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Você já precisou de dinheiro? Eu já. Queria reformar o meu apartamento e não tinha saldo na minha conta suficiente para tirar do papel o projeto da minha casa dos sonhos. "E se eu pegar um empréstimo no banco?", pensei. E assim fiz o que todo mundo faz: fui até a agência do banco, levei um chá de cadeira até finalmente ser chamada para conversar com o gerente.
Ele preenchia inúmeros campos naquela tela preta feia que é comum nos sistemas de bancos para simular as taxas e prazos. Os números que saíam de lá não eram nada favoráveis para mim - e muito bons para o banco.
É uma dura verdade: as taxas do crédito pessoal ainda são muito elevadas no Brasil, mesmo em um contexto em que a Selic está na mínima. A razão falou mais alto do que o desejo de ver a casa pronta rapidamente e desisti de contratar o empréstimo.
O jeito foi cortar gastos para economizar o máximo possível e pedir um pouco de dinheiro emprestado para o meu pai para fazer o essencial da obra. Para não prejudicar o seu Gazzoni, fiz questão de pagar um rendimento compatível com a sua aplicação financeira, um valor bem menor do que a taxa que o Bradescão queria me cobrar.
O restante da reforma eu fiz aos poucos. Isso significa que fiquei um bom tempo com uma cortininha de plástico no banheiro e uma cadeira de praia no lugar do sofá.
A posição de quem empresta dinheiro é, sem dúvida, muito mais confortável do que a de quem precisa de crédito. E se você pudesse mudar de lugar e fazer o papel de banco uma vez na vida?
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Você pode! Diversas empresas precisam de crédito e vão bater na sua porta em vez de pedir para o banco. Elas emitem as chamadas debêntures, que nada mais são do que títulos de dívida vendidos para investidores para financiar projetos e empresas.
É bem verdade que o volume desses empréstimos era minguado no Brasil nos últimos anos. Um dos motivos é que o BNDES estava fazendo o papel de “pai” das grandes companhias. Ninguém conseguia competir com suas taxas camaradas.
Só que o “paitrocínio” do BNDES foi alvo de inúmeras críticas nos últimos anos. A ordem agora é dar um basta no tal do “bolsa-empresário”. Então, prepare-se: as empresas vão bater a sua porta para pedir dinheiro. A Petrobras deve ser a primeira da fila! E pode ser uma boa oportunidade para você ter ganhos maiores na renda fixa e até isenção de imposto de renda.
O Vinícius Pinheiro foi a fundo no tema e te conta aqui por que as debêntures devem ser as estrelas nos investimentos de renda fixa em 2019.
A China divulgou seus dados econômicos para dezembro e eles só devem reforçar os anseios do mercado para uma desaceleração global. O PIB do país cresceu 6,4% no quarto trimestre, menos do que os 6,5% registrados no terceiro trimestre. Olhando a taxa e comparando com a realidade brasileira, o número da China parece um “pibão”. Mas é o pior resultado para o país em 28 anos.

O deputado estadual e senador eleito, Flávio Bolsonaro, decidiu se pronunciar sobre os novos desfechos envolvendo os repasses irregulares de seu ex-motorista, Fabrício Queiroz. Na quinta-feira passada, o caso voltou a ganhar os holofotes depois que o STF suspendeu as investigações. Em entrevista à “Record” ontem, Flávio disse que não teve a oportunidade de esclarecer as movimentações e chamou de “perseguição” a repercussão do caso. Saiba mais
O varejista francês Casino, controlador do Grupo Pão de Açúcar (GPA), se desfez de mais ativos. Desta vez, ele vendeu 26 hipermercados e supermercados na Europa, em um negócio avaliado em cerca de 501 milhões de euros. Por que tudo isso? São as dívidas para pagar, meu caro! Saiba mais

Os dados econômicos da China (que te contei mais sobre aí em cima) só devem reforçar o temor do mercado sobre uma desaceleração global. Com isso, as principais bolsas asiáticas reagiram, encerrando a sessão em alta moderada. Nos EUA, a paralisação parcial do governo (shutdown) completa 30 dias sem um possível desfecho no horizonte. Falando nisso, os mercados não funcionam por lá hoje já que é feriado nacional.
Ainda lá fora, a expectativa é grande para a participação do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, no Fórum Econômico de Davos, na Suíça. No Reino Unido, a primeira-ministra, Theresa May, deve apresentar um “plano B” do Brexit ao Parlamento.
Na sexta-feira, o Ibovespa avançou 0,78%, aos 96.096 pontos. O dólar também encerrou o dia subindo 0,11%, aos R$ 3,75.
Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Um grande abraço e ótima segunda-feira!
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*Colaborou Luis Ottoni
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