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2019-12-02T14:03:31-03:00
Prefeito do Rio

MP investiga Crivella por suposta cobrança de propina no Rio, diz jornal

Apuração foi iniciada com base em depoimento de um réu colaborador, conforme o MP local

2 de dezembro de 2019
14:03
Marcelo Crivella
Imagem: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O Ministério Público do Rio (MP-RJ) abriu procedimento para investigar denúncia de suposta cobrança de propina pela Prefeitura da capital fluminense em troca da liberação de pagamentos a empresas credoras do município. Reportagem do jornal O Globo publicada nesta segunda-feira, 2, afirma que o prefeito Marcelo Crivella (PRB) é investigado no caso.

A apuração foi iniciada com base em depoimento de um réu colaborador, conforme o MP local. O órgão não menciona os nomes de quem está sob investigação.

"O Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) confirma que recebeu documentos oriundos do Ministério Público Federal (MPF) mencionando autoridades com foro por prerrogativa no Estado em delações premiadas na esfera federal", informou o MP por meio de nota na manhã desta segunda. "Imediatamente foram iniciadas as respectivas investigações, devidamente judicializadas, que estão sob absoluto sigilo."

De acordo com O Globo, a denúncia estaria baseada em informações da delação premiada do doleiro Sérgio Mizhay. A colaboração do doleiro aponta o empresário Rafael Alves, irmão do presidente da Riotur, Marcelo Alves, como operador do suposto esquema no município.

Ainda de acordo com o jornal carioca, Mizhay afirma na delação que Rafael Alves tornou-se um dos homens de confiança de Crivella. A reportagem diz que o estreitamento de relações entre os dois ocorreu depois que Alves ajudou o então candidato a prefeito a viabilizar doações de empresas e pessoas físicas na campanha de 2016. Após a eleição, o irmão de Alves foi nomeado para a Riotur.

A Prefeitura ainda não se pronunciou sobre a denúncia. Em vídeo nos canais institucionais da administração municipal, Crivella anunciou que não vai mais responder aos veículos das Organizações Globo. A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo não conseguiu falar com Rafael Alves para que se pronunciasse. O espaço está aberto para as manifestações dos citados.

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