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O Brasil é o paraíso dos rentistas. A frase podia ser de um líder de esquerda, mas saiu da boca do ministro Paulo Guedes, logo no primeiro discurso depois de assumir o cargo.
De fato, o melhor negócio no país nas últimas décadas foi emprestar dinheiro para o governo, que remunera seus títulos com base na taxa básica de juros (Selic).
Se o diagnóstico é parecido, as divergências começam na hora de apontar os responsáveis pelas taxas altas. Muita gente prefere culpar o tal “mercado”, que supostamente pressiona o Banco Central para manter os juros sempre nas alturas.
Essas pessoas deveriam, então, ouvir o que disse hoje o sócio-fundador da SPX Capital, Rogério Xavier. O homem que administra quase R$ 40 bilhões em fundos é o clássico tubarão do mercado e, portanto, interessado em taxas de juros altas, certo? Errado.
Na verdade, investidores como ele podem ganhar tanto na alta como na baixa da Selic, desde que consigam fazer uma leitura correta da conjuntura econômica e se antecipar aos movimentos do BC.
E, ao participar de um evento promovido pelo BTG Pactual, Xavier não só defendeu enfaticamente uma redução da Selic como ainda disse que não entende a postura do BC de esperar a aprovação da reforma da Previdência para mexer nos juros.
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Confira por que o gestor da SPX acredita que já passou da hora da Selic voltar a cair nesta matéria do Kaype Abreu.

Enquanto a queda imediata dos juros é defendida até por grandes investidores no mercado, o presidente do Banco Central mantém firme sua postura de “falcão” – ave que simboliza uma condução mais rigorosa da política monetária. Em uma entrevista coletiva em Brasília, Roberto Campos Neto não se comprometeu com uma queda da Selic nem mesmo no caso de aprovação da reforma da Previdência. O Eduardo Campos esteve hoje na sede do BC e traz os detalhes para você.
O cardápio parecia indigesto para o mercado hoje. Logo na entrada, o adiamento da leitura do relatório do deputado Samuel Moreira na comissão especial da reforma da Previdência, que estava previsto para hoje, levou o Ibovespa para abaixo dos 100 mil pontos. O humor dos investidores melhorou, contudo, quando foi servido o prato quente, com a possibilidade da volta dos Estados e municípios ao projeto de mudanças nas aposentadorias. Confira qual o resultado dessa degustação na nossa cobertura de mercados.
As ações do Pão de Açúcar foram o principal destaque positivo da bolsa hoje, com uma alta de mais de 10%. O motivo foi a grande reestruturação anunciada pelo francês Casino, que controla a rede de supermercados. Os planos incluem a incorporação da colombiana Éxito, que também possui lojas na Argentina e Uruguai. Além dessa força latina, o GPA vai ganhar um reforço e tanto na governança corporativa, o que também agradou o mercado. Quer saber os detalhes desse novo Pão de Açúcar? Então eu recomendo muito a leitura da matéria que o Victor Aguiar escreveu.
Aumentou a parcela de brasileiros que consideram o governo Bolsonaroruim ou péssimo. O percentual, que era de 27% em abril, subiu para 32%, de acordo com pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje. A aprovação da maneira de governar e a confiança no presidente também pioraram. Mas o capitão segue com uma base fiel de seguidores: 32% avaliam o governo como ótimo ou bom, pouco abaixo dos 35% do levantamento anterior. Você confere todos os números do presidente nesta reportagem.
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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