O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
José Júlio Senna acredita que existe algum exagero na confiança de que a reforma trará a solução para todos os problemas econômicos
O professor e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) José Júlio Senna, disse nesta quinta-feira, 23, que existe algum exagero na confiança dos mercados e dos economistas de que a reforma da Previdência trará a solução para todos os problemas econômicos brasileiros. Ele participou do Seminário Ibre/Estadão - Perspectivas 2019.
De acordo com o professor, no dia seguinte à aprovação da reforma previdenciária os empresários continuarão com os entraves ao crescimento. "Reforma da Previdência não é tudo. Os entraves ao crescimento seguirão", disse Senna.
Para ele, falta mais atenção do governo aos verdadeiros entraves de demanda agregada.
Senna defendeu ainda que o Banco Central (BC) mantenha a taxa básica de juros, a Selic no atual nível de 6,5% ao ano. O economista rebateu as avaliações segundo as quais o BC deveria reduzir a Selic para estimular a demanda agregada.
"Taxa de juros não é mais o entrave ao crescimento", disse o professor, para quem a saída para a expansão da economia não se dará pelo estímulo da demanda. Mesmo porque, de acordo com ele, não há mais problemas cíclicos no Brasil. "Estamos estagnados há quarenta anos. Nosso problema não é cíclico."
Para ele, o BC não é "o Pelé que vai resolver o jogo".
Leia Também
O professor afirma que o Brasil deveria fazer como fazem Estados Unidos e Europa, que estabelecem uma meta de inflação, um número e os BCs se viram e correm atrás de cumpri-la. "Não existe centro de meta. Existe meta", disse.
A economista-chefe do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Sílvia Matos, também no evento Ibre/Estadão, afirmou que o câmbio tem se desvalorizado por motivos externos, mas que tem perdido mais para o dólar de que outras moedas por conta de problemas internos de ordem política que têm dificultado a tramitação da proposta da reforma previdenciária.
De acordo com ela, num cenário alternativo mais pessimista em que o CDS atingisse 366 pontos o dólar subiria a R$ 4,62 em 2019 e a R$ 4,80 em 2020.
Sílvia diz que, para que o dólar volte a um nível razoável, o risco País teria que recuar. Num cenário otimista, com o CDS em 208 pontos o dólar fecharia em R$ 3,58 em 2019 e em R$ 3,68 no ano que vem.
Sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a economista prevê um crescimento de 1,4% para o fechamento do ano.
Segundo ela, a estabilidade do PIB no primeiro trimestre representa uma perda de mais ou menos 2% no volume de investimentos.
Além disso, segundo a economista, a queda das exportações para a Argentina deve tirar 0,1 ponto porcentual do PIB brasileiro.
Para a inflação, Sílvia Matos prevê uma taxa de 4,1% para 2019. "A inflação acelerou para fechar o ano em 4,1%. E é bom lembrar que os núcleos inflacionários estão comportados, mas não estão caindo", disse a economista.
Fiat Strada lidera o ranking como carro mais vendido pelo quinto ano seguido; volume em 2025 supera a população da maioria dos municípios brasileiros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil
Gigante da Vila Industrial, estádio do Primavera, ganhou novo gramado Tahoma 31, utilizado em competições internacionais e previsto para a Copa do Mundo de 2026
Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, Trump encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell
Segundo a Caixa, o próximo sorteio acontece na terça-feira, dia 13 de janeiro, e quem vencer pode levar essa bolada para casa
Com Mega-Sena, Lotofácil e Quina acumuladas, loterias colocam R$ 23 milhões em jogo neste sábado (10)
Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor
Dados do FipeZap mostram que Vitória lidera entre as capitais em preço médio de venda; história, geografia limitada e qualidade de vida ajudam a explicar o fenômeno
Pequenas e médias empresas ganham acesso ao mercado europeu, mas também precisarão lidar com maior concorrência em solo nacional
Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações
Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026
As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações
Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.
Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master
Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor
Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro
Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional
Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC