Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Reformas

Guedes bate o pé e sinaliza que militares devem participar da reforma da Previdência

Em Davos, ministro da Economia disse que militares "são patriotas e sabem que têm que liderar pelo exemplo"

Ministro da Economia, Paulo Guedes, em Davos - Imagem: Alan Santos/PR

Logo após o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), revelar que já havia a decisão no novo governo de incluir os militares na reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou na mesma direção nesta quinta-feira, 24.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"São patriotas [os militares] e sabem que têm que liderar pelo exemplo", comentou o ministro entre agendas que cumpre no Fórum Econômico Mundial, em Davos.

Lado a lado

Guedes também afirmou que, por uma questão técnica, a inclusão de militares na reforma da Previdência terá que ser feita de por meio de um outro instrumento, mas será simultânea a das mudanças gerais.

"Há um problema técnico. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) é para quem está previsto que está na Constituição. Os militares têm que ser (por um instrumento) ordinário", explicou Guedes a jornalistas. Perguntado sobre se, nos dois casos, as propostas seriam enviadas de forma conjunta, o ministro respondeu: "Se não for simultâneo, fica estranho".

O Broadcast/Estadão apurou na quarta-feira, 23, que, durante almoço fechado com investidores internacionais no Fórum, o presidente Jair Bolsonaro também havia dado essa mesma indicação, ainda que não declaradamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo um participante do encontro, ele se mostrou otimista com a aprovação da proposta do Executivo pelo Congresso, mas ponderou que é preciso "ir com calma". "Ele quis dizer que em algumas áreas, que todos sabem quais são, é preciso ter cuidado e, com isso, ficou muito claro que essas áreas serão incluídas na reforma", disse a fonte.

Leia Também

Conteúdo Empiricus

O que esperar da Selic a partir de agora? Entenda cenário após último corte e conheça 4 títulos de renda fixa para ‘turbinar’ sua carteira

JÁ VIMOS ESSE FILME ANTES

Short squeeze na Wendy’s? O que está por trás da alta da meme stock da vez na bolsa dos EUA

O Broadcast também disse ao ministro que o general havia feito essa afirmação a jornalistas que estão em Davos. "Olha, que coisa boa", comentou.

Na manhã desta quinta, Guedes esteve reunido com executivos de empresas multinacionais e, na sequência, participará de um almoço promovido pelo Bank of America.

Economia de R$ 1,3 trilhão

Mais cedo, o ministro da Economia afirmou à agência de notícias Reuters, em entrevista concedida durante o Fórum Econômico Mundial, que a reforma da Previdência que o governo vai enviar ao Congresso pode economizar dos cofres públicos até R$ 1,3 trilhão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Nós estamos estudando os números e eles variam de R$ 700 a 800 bilhões a R$ 1,3 trilhão, então esta é uma reforma significante e que nos dará um importante ajuste fiscal estrutural", afirmou o ministro.

A realização da reforma, segundo Guedes, dará ao Brasil um "poderoso efeito fiscal" com duração por "15, 20, 30 anos". "Ou é isso, ou vamos nos tornar a Grécia", disse.

Mourão diverge: militares só depois do 1º turno

Ao comentar sobre a reforma nesta quinta-feira, o vice-presidente, Hamilton Mourão, divergiu da ideia de Guedes e defendeu que as mudanças no sistema de aposentadoria dos militares sejam apresentadas somente após a aprovação da reforma para civis em primeiro turno na Câmara dos Deputados.

"Não são duas votações? Passou a primeira vez, aí entra a dos militares", disse Mourão, quando questionado em que momento o projeto de lei com mudanças para os integrantes das Forças Armadas seria enviado ao Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mourão justificou que a reivindicação do segmento militar de apresentar mudanças apenas em uma segunda etapa se deve a uma facilidade maior de se aprovar um projeto de lei, que exige menos votos do que uma PEC. "A nossa é mais fácil de ser aprovada. De repente é aprovada a dos militares e não é aprovada a dos outros", declarou.

Ele destacou que entre os ministros da Economia (Paulo Guedes), da Defesa (Fernando Azevedo e Silva) e ele, cada um tem uma opinião, mas que quem vai decidir como a reforma da Previdência será apresentada é o presidente Jair Bolsonaro. "Para isso que ele ganha mais, para decidir. A decisão final é dele, para isso que ele foi eleito", disse.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
ID da foto:1307414278 24 de junho de 2026 - 10:31

PROGRAMA NACIONAL CELULAR SEGURO

Nova fase do Celular Seguro: governo cria banco nacional para rastrear celulares roubados

24 de junho de 2026 - 10:31
cidades - são paulo 24 de junho de 2026 - 9:30
leilão itaú 24 de junho de 2026 - 9:01
Ilustração com bilhete premiado de Mega-Sena em frente ao Teatro Amazonas em Manaus. 24 de junho de 2026 - 6:58
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 23 de junho de 2026 - 16:34
Lanche Hawaiian Airlines 23 de junho de 2026 - 13:13
acordo de paz; estados unidos. irã 23 de junho de 2026 - 10:00
Assinatura de parceria foi realizada durante evento que contou com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante 22 de junho de 2026 - 15:38
will bank, liquidado pelo Banco Central. 22 de junho de 2026 - 14:36
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar