Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Após restrições sobre aço nos EUA e Europa

Governo Bolsonaro prepara reação à batalha comercial

Governo Bolsonaro deve aproveitar Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, para se aproximar de exportadores

Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante entrevista para o jornal do SBT
Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante entrevista para o jornal do SBT - Imagem: Alan Santos/PR

Com a imposição de restrições à compra do aço brasileiro pela União Europeia, o governo de Jair Bolsonaro prepara a reação à sua primeira batalha comercial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das ideias é aproveitar o Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça) na próxima semana para se aproximar de outros exportadores do insumo prejudicados pela medida e organizar uma ação em conjunto contra as barreiras europeias.

De acordo com fontes do governo, o Brasil poderá procurar inclusive a China, maior produtora e exportadora mundial do produto. Isso mesmo depois de críticas feitas pelo presidente Bolsonaro na campanha e dos elogios aos Estados Unidos, país que desencadeou uma guerra comercial contra os chineses que começou, justamente, com sanções contra a venda de aço.

O Brasil também pretende recorrer a mecanismos multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC). Em um momento em que o Mercosul pretende dar prioridade à negociação de acordo comercial com a União Europeia, o governo brasileiro excluiu retaliações da lista de medidas a serem adotadas em reação às barreiras europeias.

Apesar de já estar organizando a reação, a avaliação do governo é que o volume das exportações brasileiras atingido é pequeno e, com foram impostas cotas para a venda, a indústria ainda está em parte atendida. Segundo o "Estadão/Broadcast" apurou, há no governo quem veja as restrições ao aço como uma “moeda de troca” que pode acabar favorecendo as negociações do acordo entre os blocos sul-americano e europeu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vulnerabilidade

Para o presidente do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes, a decisão da UE já era esperada diante da superoferta global da matéria-prima e da guerra comercial entre China e EUA. “Já prevíamos que isso aconteceria dada essa onda protecionista e claro que todo fechamento de mercado é ruim para a nossa indústria. Nosso grande de vulnerabilidade só aumenta.”

Leia Também

ATENÇÃO ESTUDANTES

Quarta parcela do Pé-de-Meia começa a cair hoje na conta; veja detalhes do benefício do governo

COPA VS TRABALHO

Bolsa de valores, bancos, Pix e rodízio em SP: o que abre e o que fecha por causa do jogo da seleção brasileira hoje (29)

De acordo com ele, a medida dificulta ainda mais uma possível recuperação da indústria siderúrgica brasileira, que atualmente opera com 70% de sua capacidade instalada, segundo dados do Instituto: “Se estamos com um mercado interno fraco, a saída é exportar, mas também temos dificuldade em fazer isso com essas barreiras. Nossa indústria perde competitividade e não sei o que vai acontecer.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imóveis, vista aérea de prédios na cidade 27 de junho de 2026 - 14:00
26 de junho de 2026 - 9:30
suplemento alimentar anvisa (1) 25 de junho de 2026 - 14:42
Henrique Meirelles 25 de junho de 2026 - 10:44
copa do mundo seleção brasileira 25 de junho de 2026 - 10:10
Logo Wendy´s 24 de junho de 2026 - 15:46
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar