O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Novos prazos da estatal agora são dezembro, para a maioria dos campos, e junho de 2020 para ‘uma pequena quantidade’
A Petrobras conseguiu junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a ampliação do prazo para a venda de campos em terra e águas rasas. A solicitação foi tema de reunião da diretoria da agência no último dia 5. Os novos prazos da estatal agora são dezembro, para a maioria dos campos, e junho de 2020 para 'uma pequena quantidade'. Os detalhes sobre quais polos tiveram o prazo ampliado vão ser divulgados nesta semana.
Depois de ser cobrada pela agência reguladora, a Petrobras anunciou, no fim do ano passado, o plano de venda de 183 campos terrestres ou de águas rasas. Também foram vendidos à Petrorecôncavo outros quatro que não eram operados por ela, no Polo Riacho da Forquilha. Dos 183, oito foram devolvidos pela Petrobras à ANP. Representantes do setor criticam a demora no processo. A data limite para a venda de todas as áreas era dezembro, sendo que alguns já haviam vencido em junho.
O chefe da coordenadoria de Áreas Terrestres da ANP, José Fernando de Freitas, disse que, dos 179 campos em processo de venda, a estatal já concluiu sua parte em 61 deles. Freitas disse que a decisão de dar mais prazo à Petrobras esta semana levou em conta o avanço recente dado pela estatal no processo.
"Se compararmos a expectativa de quanto tempo a mais a Petrobras vai demorar e o prazo que vamos levar para processar o campo e devolver via oferta permanente, vale mais a pena insistir no processo com a Petrobras", disse.
Freitas afirmou também ser possível que a estatal não consiga se desfazer de todos os campos, por questões de interesse do mercado e, portanto, será necessário fazer a devolução. Sobre uma nova ampliação do prazo, Freitas disse que cabe à diretoria definir. "É expectativa (de que não vai ter mais prazo). Mas a diretoria tem de avaliar. Se, em junho ou maio, houver sinais de que serão necessárias mais algumas semanas... mas, de uma maneira geral, se tratando de grandes prazos, já houve tempo suficiente", disse.
O secretário-executivo da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (Abpip), Anabal dos Santos Júnior, recebeu com cautela o que seria a terceira postergação dada à Petrobras. "Prefiro esperar para ver exatamente o que é uma 'pequena quantidade' (de poços) para a ANP", disse.
Leia Também
"A maior preocupação é com o argumento de que é melhor ampliar o prazo do que colocar em oferta permanente. Esse ciclo que tem de ser desmontado", disse.
Segundo Santos Júnior, o País precisa ser mais rápido em processos dessa magnitude, para não frustrar o mercado e possíveis investidores. "Ninguém discute que as pessoas à frente dessas decisões estão fazendo um esforço extraordinário. Mas a gente já está vendo um sinal de que se não mudarmos dando mais velocidade ao processo, vamos sofrer consequências entre o que é preciso ser feito e o que é possível".
Representantes da cadeia de petróleo criticam o passo para trás da Petrobras nos investimentos em terra. O Rio Grande do Norte chegou a produzir 60 mil barris por dia. Hoje, está na casa de 38 mil barris, segundo a Redepetro RN, entidade com sede em Mossoró que reúne empresas da cadeia produtiva do petróleo no Estado. Dados levantados pela Abpip mostram que o fato de a exploração em terra firme ter ficado em segundo plano tirou R$ 11,8 bilhões em investimentos em duas décadas nas bacias do Recôncavo, Sergipe/Alagoas, Potiguar e Espírito Santo.
A Petrobras foi procurada para dar entrevista, mas não se manifestou.
Diante da necessidade de mais rapidez da Petrobras na venda de campos em terra e águas rasas, a ANP deve mudar a metodologia de avaliação dos negócios feitos entre a estatal e futuros operadores ainda este ano. "No curtíssimo prazo (teremos novidades)", afirmou José Fernando de Freitas. "Antes do fim do ano, a gente tem uma mudança."
Freitas afirmou que, dos 61 campos já vendidos pela Petrobras, a agência conseguiu analisar totalmente apenas quatro. A estatal barganhou mais prazo para vender as 118 áreas restantes, cuja data limite agora vai de dezembro a junho do ano que vem, a depender do polo.
Freitas afirmou ainda que o processo para o sinal verde à transferência dos campos é longo porque cada uma das superintendências da ANP os avalia individualmente. "São processos pesados, muito intensos e que requerem mão de obra. Estamos avaliando alternativas para fazer isso mais rápido", disse.
Segundo Freitas, a ANP tem consciência de que a indústria está em uma fase diferente da época em que os regimentos foram criados. "No período de negociação entre o proprietário e o novo dono, o antigo dono tem pouco incentivo para continuar investindo. Já quem comprou não pode iniciar. A gente está muito sensível a essa dificuldade", disse, apontando o comprometimento de toda a ANP para avançar com os contratos.
*Com Estadão Conteúdo.
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida