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Hotéis mais luxuosos do país apostam em experiências exclusivas, vinhos e charutos raros, além de uma boa dose de romantismo
A ideia de se hospedar em um castelo ou palácio conduz a imaginação, quase imediatamente, a um destino na Europa e traz consigo a imagem de algo grandioso e elegante. As duas últimas características, de fato, são quase indissociáveis, mas é possível encontrar também no Brasil opções de hotelaria de luxo – poucas, é verdade – que fazem jus às referências.
Em Gramado (RS), a bela paisagem do Vale do Quilombo, na Serra Gaúcha, abriga um desses hotéis, o Castelo Saint Andrews, cuja arquitetura é inspirada na cidade histórica da costa leste da Escócia. Apresentado como único “exclusive house” do país, a proposta é oferecer diferenciais antes mesmo de o cliente pisar no local: traslado do aeroporto de Porto Alegre ou das cidades de Gramado e Caxias do Sul com chofer privativo, em carro de luxo, helicóptero ou avião particular.
“Os hóspedes podem contratar a opção mais conveniente”, diz Guilherme Paulus, fundador do Saint Andrews e do Grupo GJP, em entrevista ao portal Seu Dinheiro. “Nossa equipe também fornece toda a orientação necessária para um pouso seguro.”
Considerado 6 estrelas, o Castelo tem mordomos 24h, adega gourmet e serviço de concierge, além de permitir café da manhã com horário livre, servido em qualquer local do hotel e cujo cardápio muda diariamente. Ah, sim, não falta também o tradicional chá da tarde.

São apenas 19 suítes, sendo 11 na ala ‘castle’ e 8 na ‘mountain” – com preços menores. A permanência mínima é de duas noites e, no geral, não são permitidas crianças pequenas, somente a partir de 14 anos. A restrição deixa de existir, porém, em determinados períodos comemorativos, como Carnaval, Páscoa, Dia das Mães, Dia das Crianças e durante o tradicional Natal Luz, um dos pontos altos de Gramado.
Para quem aprecia vinhos, Paulus conta que a adega do Saint Andrews dispõe atualmente de 239 rótulos e quase 1.900 garrafas, entre elas, preciosidades como o Château Mouton Rothschild e o Charmes-Chambertin Grand Cru 2006. Há também safras de Brunello Di Montalcino e edições limitadas do Trebbiano Valentini d’Abruzzo.
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O empresário destaca ainda o cigar lounge do hotel, definido como um ambiente “íntimo e reservado”, para quem gosta de charutos raros, acompanhados, claro, de bebidas premium. “A degustação de um charuto é um momento de apreciação lenta e a harmonização costuma ter a mesma característica”, comenta Paulus.
Outro atrativo são os festivais realizados pelo Saint Andrews ao longo do ano. Para participar, é preciso estar hospedado no fim de semana em que acontece o jantar principal. O evento também é aberto a visitantes, mediante reserva, com o limite de 30 participantes por noite, incluindo hóspedes.
No site do Saint Andrews é possível acompanhar a agenda de festivais. Um deles, o de Trufas Negras, acontece de 15 a 17 de março, com direito a um jantar especial e harmonização de rótulos da adega gourmet. O evento, para hospedagem de duas pessoas na suíte Diamante, a mais cara do Castelo, custa R$ 9,6 mil. Nas mais baratas, Silver e Gold, situadas na ala mountain, o valor fica em R$ 3,6 mil.
O empresário revela que os finais de semana de festivais são justamente os que concentram o maior público do Castelo, tendo registrado uma média de ocupação de 80% em 2018. “Neste ano, devemos atingir 100%, especialmente pela melhora gradativa da economia, perspectivas de novos investimentos no Brasil e ampliação do nosso time de vendas”, afirma Paulus.

Nível de ocupação mais elevado em 2019 é o que também espera a administração do Palácio Tangará, uma opção de hospedagem exclusiva sobretudo para o paulistano que busca “fugir da metrópole” sem ter que deixar a cidade. Localizado na zona Sul da capital, sua principal referência é o enorme Parque Burle Marx, que literalmente envolve o hotel, escondendo a construção do caos urbano e conferindo privacidade aos hóspedes.
Inaugurado em maio de 2017, o hotel tem 141 apartamentos – sendo 59 suítes –, divididos em 13 categorias, todos com mobiliário personalizado e vista para a vegetação do parque. Silvio Araújo, diretor de vendas e marketing do Tangará, conta que em 2018, primeiro ano inteiro de operação, a ocupação média beirou 60%. “Neste ano, devemos ter um desempenho bastante superior.”
Uma das apostas do Tangará é aliar sofisticação a um ambiente acolhedor. “Parece mais uma casa, um apartamento de alto luxo, do que uma suíte de hotel”, diz Araújo. “A ideia é passar a sensação de que as pessoas se mudaram para uma casa durante o período de estadia, com o apoio de uma equipe de hotelaria de luxo.”
Para atingir esse objetivo, o Tangará, assim, como o Saint Andrews, também reforça em seu marketing a oferta de serviços especiais. Stephan Ferreira, gerente de hospedagem do Palácio que agrega o nome de um pássaro colorido, destaca o spa do local, com massagens e banhos terapêuticos, além de tratamentos corporais e faciais. “É algo que você só encontraria em um resort”, afirma.
Embora seja aberto a famílias, tendo inclusive um “kids club” com direito a roupões menores, Ferreira revela que o hotel atrai atualmente mais casais. “Uma boa parte do público entendeu o Palácio Tangará como um lugar de celebrações ou para passar momentos especiais”, comenta o gerente. De acordo com ele, são raros os períodos nos quais não haja comemorações de lua de mel ou de aniversários de namoro e casamento. “Costuma ser um lugar escolhido quando se quer impressionar ou encantar alguém.”

Existe ainda um público que, mesmo envolvo em um ambiente bucólico, não abre mão da academia e, a partir de março, o hotel terá aos finais de semana aulas de yoga e pilates em um de seus amplos gramados. “Muito provavelmente, haverá também um personal trainer”, diz Ferreira.
Araújo conta que, antes da inauguração, a administração do Tangará acreditava que um dos desafios do negócio seria a localização, em meio a um parque com 108 mil metros de vegetação e sendo o único hotel de altíssimo nível “do lado de cá do rio (Pinheiros)”. A experiência, no entanto, provou o contrário, diz ele. “É uma das coisas que mais nos ajuda, pois confere privacidade”, revela, lembrando que parte expressiva das ocupações vem de clientes em viagens a negócio, algo como 40% do total. “Daqui não se enxerga a cidade, o lugar é quieto e até a temperatura é menor.”
Uma simulação de hospedagem também entre 15 e 17 de março sai por quase R$ 50 mil na suíte mais cara do Palácio Tangará, a Grand São Paulo, com o acréscimo da experiência “refúgio romântico”. Isso significa o direito a decoração do apartamento – de nada menos que 279 metros quadrados – com arranjo de flores, café da manhã servido no quarto para duas pessoas (somente na primeira noite), uma garrafa de champagne, 60 minutos de massagem para cada hóspede e um mimo surpresa oferecido pelo chef Felipe Rodrigues. Inclui ainda ‘late check-out’ (até as 17h, ao invés de meio-dia) e estacionamento gratuito com manobrista.
Igual configuração romântica, só que na suíte mais barata do Tangará (a Júnior, com 56 m2), custa pouco mais de R$ 9,1 mil por duas noites, nas mesmas datas de março.

O Castelo Saint Andrews e o Tangará são considerados pela mídia especializada como os únicos 6 estrelas do país – embora este último refute a classificação. “Nunca nos colocamos como 6 estrelas e não é nossa intenção, pois passa a ideia de algo intangível”, diz o diretor de vendas e marketing do Palácio na capital paulista. “É um produto de luxo, 5 estrelas com padrão internacional mais alto”, diz Araújo.
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