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Novo governo no Rio

Witzel quer se reunir com presidente da Petrobras para discutir medidas para o Porto de Açu

Em coletiva após cerimônia de posse, novo governador do Rio prometeu melhora na arrecadação e combate à sonegação para atacar déficit estadual

1 de janeiro de 2019
11:01 - atualizado às 10:19
Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro
Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro - Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

O novo governador do Rio, Wilson Witzel, disse, nesta terça-feira (1º), que pretende se reunir com o próximo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, para discutir medidas prioritárias às atividades da petroleira relacionadas ao Porto de Açu.

"Queremos garantir as condições para que todas as empresas que pretendem usar o porto para exportação tenham a condição de fazê-lo", disse a jornalistas após a cerimônia de posse do governo fluminense.

Em coletiva de imprensa, Witzel prometeu ainda combate ao crime organizado, tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro. "Após o dia 12, iremos divulgar as medidas a serem tomadas nos 100 primeiros dias de governo", disse.

Segundo Witzel, suas prioridades para melhorar as contas do estado é combater a sonegação e melhorar o desempenho da arrecadação.

Questionado sobre uma possível elevação da carga tributária, Witzel defendeu que não é possível falar em aumento de impostos antes de ter uma estrutura organizada para cobrar devedores. Caso contrário, continuou, os bons pagadores seriam sobrecarregados.

"A questão orçamentária é a mais urgente para nós. Estive reunido com o secretário de Fazenda e fiquei muito feliz de saber que é possível enfrentar, sim, esse déficit de R$ 8 bilhões", ressaltou, aos jornalistas.

Witzel tomou posse nesta terça-feira (1º), no Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Participaram da solenidade o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o prefeito carioca, Marcelo Crivella.

Crivella pretende se reunir com Bolsonaro para renegociar dívidas do Rio

Na chegada à cerimônia de posse de Witzel na Alerj, Crivella defendeu uma ida a Brasília ao lado do governador recém-empossado para discutir com o governo Bolsonaro uma renegociação da dívida do município e do estado. Crivella reclamou dos juros praticados pelo BNDES.

"A Olimpíada foi, como todos nós sabemos, um momento em que o município e o Estado gastaram muito, e também foram vítimas de episódios horrorosos de corrupção. Foram bilhões de reais que sufocam as contas públicas", disse o prefeito a jornalistas.

*Com Estadão Conteúdo

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