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Segundo ministro, que falou ao lado de Bolsonaro, o Brasil é prisioneiro de uma armadilha de baixo crescimento
Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que com a aprovação da reforma da Previdência, o Brasil retoma seu caminho de crescimento econômico sustentado.
“O Brasil é prisioneiro de uma armadilha de baixo crescimento e vamos escapar disso com as reformas. A reforma da Previdência abre um horizonte de 10 a 15 anos de recuperação do crescimento”, disse.
Guedes deu as declarações depois de uma reunião de cerca de uma hora com Bolsonaro, que foi ao Bloco P da Esplanada dos Ministérios para ter com o ministro e com os secretários. Segundo Bolsonaro, outras visitas a ministérios ocorrerão, para dar suporte e ouvir eventuais críticas.
Ainda de acordo com Guedes, que tinha sido questionado sobre as revisões para baixo nas estimativas do PIB, assim que a reforma for aprovada há uma disparada nas zonas de investimento interno, que atraem, também, os investimentos externos.
“Nós vamos começar a simplificar e reduzir os impostos. Vamos fazer a descentralização para recursos para Estados e municípios e o Brasil, de julho em diante já está crescendo de novo. Essa é a verdade, a verdade do crescimento”, afirmou.
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Questionado sobre a campanha de propaganda em defesa da reforma da Previdência, Bolsonaro disse que a outra alternativa, se o Brasil continuar tendo déficit é imprimir moeda, mas ponderou, questionado Guedes, que o vem atrás é a inflação.
Outra saída, segundo Bolsonaro é conseguir empréstimos externos. “Será que querem emprestar para nós? E a que taxa de juros?”
“Não temos alternativa. A reforma da Previdência é o primeiro grande passo para conseguirmos a nossa liberdade econômica”, disse Bolsonaro.
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O presidente também foi perguntado sobre o ministro da Secretaria Especial, general Santos Cruz, que está sob ataque nas redes sociais e sofre duras críticas de Olavo de Carvalho.
Segundo Bolsonaro, o ministro não pediu demissão e segue trabalhando normalmente. “De acordo com a origem do problema a melhor resposta é ficar quieto, pois temos coisas muito, mas muito mais importantes para discutir no Brasil. Aqueles que por ventura não tenham tato político estão pagando preço junto à mídia. Mas não existe grupo de militares, nem grupo de Olavos. É tudo um time só”, afirmou.
Questionado sobre o orçamento para o programa Minha Casa, Minha Vida, Guedes disse que o presidente sabe de sua importância, mas com 70 mil unidades devolvidas, e outras 60 mil não tendo sido terminadas, “é um programa que precisa passar por reavaliações”, pois “tem algum problema no programa. Estamos seguindo enquanto fazemos a reavaliação”.
Segundo Guedes, a Caixa segue o cronograma de liberação de recursos e não houve nenhum contingenciamento.
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