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Temer consegue habeas corpus na Justiça e mercados ainda sofrem reflexos dos desentendimentos entre Maia e Bolsonaro
De todos os argumentos que eu leio e ouço contra as reformas, em particular a da Previdência, um dos mais vazios (para não dizer tolos) é aquele que atribui a realização das mudanças nas aposentadorias aos “interesses do mercado financeiro”.
Por essa lógica torta, o principal objetivo das reformas seria agradar ao tal capital especulativo, e a forte alta da bolsa nos primeiros meses deste ano seria a “prova” disso.
Se tal justificativa fosse verdadeira, ninguém teria ganho dinheiro no mercado durante o governo de Dilma Rousseff. Mas isso não só aconteceu como o lucro foi bem fácil nessa época: bastou comprar dólares e aplicar nos títulos do governo que pagava as taxas de juros mais altas do planeta.
Investir na bolsa é investir nas ações das principais empresas do país. Se o mercado faz isso é porque aposta que o lucro delas vai melhorar junto com a economia. Tudo isso como uma consequência das reformas.
Agora, se a pauta no Congresso realmente degringolar como começou a se desenhar na semana passada, só quem perde é a economia (e todos nós que fazemos parte dela).
Se existe uma beleza no mercado é que ele é capaz de ganhar na alegria e na tristeza. Em outras palavras, um evento potencialmente ruim para a economia pode representar dinheiro no bolso de quem estiver posicionado na ponta contrária.
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E olha que aqui no Brasil ainda não é de praxe “operar vendido”, como acontece, por exemplo, no mercado americano. O nosso colunista Ivan Sant’Anna mostra pra você como é possível ganhar nos cenários de baixa e conta algumas das tacadas que ele próprio deu em momentos-chave da economia e da política.
A hashtag é antiga, mas voltou à baila desde a semana passada. O desembargador Antonio Athié decidiu liberar o ex-presidente da cadeia, quatro dias depois da prisão por determinação do juiz Marcelo Bretas. Junto com ele, também deixarão a cadeia o ex-ministro Moreira Franco e outras cinco pessoas detidas na quinta-feira. O caso está longe de ser concluído, mas Athié trouxe vários argumentos contrários à prisão preventiva de Temer e dos outros acusados, como você pode ler nesta reportagem.

...vem uma nervosa calmaria. O clima nesta segunda-feira entre os operadores da bolsa ficou bastante instável, mas nada que justificasse mais um pregão de forte queda como os dos últimos dias. Com a crise política totalmente indefinida e uma correria do governo para tentar estancar a sangria, os investidores preferiram se manter na defensiva. O Ibovespa passou o dia no sobe e no desce, e acabou fechando em baixa de 0,08%, aos 93.662 pontos. O Victor Aguiar, claro, traz para você tudo o que rolou nos mercados nesse começo de semana.
A autoestima de Paulo Guedes é invejável. Eu mesmo queria ter um pouco dessa confiança do posto Ipiranga de Bolsonaro. O ministro fez um discurso hoje para prefeitos e mostrou plena confiança na aprovação da reforma da Previdência, ao dizer que “não há nenhuma crise” no governo. O Eduardo Campos acompanhou pessoalmente esse discurso lá de Brasília e traz alguns detalhes sobre o apelo que Guedes fez aos prefeitos desse Brasilzão.
Depois de um tumultuado fim de semana trocando farpas com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o presidente Jair Bolsonaro fez reuniões com Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e outros ministros do que se pode chamar de “núcleo duro”, mas não... (leia mais)
Depois de tanto barulho na internet sobre o caso Bettina, nossa diretora de conteúdo Luciana Seabra decidiu convidar Felipe Miranda, CEO da Empiricus, para abrir o jogo sobre todas as polêmicas recentes. Ele fala sobre os negócios da companhia, a posição da Bettina nessa história e a regulação da CVM neste vídeo. Vale muito a pena assistir se você quer entender de uma vez por todas esse caso.
Vários leitores do Seu Dinheiro já me perguntaram se é um bom negócio investir em consórcios. O que eu sempre digo é que, antes de mais nada, consórcio não é investimento. De todo modo, pode ser uma forma interessante (e às vezes mais barata) de se comprar um bem a prazo. Uma fintech da Bahia que acaba de receber um investimento do BNDES se propõe a resolver um dos problemas desse negócio, ao oferecer uma porta de saída para quem deseja sair do consórcio porque não consegue mais pagar as parcelas. Conheça o Bom Consórcio nesta matéria que eu escrevi.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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