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Autodeclarado presidente interino da Venezuela apresentou um plano para convencer as Forças Armadas a juntar-se a seu projeto, e pediu à população que saia às ruas amanhã para distribuir a lei de anistia
O presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, autodeclarado presidente interino da Venezuela e reconhecido por parte da comunidade internacional, discursou ontem a uma multidão na Praça Bolívar, em Caracas, e anunciou medidas que seu governo pretende adotar nos próximos dias.
Guaidó apresentou um plano para convencer as Forças Armadas a juntar-se a seu projeto e pediu à população que saia às ruas amanhã para distribuir a lei de anistia entre os militares.
Nicolás Maduro manifestou-se ontem disposto a se reunir com Guaidó para iniciar uma negociação. “Estou comprometido com o diálogo nacional. Hoje, amanhã e sempre estarei comprometido e pronto para ir aonde eu tenha de ir. Eu, pessoalmente, se tiver de me encontrar com esse rapaz irei”, disse em entrevista coletiva, referindo-se a Guaidó.
“Oxalá, mais cedo ou mais tarde, a oposição venezuelana saia da armadilha em que se meteu e abra caminho para um diálogo razoável, sincero, em favor dos interesses da maioria dos venezuelanos”, acrescentou.
Quase simultaneamente, Guaidó assegurou que não se apresentará a um “falso diálogo” com o governo Maduro.
Ao começar seu discurso, Guaidó pediu um minuto de silêncio pela repressão dos últimos dias, que deixou ao menos 26 mortos e dezenas de feridos.
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Ele também autorizou a entrada no país de ajuda humanitária. “Em apenas dois dias, graças à legalidade e ao respeito que conquistamos - o que eles não obtiveram em seis anos -, autorizamos a entrada de ajuda humanitária”, anunciou, citando um valor de US$ 20 milhões.
O país vive uma crise econômica e uma grave escassez de alimentos e remédios.
“Chegou o momento de se colocar ao lado da Constituição, de respeitar o povo da Venezuela. Ponham-se ao lado do povo da Venezuela. Vocês terão nos próximos dias um teste importante: vão permitir a entrada da ajuda (humanitária)?”, afirmou, em desafio às Forças Armadas.
Guaidó disse que seu governo não permitirá o roubo do dinheiro da Venezuela. “Nas próximas horas obteremos a proteção desses ativos, para o bem da Venezuela. Veremos o que dizem as Forças Armadas quando perceberem que essa ilegalidade que usurpa o Palácio de Miraflores não pode pagar contas e salários.”
O Banco Central da Venezuela tentou ontem retirar US 1,2 bilhão em outro do Banco da Inglaterra, que não autorizou a transação e bloqueou a conta. O montante faz parte de um ativo de US$ 8 bilhões da Venezuela no exterior.
Sob aplausos, Guaidó também pediu aos cubanos que saiam das Forças Armadas da Venezuela e deixem os cargos de decisão.
Para o fim de semana, Guaidó convocou os 335 municípios a fazer grandes assembleias populares para escutar os deputados (de oposição) e se preparar para “uma grande mobilização” a nível nacional na próxima semana.
Ele disse que amanhã especificará qual será o dia do evento. Guaidó desafiou Maduro ao assegurar que a Embaixada dos EUA em Caracas permanecerá aberta.
Sobre a possibilidade de ser detido, Guaidó disse que isso “seria um golpe à Constituição”. Durante a manhã, circularam rumores em Caracas de que Guaidó não compareceria ao ato convocado na noite de quinta-feira, pois o regime chavista se preparava para detê-lo.
O presidente da Assembleia Nacional está considerando pedir a entidades financeiras, entre elas o Fundo Monetário Internacional (FMI), financiamento para seu governo interino, disseram duas fontes ligadas a ele.
O FMI evita dizer se reconhece Guaidó como presidente interino da Venezuela, mas Alejandro Werner, diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental, afirmou que o fundo acompanhará a posição de seus Estados-membros. Os americanos nomearam ontem o ex-diplomata Elliott Abrams como “emissário” para a Venezuela.
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