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Hora da comissão especial

Discussão sobre reforma poderá ser de ’30, 40 ou 60 dias’, diz Marinho

Marinho comentou ainda que, na sua opinião, 10 sessões da comissão especial seriam suficientes, mas o número é menor que o obrigatório pelo regimento

Rogério Marinho, secretário Especial de Previdência e Trabalho
O secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o cronograma de tramitação da reforma da Previdência será definido pelo relator Samuel Moreira (PSDB-SP) e que a discussão poderá ser de "30, 40 ou 60 dias". "O cronograma é do relator, o calendário será definido hoje", afirmou.

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Marinho comentou ainda que, na sua opinião, 10 sessões da comissão especial seriam suficientes - o mínimo pelo regimento são 11 sessões - mas que isso também será definido pelo Congresso Nacional.

"A discussão na Comissão Especial tem que ser de mérito, a pauta econômica aguarda aprovação da reforma para ir ao Congresso Nacional", afirmou o secretário. "A sociedade espera que haja amadurecimento da nossa classe política e que façamos ajuste fiscal."

Para ele, tanto a percepção da população quanto dos parlamentares mudou em relação à necessidade da reforma da Previdência. "A postura do Congresso agora é propositiva, o clima é de colaboração."

Marinho voltou a dizer que defenderá no parlamento a integralidade da reforma e pediu que a oposição não faça "oposição por fazer". "Chegou a hora da oposição falar qual é seu projeto", completou.

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Ele repetiu que, apesar de todos serem impactados com a reforma, o efeito é menor para os mais pobres. "Quem tem mais, paga mais."

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