com o dólar e com as ações.

De mal…

As ações da Yduqs (ex-Estácio, para quem ainda não se acostumou com o nome excêntrico) foram um dos destaques negativos do Ibovespa nesta terça-feira. O balanço da empresa de educação que saiu ontem à noite pegou mal entre os investidores. Mas o curioso é que esse pessimismo todo teve poucos fundamentos, pelo menos na visão dos analistas de mercado. O Fernando Pivetti teve acesso aos relatórios sobre o balanço e mostra para você os motivos para acreditar que a Yduqs está melhor do que se espera.

...a pior...

Também jogando no time das maiores quedas estava a Embraer. A fabricante de aeronaves foi outra que decepcionou no balanço do terceiro trimestre com resultados piores do que o mercado esperava. Não bastasse isso, os investidores ainda carregam dúvidas quanto à joint-venture da brasileira com a Boeing, outra empresa que vive momentos para lá de delicados. Confira os principais números e as repercussões de mercado nesta matéria.

...mas vai melhorar

A queda do Ibovespa nos últimos dias pode ter deixado você com um pé atrás. Mas na opinião de quem é pago para administrar recursos, a bolsa brasileira ficou ainda mais atrativa. O Eduardo Campos analisou um levantamento feito mensalmente pelo Bank of America (BofA) com gestores de fundos e mostra os motivos para esse forte otimismo e até que patamar o principal índice da bolsa pode alcançar neste ano.

Enquanto isso, na Justiça…

O Tribunal Superior do Trabalho absolveu o banco Santander de pagar uma indenização de R$ 450 mil à analista que foi demitida por indicar um cenário negativo para os mercados caso a então presidente Dilma Rousseff fosse reeleita em 2014. O caso ficou notório na época e rendeu muita repercussão sobre uma suposta perseguição política à profissional, que estava certíssima em sua análise, aliás. Os detalhes dessa história e da decisão da Justiça você acompanha nesta matéria do Kaype Abreu.

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Dólar a R$ 5?

Parece algo distante, mas para o nosso colunista Fausto Botelho a moeda norte-americana está mais perto de atingir a meia dezena de reais do que muita gente imagina. No vídeo de hoje, o especialista em análise técnica dá detalhes sobre um importante nível de resistência do câmbio e traça cenários sobre o que acontece se ele for rompido. Ah, tem também uma análise da “euforia” que vive a bolsa de Nova York.

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