🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Em visita oficial

Brasil e EUA buscarão acordos setoriais

Objetivo da visita presidencial em março é anunciar o que é possível realizar no curto prazo. Trabalho por um "livre comércio" deve ficar como horizonte a ser perseguido

Brasil e Estados Unidos
Imagem: shutterstock

Os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump devem indicar, na declaração conjunta que farão após o encontro na Casa Branca no próximo dia 18, que os dois países irão trilhar um caminho na direção do livre-comércio. Isso não significa o compromisso de começar a desenhar, agora, negociações de um acordo de livre-comércio entre os dois países. A ideia é avançar em acordos setoriais de facilitação de comércio e convergência regulatória, em pontos em que não haja limitação pelas regras internacionais e nem pelo Mercosul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Negociadores brasileiros explicam que na visita presidencial de março o objetivo é anunciar o que é possível no curto prazo. O trabalho por um "livre comércio" ficará como horizonte a ser perseguido.

De acordo com fontes que participam das tratativas para a visita, a declaração conjunta dos dois presidentes vai ter três pilares: a consagração dos valores comuns, o anúncio de medidas concretas - como o acordo de salvaguardas tecnológicas - e a indicação de um caminho a ser perseguido na relação Brasil-EUA, em que entra a busca pelo livre-comércio.

A eventual negociação de um acordo de livre-comércio - com eliminação de tarifas - com EUA esbarra no Mercosul. Para avançar, o Brasil precisaria negociar o acordo em bloco ou negociar uma exceção para tratar diretamente com os EUA.

"Argentina, Paraguai, Uruguai já queriam negociar acordos sozinhos. Isso é uma coisa que poderá ser revista dentro do Mercosul esse ano se quisermos negociar sozinhos com os EUA ou qualquer outro mercado", afirmou Renata Amaral, diretora de comércio internacional da BMJ consultores, em debate sobre a relação entre os dois países no think tank Atlantic Council, em Washington.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, os países trabalharam em acordos pontuais. Um deles, que deverá ser anunciado na visita, é uma facilitação para empresas que importam e exportam em larga escala e frequência. Tanto no Brasil como nos EUA, essas empresas são cadastradas para diminuir as burocracias exigidas nas operações de importação e exportação.

Leia Também

CORRENDO CONTRA O TEMPO?

A 10 dias das eleições, ministro da Fazenda defende que governo Lula adotou ‘política fiscal correta’ em artigo na The Economist

TENTE OUTRA VEZ

Ozempic no SUS? Governo tenta emplacar canetas emagrecedoras nos postos de saúde e cita queda de 70% nos preços

Nos EUA, o cadastro é chamado de "Trusted Traders" - negociadores confiáveis, em tradução livre. O acordo desenhado por Brasil e EUA visa a estabelecer o reconhecimento recíproco entre os países das empresas cadastradas neste sistema. A previsão com o acordo é fazer com que o reconhecimento por um país como "empresário confiável" seja adotado também no outro, e reduza a burocracia.

Os EUA não escondem nas negociações com os brasileiros que possuem outras prioridades neste momento na negociação comercial, como a busca de um acordo com a União Europa e China, mas o Brasil aposta na conjuntura favorável nos dois governos para fazer a agenda avançar nas questões comerciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 22 de setembro de 2026 - 7:10
Dezenas de ganhadores comemoram prêmio da Lotofácil. 22 de setembro de 2026 - 6:38
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar