🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Eduardo Campos

Eduardo Campos

Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.

Na Câmara

Campos Neto: plano é tirar o governo de cena e colocar o setor privado no lugar

Queda do juro longo, reflexo da credibilidade da política econômica, permite fazer uma reinvenção do Estado brasileiro com dinheiro privado

Eduardo Campos
Eduardo Campos
6 de novembro de 2019
10:09 - atualizado às 12:39
Roberto Campos Neto BC
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em audiência na CFT da Câmara dos Deputados - Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Segundo o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a queda das taxas de juros de longo prazo é o movimento mais importante da economia, pois agora temos a possibilidade de fazer uma reinvenção do Estado brasileiro com dinheiro privado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente participa de audiência na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, onde explicou aos deputados que a taxa de retorno de projetos de infraestrutura gira entre 8,5% a 9%. Se a curva de juros de longo prazo está acima disso, não é possível financiar esses projetos com dinheiro privado.

Quando o juro longo era alto, disse ele, vivíamos em um ciclo negativo, com o governo tendo de financiar projetos, elevando a preocupação com a saúde fiscal, que resultava, novamente, em juro altos. Agora, esse ciclo foi quebrado.

Ainda de acordo com Campos Neto, estamos em um momento de crescimento mais lento, mas como ele tem e terá maior participação do setor privado, será um crescimento com melhor qualidade e maior eficiência.

Selic

Sobre a condução da política monetária, Campos Neto apenas repetiu a mensagem de que o cenário prescreve taxa de juros estimulativa e que a consolidação de um cenário benéfico para a inflação permitirá um ajuste adicional na Selic. Ampliando a transparência, disse ele, o Copom disse que esse ajuste deve ser de igual magnitude do corte anterior, de meio ponto percentual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sobre inflação, o presidente disse que ela está "baixa, controlada e rodando abaixo da meta". Além disso, as expectativas dos agentes de mercado estão todas ancoradas nas metas para os próximos anos.

Leia Também

Essa queda da inflação, reconheceu Campos Neto, é um fenômeno amplo no mundo e "isso nos permite fazer movimento de queda de juros mais eficiente"

Ainda de acordo com o presidente, a queda de juros está fazendo as pessoas a repensarem seus investimentos, com maior demanda por investimentos em bolsa e debêntures, por exemplo.

"Para o rentista, que vive de financiar o governo, está mais difícil", disse, complementando que a ideia é essa mesmo, reduzir cada vez mais a necessidade de financiar o governo, para que outros projetos tenham recursos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Autonomia

Para defender o projeto de autonomia do Banco Central, Campos Neto apresentou um gráfico sobre o caso argentino e como a intervenção no BC de lá foi o “começo do fim”.

Perguntas e respostas

Campos Neto fez uma longa apresentação, de cerca de um hora. Nas perguntas, sem novidades, questionamentos sobre juros bancários, concentração, compulsórios (um deputado quer usar para construção civil) e reservas internacionais.

Sobre compulsórios, parcela de recursos que os bancos deixam depositadas no BC, Campos Neto explicou que não basta liberara esse recursos, temos de ter condições de mercado para que o dinheiro vire crédito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano, o BC fez duas reduções que resultaram em R$ 20 bilhões liberados, mas apenas R$ 5 bilhões viram crédito, os R$ 15 bilhões estão em outras operações, como as compromissadas. Além disso, Campos Neto falou que o BC não pode, simplesmente pegar o dinheiro dos compulsórios, são recursos das instituições e seus correntistas.

No segundo bloco, Campos Neto fez um afago aos congressistas, dizendo que quem possibilitou juro abaixo de dois dígitos foram os deputados. "Se não tivesse votado teto de gastos e reforma da previdência não teria condições. Parabenizo a Casa bastante reformista", disse.

Na sequência, Campos Neto disse que quanto mais disciplinado fiscalmente, mais investimentos, mais credibilidade e mais fácil será essa reinvenção com o mundo privado.

"Ter tudo no mundo público nos custou muito caro. As empresas tinham uma agenda voltada a estar em Brasília, para ter negócios com o governo. O chefe das empresas deveria ser o consumidor", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao comentar sobre câmbio, Campos Neto, explicou que para o BC o que importa é como a taxa de câmbio influencia o canal das expectativas. Neste ano, ressaltou o presidente, tivemos um fato praticamente inédito, com o dólar subindo e a inflação caindo. Além disso, tivemos queda no risco-país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

LENDA DO MERCADO

Dólar a R$ 4,40, ou dívida acima de 80% do PIB: o alerta de Stuhlberger para 2026

27 de janeiro de 2026 - 14:42

Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira

POLÍTICA MONETÁRIA

Quando o Copom vai começar a cortar a Selic? O que dizem os economistas que esperam ajuste nesta semana e os que só veem corte em março

27 de janeiro de 2026 - 12:02

A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira

JATINHOS, FESTAS MILIONÁRIAS E MAIS

A vida de rei vivida por Daniel Vorcaro enquanto o Banco Master crescia às custas do FGC

27 de janeiro de 2026 - 9:01

Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil abre semana com novo milionário, mas Dupla Sena paga maior prêmio da noite ao sair pela 1ª vez em 2026

27 de janeiro de 2026 - 7:03

Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Temporada de balanços do 4T25 se aproxima: confira as datas das divulgações e teleconferências das principais empresas da B3

27 de janeiro de 2026 - 6:00

As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas

SEGURANÇA ALIMENTAR

Depois da Nestlé e da Lactalis, mais uma gigante faz recall de fórmula infantil por risco de contaminação

26 de janeiro de 2026 - 14:38

Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina

VAI TER FOLGA?

Calendário de fevereiro de 2026: Carnaval é feriado? Veja as datas e quem tem direito à folga

26 de janeiro de 2026 - 12:20

Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores

IMPLOSÃO

Torre Palace: do primeiro hotel de luxo de Brasília à implosão no coração do poder

26 de janeiro de 2026 - 12:08

Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares 

CORRAM PARA AS COLINAS

Ouro ultrapassa US$ 5.120 e atinge recorde em corrida por proteção; ainda vale investir?

26 de janeiro de 2026 - 12:07

Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%

SE A MODA PEGA

Leis municipais proíbem mais de uma pessoa na mesma moto — e o motivo envolve segurança

26 de janeiro de 2026 - 10:15

Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país

NA MIRA DA PF

Banco Master, BRB e bilhões sob suspeita: quem a PF vai ouvir na nova fase da operação que investiga o banco de Daniel Vorcaro

26 de janeiro de 2026 - 9:38

Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?

7 ANOS APÓS BRUMADINHO

Vale (VALE3): extravasamento de água e lama em Minas Gerais atingiu unidade da CSN Mineração (CMIN3), que se mantém funcionando

26 de janeiro de 2026 - 9:12

A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho

TECNOLOGIA

IA no sistema financeiro: investimentos recordes e o desafio do Banco Central de regular sem travar a inovação

25 de janeiro de 2026 - 18:02

Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central

NO RADAR DOS ANALISTAS

Preço baixo e retorno alto: por que a XP recomenda a compra deste fundo imobiliário

25 de janeiro de 2026 - 16:45

Fundo imobiliário negocia com 15% de desconto e pode se beneficiar da retomada dos FIIs de tijolo

HÁ TRÊS DÉCADAS

O dia em que um experimento meteorológico quase terminou em guerra nuclear completa 31 anos

25 de janeiro de 2026 - 7:15

25 de janeiro de 1995 por pouco não impediu que o Brasil fosse pentacampeão mundial de futebol, entre outros acontecimentos das últimas três décadas

DO FGC AO BRB

Crise de liquidez, não fraude: a versão de Daniel Vorcaro sobre o colapso do Banco Master — e o impacto para o BRB

24 de janeiro de 2026 - 17:12

Em depoimento à PF, controlador diz que o banco sempre operou ancorado no FGC, com ciência do BC, e que a crise de liquidez começou “quando a regra do jogo mudou”

BOMBOU NO SD

Academia “all-inclusive” da maromba, Lotofácil sem novos milionários, INSS fora do ar e pagamentos atrasados da Fictor: o que bombou nesta semana

24 de janeiro de 2026 - 14:28

Academias de alto padrão e loterias da Caixa Econômica foram destaque no Seu Dinheiro, mas outros assuntos dividiram a atenção dos leitores; veja as matérias mais lidas dos últimos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar