O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mansueto disse ser preciso um debate “transparente e aberto” com o Congresso sobre o tema; ele é um dos cotados para a assumir a Receita
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, um dos nomes cotados para assumir a Receita Federal, defendeu uma reforma tributária que implique em um processo de simplificação.
Ele garantiu que, por parte do governo, não há nenhuma discussão que resulte em aumento da carga tributária. "A diretriz básica do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Paulo Guedes é que não iremos aumentar a carga tributária", afirmou Mansueto.
O secretário falou em entrevista à rádio CBN. Na noite desta quinta-feira, 12, o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, informou que Guedes pode optar por uma solução caseira para substituir Marcos Cintra no comando da Receita Federal.
O nome de Mansueto está circulando no Ministério da Economia como uma alternativa. Pesa a favor do atual secretário do Tesouro a avaliação de que ele poderia conciliar a reforma tributária com as necessidades fiscais do País.
Na entrevista à CBN, Mansueto disse ser preciso um debate "transparente e aberto" com o Congresso sobre o tema, acrescentando que é necessária a racionalização do sistema tributário e que isso passa, por exemplo, pela unificação de impostos indiretos.
Quando perguntado sobre a ideia de recriar um tributo semelhante à CPMF, que teria sido uma das razões para a demissão de Cintra, afirmou que o debate também esteve relacionado a redução de outros impostos, como os tributos sobre a folha de pagamentos.
Leia Também
Ao comentar as limitações na proposta de Orçamento do governo para 2020, o secretário do Tesouro citou na manhã o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e disse que uma reforma administrativa é urgente.
"Do total de despesas de R$ 1,480 trilhão previstas na proposta do Orçamento que o governo enviou ao Congresso, 94% são gastos obrigatórios. Precisamos de um debate maduro para acabar com a indexação do Orçamento, com a progressão automática de carreiras, entre outras coisas", afirmou.
O secretário negou que exista uma proposta para demissão de servidores, "de acabar com a estabilidade" do funcionalismo. "Uma boa pauta de Maia é a discussão sobre reforma administrativa. Hoje, o salário de ingresso em algumas carreiras do serviço público é muito alto e o servidor chega no topo muito cedo, com 34, 35 anos", disse.
"No Tesouro, por exemplo, um analista, que pode ter acabado de ser formar, entra com um salário mensal de R$ 19 mil. Isso precisa ser revisto", defendeu.
Mansueto afirmou que, mesmo com as limitações orçamentárias, o teto de gastos não deve ser revisto, pois o problema é o "crescimento excessivo da despesa obrigatória, com indexações e obrigações".
"Mantidas as condições atuais, mesmo com teto de gastos, o governo central terá déficit primário de R$ 31 bilhões (0,4% do PIB) ao fim de 2022. Como esses resultados negativos começaram em 2014, completaríamos nove anos de déficit primário", disse.
Por isso, acrescentou ele, a ideia do governo é "fazer um ajuste fiscal cortando a despesa, pois carga tributária do Brasil é muito alta, cerca de 10 pontos em relação ao PIB acima da média mundial".
O secretário do Tesouro disse ainda esperar que o plano de socorro a Estados e municípios, elaborado por ele, seja aprovado no Congresso ainda neste ano.
Perguntado sobre o fato de o relator do projeto na Câmara e líder do PDT, André Figueiredo (CE), estudar uma forma de que Estados com selos de bons pagadores (A e B) também sejam beneficiados, Mansueto disse não entender a demanda do parlamentar. "Estados com nota A e B já têm acesso a mais crédito, já têm mais espaço para contratação", justificou.
Mansueto acrescentou, no entanto, que seu "plano" é pequeno não se destina a "salvar" Estados e municípios. "Só o controle da despesa com pessoal, ativo e inativo, pode salvar as contas de Estados e municípios. E isso só ocorre com uma reforma da Previdência. Se os Estados não fizerem, a situação tende a piorar mais", afirmou.
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes