🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Falando em contas públicas

Governo Central tem déficit de R$ 20,372 bilhões em setembro

Resultado reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central.

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
30 de outubro de 2019
16:53 - atualizado às 17:15
Notas de dinheiro
Imagem: Shutterstock

O caixa do governo central registrou um déficit primário de R$ 20,372 bilhões em setembro, o melhor desempenho para o mês desde 2015 na série histórica, que tem início em 1997.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central. Em setembro de 2018, o resultado havia sido negativo em R$ 23,026 bilhões.

O resultado de setembro ficou menos deficitário que a mediana negativa de R$ 23 bilhões das estimativas na pesquisa do Projeções Broadcast, mas ficou dentro do intervalo que ia de déficit de R$ 26,50 bilhões a R$ 18,90 bilhões.

De janeiro a setembro, o resultado primário foi de déficit de R$ 72,469 bilhões, também o melhor desempenho para o período desde 2015. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era negativo em R$ 81,765 bilhões.

Em 12 meses, o governo central apresenta um déficit de R$ 111,8 bilhões - equivalente a 1,57% do PIB. Para este ano, a meta fiscal admite um déficit de até R$ 139 bilhões nas contas do Governo Central.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contas

As contas do Tesouro Nacional - incluindo o Banco Central - registraram um superávit primário de R$ 13,147 bilhões em setembro, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro. No ano, o superávit primário acumulado nas contas do Tesouro Nacional (com BC) é de R$ 92,785 bilhões.

Leia Também

Já o resultado do INSS foi um déficit de R$ 33,520 bilhões no mês passado. De janeiro a setembro, o resultado foi negativo em R$ 165,254 bilhões.

As contas apenas do Banco Central tiveram déficit de R$ 95 milhões em setembro e de R$ 381 milhões no acumulado do ano até o mês passado.

Receitas

O resultado de setembro representa alta real de 5,1% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. Já as despesas ficaram praticamente estáveis, com alta real de 0,2%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano até setembro, as receitas do governo central subiram 1,3% ante igual período de 2018, enquanto as despesas caíram 1,1% na mesma base de comparação.

Regra de ouro

Na publicação das contas, o Tesouro Nacional manteve a projeção de insuficiência para o cumprimento da regra de ouro em 2020. A previsão é de uma insuficiência de R$ 362 bilhões no próximo ano para o cumprimento da regra, que proíbe que o governo se endivide para bancar despesas correntes.

Segundo o órgão, porém, essa insuficiência poderia cair para R$ 159,4 bilhões, com o carregamento de parte da devolução de recursos do BNDES (R$ 40 bilhões) e do superávit financeiro do Banco Central (R$ 162,6 bilhões) deste ano para o próximo.

Despesas

As despesas sujeitas ao teto de gastos subiram para 3,2% no ano até setembro em comparação com igual período de 2018, segundo o Tesouro Nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pela regra, o limite de crescimento das despesas do governo é a variação acumulada da inflação em 12 meses até abril do ano passado. Porém, como o governo não ocupou todo o limite previsto em 2018, na prática há uma margem para expansão de até 9,3%.

Até setembro, todos os órgãos estão enquadrados nos limites estabelecidos para 2019 pela Emenda Constitucional 95.

Perspectivas para o ano

O Tesouro Nacional prevê um déficit primário do setor público abaixo de R$ 100 bilhões (1,4% do PIB) em 2019, ante a meta do ano que permite um resultado negativo de R$ 132 bilhões (1,8% do PIB).

Uma série de fatores influencia na melhora do resultado: a arrecadação esperada com o megaleilão de petróleo do pré-sal, programado para 6 de novembro, o "empoçamento" de recursos repassados aos ministérios, mas não utilizados e que não podem ser remanejados, o atraso no ingresso de Estados no Regime de Recuperação Fiscal (programa de socorro) e o melhor resultado das empresas estatais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em documento, o Tesouro afirmou ainda que a programação de R$ 10 bilhões em capitalização de estatais está bloqueada e não deve ser realizada.

"Como a despesa primária está se aproximando do teto de gastos, a se confirmar novas liberações do Orçamento do ano no próximo relatório bimestral haverá, necessariamente, uma melhora na estimativa do resultado primário do governo central", disse o Tesouro.

Ajuste fiscal diminuiu

Prestes a enviar um amplo conjunto de reformas para revisar gastos do Orçamento, o Tesouro Nacional emitiu um alerta sobre a necessidade de continuar o ajuste fiscal. Estimativas divulgadas pelo órgão mostram que o tamanho do ajuste necessário para colocar a dívida bruta em trajetória de queda está menor, mas isso não é sinal verde para abandonar a agenda de austeridade.

"O tamanho do ajuste fiscal para colocar a dívida pública bruta, em uma clara trajetória de queda, diminuiu", observou o Tesouro. O órgão, porém, recomendou cuidado na análise dos dados positivos. "Não há espaço algum para relaxar no ajuste fiscal, que exige, necessariamente, o cumprimento do teto dos gastos para evitar um aumento da carga tributária", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O documento ressalta ainda que um passo importante foi dado com a aprovação da reforma da Previdência. "Mas faz-se necessária ainda uma reforma administrativa e uma redução do excesso de vinculações no Orçamento", disse o órgão.

As projeções do Tesouro para a dívida mostram que, num cenário de Selic média de 6,59% ao ano e crescimento real médio da economia de 2,44%, um resultado primário equivalente a 0,81% do PIB seria suficiente para reduzir em 10 pontos porcentuais a relação da dívida bruta com o PIB até o final de 2028.

Em 12 meses até setembro, as contas públicas do País registram um rombo equivalente a 1,57% do PIB - ou seja, ainda apresentam um sinal inverso ao superávit necessário para o ajuste. Seria necessário reverter esse déficit e ainda conseguir gastar menos do que a arrecadação o equivalente a 0,81% do PIB.

O Tesouro estima ainda que a dívida bruta termine 2019 em 80,8% do PIB, crescendo até 2022, quando chegará a 81,8%. Depois, entra em trajetória de queda, atingindo 73,5% do PIB em 2028.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um cenário mais benevolente, com juros menores, o tamanho do ajuste é ainda menor. Com Selic média de 5,59% ao ano e um crescimento real médio de 2,44% da economia, o resultado primário necessário para colocar a dívida em trajetória de queda seria de 0,27% do PIB.

O Tesouro destacou que o cenário de inflação benigna, elevada capacidade ociosa, maior liquidez mundial e redução dos juros no mundo tem permitido uma "forte queda" da Selic. Como 20% da dívida brasileira vence em 12 meses e 78% nos próximos cinco anos, a queda dos juros tem repercussão rápida no custo de financiamento da dívida pública.

"Adicionalmente, parte da queda dos juros nos últimos anos parece ser um movimento de queda estrutural da taxa de juros neutra da economia. Se antes muitos analistas estimavam que a taxa de juros real neutra de longo prazo no Brasil era de 6% real ao ano ou mais, hoje muitos analistas estimam que essa taxa de juros esteja cerca de 3% real ao ano, ou até menos. O fato relevante é que esse movimento reduziu as estimativas de resultado primário necessário para colocar a relação dívida pública bruta/PIB em trajetória descendente", afirmou o Tesouro em sumário executivo.

O órgão ainda estima que, para chegar a uma dívida bruta de 70% do PIB em 2028, é necessário um ajuste médio de 0,89% do PIB ao ano. Esse valor é de 1,45% do PIB ao ano para uma dívida de 65%, e de 2,03% ao ano para uma dívida em 60% nesse mesmo horizonte. Já para uma dívida de 75%, o ajuste necessário é menor, de 0,33% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de todas as estimativas, o Tesouro ressaltou que as contas do governo central só devem voltar a ter resultado positivo em 2022 ou 2023.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ÚLTIMAS HORAS

Salário de R$ 22,5 mil: Último dia para se inscrever em concurso com carreira internacional

