🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Mudanças no funcionalismo público

Maia quer iniciar reforma administrativa até a próxima semana na Câmara

Estratégia traçada pelo presidente da Câmara, porém, ainda depende do aval de lideranças e também da equipe econômica

Rodrigo Maia
Imagem: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira, 21, que pode aproveitar textos que já estão em tramitação na Casa para acelerar a reforma administrativa pretendida pelo governo Jair Bolsonaro. A estratégia, porém, ainda depende do aval de lideranças e também da equipe econômica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que vai acelerar e criar outros "gatilhos" para conter o avanço de gastos, apelidada de "PEC emergencial", deve começar pelo Senado Federal. Segundo Maia, essa proposta faz parte do chamado "Pacto Federativo" e, por isso, será votado primeiro pelos senadores. Apesar disso, ele afirmou que as duas casas trabalharão em conjunto no texto.

A expectativa, segundo Maia, é iniciar até a próxima semana a discussão da reforma administrativa na Câmara. Isso poderá ser feito com ou sem texto do governo.

"Podemos utilizar um texto que não é do governo, se o governo não tiver nenhum tipo de constrangimento e vaidade em relação a isso, para que a gente já possa começar debate do mérito nas próximas semanas", disse Maia após se reunir com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na sede da pasta em Brasília.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reforma administrativa deve focar na revisão da estrutura de carreira e salário de servidores, mas também pode abranger outros temas. Como mostrou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, uma das propostas da equipe econômica é dispensar a necessidade de lei para mudar a organização do Poder Executivo, que passaria a ser feita por decreto presidencial.

Leia Também

Conteúdo Empiricus

Quem pode vencer a eleição presidencial e o que isso significa para os seus investimentos?

ELEIÇÕES 2026

Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno; confira os números da nova pesquisa Datafolha

O presidente da Câmara admitiu que a equipe de Bolsonaro deve querer enviar uma proposta própria, mas deixou a porta aberta para a estratégia de acelerar a tramitação. Segundo ele, algumas PECs já passaram pela primeira fase de admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e poderiam servir de instrumento à discussão. "Essa é uma decisão que vou tomar com os líderes nos próximos dias", informou.

Maia disse ainda que esse debate deve ser conduzido "em paralelo" ao da reforma tributária. No caso da tributária, uma comissão mista deve ser constituída para conciliar as discussões já em andamento tanto na Câmara quanto no Senado. A partir desse consenso, o texto será apreciado em cada uma das casas.

Gatilhos

Câmara e Senado também trabalharão em conjunto para avançar na PEC emergencial, que acionará gatilhos de contenção de gastos para tentar frear o avanço de despesas com salários e benefícios sociais, cujo pagamento é obrigatório. A intenção é abrir espaço para investimentos, que, segundo Maia, estão em R$ 35 bilhões em 2020 já contabilizadas as emendas parlamentares. "Se a gente pudesse ampliar para algo em torno de R$ 50 bilhões, R$ 60 bilhões, acho que seria algo relevante", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse caso, não haverá uma comissão mista. Segundo o presidente da Câmara, o objetivo é buscar consenso na PEC emergencial, a partir de um texto mais amplo que começará a tramitar pelo Senado, mas usar como instrumento na Câmara a proposta já apresentada pelo deputado Pedro Paulo (DEM-RJ).

"Não vai ter comissão mista na PEC dos gatilhos. É diferente porque na tributária eu (Câmara) já tenho a comissão, o Senado tem a CCJ. Então a comissão mista vai gerar consenso para que depois tramite nas duas casas. No caso da PEC dos gatilhos, ela tem certa urgência em relação a tempo, o ideal é que aprove este ano", afirmou.

Maia explicou que o Senado tem um regimento mais simples para a tramitação de propostas que alteram a Constituição (passa pela CCJ, depois vai a plenário, sem a comissão especial que existe na Câmara). Além disso, ele lembrou que há um compromisso para que temas relacionados ao "Pacto Federativo" sejam apreciados primeiro pelos senadores.

Enquanto a proposta avança no Senado, a ideia é que a Câmara vote a admissibilidade da proposta de Pedro Paulo e constitua a comissão especial para acelerar a tramitação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Ela começa pelo Senado e a Câmara vai andando, porque a gente quer que elas se encontrem no plenário com mais brevidade do que esperar um chegar na casa do outro. Então, começa pelo Senado, a prioridade é o texto que será aprovado no Senado, e a gente vai avançando na PEC do Pedro Paulo, aprovando a admissibilidade, criando a comissão especial, para quando o Senado aprovar a gente já esteja pronto para aprovar também na Câmara dos Deputados", explicou.

À reportagem, Pedro Paulo acusou o governo de tentar "tomar" sua proposta e advertiu ainda que, se a votação na Câmara ficar para o ano que vem, há risco de ela não ser aprovada devido às eleições municipais. O deputado advertiu que deputados são mais próximos de prefeitos e vereadores do que os senadores.

Hoje, Maia disse não se preocupar com a eleição. "Há compreensão do parlamento de que nós precisamos modernizar e reformar estado brasileiro, e esse tema enfrenta o curto prazo com pontos fundamentais para que possa reduzir crescimento do Estado, que sobrem mais recursos para investimento já a partir do próximo ano", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 17 de setembro de 2026 - 19:49
Imagem de A Justiça, a escultura localizada em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília 16 de setembro de 2026 - 19:45
O ministro Alexandre de Moraes durante sessão do STF 15 de setembro de 2026 - 19:57

UM DIA (QUASE) HISTÓRICO

Alexandre Moraes e Banco Master: um resumo sobre como acabou o julgamento do STF

15 de setembro de 2026 - 19:57
Mapa do Brasil de cabeça para baixo em ilustração sobre cartografia e orientação geográfica. A imagem mostra o território brasileiro invertido para demonstrar que não existe uma posição cientificamente correta para representar países em mapas, tema relacionado aos mapas-múndi do IBGE com Brasil no centro e hemisfério Sul no topo. 12 de setembro de 2026 - 14:00
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 12 de setembro de 2026 - 9:00
O ministro Alexandre de Moraes durante sessão do STF 11 de setembro de 2026 - 9:04
O presidente do STF, Edson Fachin, veste toga preta e está sentando em uma mesa, segurando papéis 9 de setembro de 2026 - 18:36
Imagem do prédio sede da Polícia Federal 8 de setembro de 2026 - 19:50
Bandeira do Brasil 7 de setembro de 2026 - 17:00
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 6 de setembro de 2026 - 9:00

Conteúdo Market Makers

Seus investimentos e patrimônio estão preparados para as Eleições 2026?

6 de setembro de 2026 - 9:00
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 3 de setembro de 2026 - 19:03
O ministro Alexandre de Moraes aparece sentado, olhando para o lado, com cara de poucos amigos. 3 de setembro de 2026 - 13:41
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar