🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Falta mais o que?

Reforma da Previdência não é tudo e entraves seguirão, diz economista

José Júlio Senna acredita que existe algum exagero na confiança de que a reforma trará a solução para todos os problemas econômicos

Crise no Brasil
Crise no Brasil - Imagem: Shutterstock

O professor e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) José Júlio Senna, disse nesta quinta-feira, 23, que existe algum exagero na confiança dos mercados e dos economistas de que a reforma da Previdência trará a solução para todos os problemas econômicos brasileiros. Ele participou do Seminário Ibre/Estadão - Perspectivas 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o professor, no dia seguinte à aprovação da reforma previdenciária os empresários continuarão com os entraves ao crescimento. "Reforma da Previdência não é tudo. Os entraves ao crescimento seguirão", disse Senna.

Para ele, falta mais atenção do governo aos verdadeiros entraves de demanda agregada.

Selic

Senna defendeu ainda que o Banco Central (BC) mantenha a taxa básica de juros, a Selic no atual nível de 6,5% ao ano. O economista rebateu as avaliações segundo as quais o BC deveria reduzir a Selic para estimular a demanda agregada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Taxa de juros não é mais o entrave ao crescimento", disse o professor, para quem a saída para a expansão da economia não se dará pelo estímulo da demanda. Mesmo porque, de acordo com ele, não há mais problemas cíclicos no Brasil. "Estamos estagnados há quarenta anos. Nosso problema não é cíclico."

Leia Também

TOUROS E URSOS

O futuro da Selic: O que está impedindo a queda dos juros no Brasil? Uma entrevista com Roberto Padovani, do Banco BV

AGÊNCIAS FECHADAS

Greve na Caixa: como ficam o Bolsa Família, o Pé-de-Meia, o Gás do Povo e os benefícios do INSS durante a paralisação dos bancários

Para ele, o BC não é "o Pelé que vai resolver o jogo".

O professor afirma que o Brasil deveria fazer como fazem Estados Unidos e Europa, que estabelecem uma meta de inflação, um número e os BCs se viram e correm atrás de cumpri-la. "Não existe centro de meta. Existe meta", disse.

Sílvia Matos

A economista-chefe do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Sílvia Matos, também no evento Ibre/Estadão, afirmou que o câmbio tem se desvalorizado por motivos externos, mas que tem perdido mais para o dólar de que outras moedas por conta de problemas internos de ordem política que têm dificultado a tramitação da proposta da reforma previdenciária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com ela, num cenário alternativo mais pessimista em que o CDS atingisse 366 pontos o dólar subiria a R$ 4,62 em 2019 e a R$ 4,80 em 2020.

Sílvia diz que, para que o dólar volte a um nível razoável, o risco País teria que recuar. Num cenário otimista, com o CDS em 208 pontos o dólar fecharia em R$ 3,58 em 2019 e em R$ 3,68 no ano que vem.

Sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a economista prevê um crescimento de 1,4% para o fechamento do ano.

Segundo ela, a estabilidade do PIB no primeiro trimestre representa uma perda de mais ou menos 2% no volume de investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, segundo a economista, a queda das exportações para a Argentina deve tirar 0,1 ponto porcentual do PIB brasileiro.

Para a inflação, Sílvia Matos prevê uma taxa de 4,1% para 2019. "A inflação acelerou para fechar o ano em 4,1%. E é bom lembrar que os núcleos inflacionários estão comportados, mas não estão caindo", disse a economista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bomba de combustível diesel e gasolina 9 de setembro de 2026 - 19:15
Chuva forte em São Paulo 9 de setembro de 2026 - 16:02
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar o projeto da OpenAI, dona do ChatGPT, para Wall Street. 9 de setembro de 2026 - 15:04
ID da foto:1275677842 9 de setembro de 2026 - 10:10
Fim do feriado 7 de setembro. 8 de setembro de 2026 - 6:42
Eugenio Trifonov, russo que se mudou para Santa Catarina e se tornou confeiteiro da Kiss my Cake 6 de setembro de 2026 - 9:00
Confira quais números saíram mais e menos vezes desde a primeira edição da Lotofácil da Independência e se vale apostar neles para tentar o prêmio milionário de R$ 220 milhões 6 de setembro de 2026 - 7:10
Investment And Finance Concept - Gold Trophy Sitting On Yellow Financial Graph Background 5 de setembro de 2026 - 9:00
Gás do Povo Foto: Roberta Aline/ MDS 4 de setembro de 2026 - 5:24
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar