O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em 2013, a taxa média de juros que os clientes encontravam no mercado para o chamado crédito livre era de 43,1% ao ano; para 2019, a previsão é de que ela feche o ano em 46,9%
Apesar do cenário econômico mais favorável à oferta de crédito no Brasil, os juros para empréstimos às pessoas físicas ainda não voltaram ao patamar pré-crise no País. Em 2013, a taxa média de juros que os clientes encontravam no mercado para o chamado crédito livre - que envolve cheque especial, rotativo do cartão, consignados, entre outras linhas voltadas para o consumo - era de 43,1% ao ano. No ápice da crise, em 2016, essa taxa chegou a 72%. Para 2019, a previsão é de que ela feche o ano em 46,9%, com o retorno ao nível experimentado até 2013 previsto apenas para 2023, de acordo com dados do Banco Central analisados pela consultoria Tendências.
A taxa básica de juros da economia, a Selic, que chegou a 14,25% ao ano em agosto de 2016, hoje está na mínima histórica de 5%. Nesse período de cortes, praticamente todas as linhas de crédito livre baixaram as taxas. No caso do rotativo do cartão de crédito, uma das modalidades com a taxa mais alta, a queda foi de 475% ao ano para 307,8%. Esses números são ressaltados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), quando questionada sobre o repasse da queda da taxa básica de juros ao consumidor. No entanto, para especialistas, o patamar que os juros alcançaram antes dessas quedas é o problema.
"A questão é que os juros continuam em níveis altos quando a Selic já está em níveis historicamente baixos. Como eles já estavam muito maiores que a taxa básica, teriam de ter caído de maneira mais intensa para compensar", diz Isabela Tavares, economista especialista em crédito da Tendências. Ela explica que, embora as reduções de juros até setembro deste ano não tenham alcançado o patamar de antes da crise, a oferta de crédito por parte dos bancos já alcançou os níveis de 2013.
No mês de setembro, dado mais recente disponível no BC, a oferta de crédito livre às pessoas físicas no País chegou a R$ 1,05 trilhão ante R$ 1,01 trilhão em dezembro de 2013.
Para Isabela, a redução da Selic e o aumento de oferta não repercutiram como poderiam nos juros por razões que envolvem desemprego, inadimplência e pouca competição no sistema financeiro. "Vemos, daqui para frente, as taxas caindo de forma mais gradual. E, a partir do próximo ano, uma queda consistente do spread bancário (diferença entre o custo do dinheiro para o banco, quanto ele paga ao tomar empréstimo, e quanto cobra para o consumidor na operação de crédito)", diz.
Ela cita iniciativas como o cadastro positivo, uma lista de bons pagadores, em vigor desde julho, e o open banking como fatores que podem acirrar a competição entre bancos e pressionar as taxas para baixo. O Banco Central já deu início à implementação do sistema financeiro aberto - open banking. Em fase de discussões, a medida deve proporcionar maior acesso das instituições financeiras às informações dos clientes, o que deve aumentar o oferta de crédito e de juros mais condizentes com o histórico de pagamento de cada contratante.
Leia Também
"O open banking permite ao cliente abrir seus dados para instituições de crédito. Nesse sistema, os dados são do cliente e não dos bancos", diz Isabela. Ela explica que a possibilidade de ter mais informações sobre o histórico dos tomadores de crédito deve levar empresas mais jovens a oferecem taxas de juros melhores.
Na mesma linha, a planejadora financeira da Planejar e professora da Fundação Getulio Vargas Myriam Lund, afirma que "os bancos não têm obrigatoriedade de acompanhar as quedas da Selic, portanto, sobem ou baixam os juros por questões estratégicas. Eles só reduziriam as taxas, se a demanda por crédito diminuísse. Por isso, o estímulo do Banco Central à entrada de fintechs (as startups do setor financeiro) e cooperativas de crédito no mercado é tão importante para aumentar a competição nesse setor".
O economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, afirma que o spread bancário é composto por uma série de fatores que não mudam, necessariamente com a taxa de juros mais baixa. Inadimplência, custos administrativos e tributação são alguns deles.
Cliente mais informado. Para quem precisa de crédito, a saída ainda é a pesquisa. Myriam Lund afirma que as condições dos grandes bancos no oferecimento de crédito são parecidas entre si, por isso, aconselha que quem está em busca de empréstimo faça uma varredura online em todas as possibilidades que bancos, fintechs e cooperativas de crédito oferecem. "Se houver insegurança, basta checar se a financeira está listada no Banco Central." (Colaborou Érika Motoda)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger
Anvisa recolhe produtos de beleza devido a presença de substância proibida e irregularidades
Os repasses do Bolsa Família seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600
Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram
Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.