25 de fevereiro de 2026 - 10:59

Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos

COMO SE DESTACAR

As habilidades que vão colocar profissionais em destaque no mercado de trabalho em 2026, segundo rede social de networking profissional

25 de fevereiro de 2026 - 10:21

Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas

REDUÇÃO DAS TAXAS

Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

25 de fevereiro de 2026 - 9:54

Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%

O QUE ESTÁ NA MESA DA XERIFE

CVM tem 6 investigações em andamento sobre Master, Reag e outras entidades

25 de fevereiro de 2026 - 9:31

Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3620 tem 15 vencedores, mas só um deles fica milionário com o prêmio; Mega-Sena acumula de novo e vai a R$ 130 milhões

25 de fevereiro de 2026 - 6:49

Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.

VALE DA ELETRÔNICA

Essa cidade do interior de Minas Gerais é reconhecida como modelo global de inovação

24 de fevereiro de 2026 - 15:01

Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil

BULA MENTIROSA?

Remédio que combate o colesterol ‘ruim’ tem menos efeitos colaterais do que se imaginava

24 de fevereiro de 2026 - 11:25

Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão

PREPARE O BOLSO

Listagem sugere GTA 6 com preço mais alto do esperado no Brasil; saiba o valor

24 de fevereiro de 2026 - 11:17

Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.

MAPA DA REMUNERAÇÃO

Salários no Brasil variam até 60% de um Estado para outro; veja onde se ganha mais – e menos

24 de fevereiro de 2026 - 9:47

Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3619 tem 5 ganhadores e Quina 6959 sai para vencedor único, mas ninguém fica milionário; Mega-Sena pode pagar R$ 116 milhões hoje

24 de fevereiro de 2026 - 7:19

Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.

INVESTIDOR CAUTELOSO

Renda fixa domina e ações seguem pressionadas: o equilíbrio entre risco e retorno, segundo a Moody’s

23 de fevereiro de 2026 - 19:58

Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis

DE OLHO NA ESTABILIDADE

Concurso em São Paulo abre inscrições com salários de até R$ 10,2 mil; veja vagas

23 de fevereiro de 2026 - 15:35

Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril

SÁMI DE INARI

Ela esteve próxima de se transformar em língua morta, mas foi salva da extinção por um grupo de crianças

23 de fevereiro de 2026 - 15:29

Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção

BOLADA DE R$ 116 MILHÕES

O que fazer com R$ 116 milhões? Veja quanto rende o prêmio da Mega-Sena com a Selic a 15%

23 de fevereiro de 2026 - 14:06

Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores

‘VARÍOLA DOS MACACOS’

Mpox: Doença tem 55 casos confirmados no Brasil; nova variante é detectada no Reino Unido e na Índia; veja sintomas e tratamento

23 de fevereiro de 2026 - 13:21

Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025

LOTERIAS

Com R$ 116 milhões em jogo, Mega-Sena promete maior prêmio da semana, mas Lotofácil acumulada rouba a cena hoje

23 de fevereiro de 2026 - 7:03

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.

VIAJOU NO ESPAÇO?

Centros de dados para IA no espaço? Ideia de Elon Musk é “ridícula”, diz CEO da OpenAI, dona do ChatGPT

22 de fevereiro de 2026 - 15:50

Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar

DEPOIS DO TARIFAÇO

“Com alíquota igual para todos nos EUA, Brasil não perde competitividade”, e ainda tem vantagens, diz Alckmin — veja onde indústria brasileira pode ganhar agora

22 de fevereiro de 2026 - 13:12

A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse

MERCADO DE TRABALHO

Até os empregos mais qualificados podem acabar até 2030 — e o melhor que você pode fazer por si é evitá-los (ou procurar outra coisa)

22 de fevereiro de 2026 - 11:47

Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte

GUERRA COMERCIAL

Governo brasileiro vai insistir no diálogo com os EUA após Trump anunciar tarifa de 15%: “Não queremos nova Guerra Fria”, diz Lula

22 de fevereiro de 2026 - 10:40

“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar