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Presidente se rendeu à chamada "velha política" e vai se reunir, a partir desta quinta-feira, 4, com dirigentes de onze partidos; o primeiro é o deputado federal Marcos Pereira

O presidente Jair Bolsonaro se rendeu à chamada "velha política" e vai se reunir, a partir desta quinta-feira, 4, com dirigentes de onze partidos para convidá-los a integrar a base de sustentação do governo no Congresso Nacional.
O primeiro é o presidente do PRB, o deputado federal Marcos Pereira, que critica a liderança do governo e diz que vai ao encontro mais para ouvir do que falar.
"O diálogo começa a partir de agora. Vamos ouvir o governo. Quem chama, tem algo a para falar", afirmou o presidente do PRB em entrevista à rádio CBN nesta quinta-feira, 4.
Pereira é um dos mais críticos dirigentes partidários ao governo Bolsonaro. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o deputado, que é o primeiro vice-presidente da Câmara, disse que Bolsonaro precisa "descer do palanque" e se colocar no papel de presidente.
À frente do PRB, que tem 31 deputados, ele reclama da falta de atenção do governo com os parlamentares, que não estão sendo recebidos nos ministérios.
"A relação não é boa porque o presidente insiste em ter um discurso de retórica eleitoral e não de presidente", disse nesta manhã.
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Após desenhar uma aliança apenas com frentes parlamentares, Bolsonaro enfrentou uma crise política atrás da outra, que levou a derrotas do Planalto na Câmara, e foi aconselhado a aceitar a distribuição de cargos, na volta da viagem a Israel, para aprovar a reforma da Previdência.
O vice-presidente Hamilton Mourão disse na quarta-feira, 3, que, se o convite do Planalto for aceito, a coligação terá como contrapartida cargos no governo. Bolsonaro terá encontros separados, a partir desta quinta-feira, com os presidentes do DEM, PSDB, MDB, PP, PSD e PRB.
O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, que comanda o PSDB, confirmou presença.
As rodadas de conversa ocorrerão em duas etapas: nas próximas terça e quarta-feira, dias 9 e 10, o presidente receberá dirigentes do PSL, PR, PROS, Podemos e Solidariedade. Até agora, apenas o PSL, seu partido, integra a base do governo no Congresso.
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