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Eduardo Campos

Eduardo Campos

Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.

Fórum Econômico Mundial

Bolsonaro dará mensagem de combate ao crime, respeito às leis e responsabilidade fiscal

Assessor internacional do presidente também avalia que após Davos, mundo sairá mais convicto de uma “refundação da economia” brasileira

Eduardo Campos
Eduardo Campos
22 de janeiro de 2019
11:08 - atualizado às 14:12
Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, Sergio Moro e Ernesto Araújo.
Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, Sergio Moro e Ernesto Araújo. - Imagem: Alan Santos/PR

O assessor especial para assuntos internacionais do presidente Jair Bolsonaro, Filipe G. Martins, usou sua conta no “Twitter” para explicar qual a mensagem o governo quer deixar ao participar do Fórum Econômico Mundial, que acontece em Davos, Suíça.

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Segundo o assessor, ao escolher Davos como primeiro destino internacional, Bolsonaro demostra seu compromisso com a agenda econômica e a disposição de engajar o Brasil nas grandes discussões que determinarão os rumos do mundo neste século.

“Sua mensagem será uma defesa do combate ao crime e à corrupção; do respeito ao império das leis; da redução de gastos e da diminuição do Estado; da responsabilidade com as contas públicas e com as reformas estruturais; da desburocratização e da liberdade”, escreveu Martins.

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Podemos inferir que essa linha da mensagem tem o “dedo” do ministro da Economia, Paulo Guedes, pois são pontos defendidos pelo ministro desde o período de campanha e reafirmados no seu discurso de posse.

Na avaliação de Martins, após o evento, o mundo sairá ainda mais convicto de que Bolsonaro trabalhará pela estabilidade macroeconômica, com equilíbrio das contas públicas, inflação baixa, juros de mercado, flutuação cambial e reforma tributária com o objetivo de reduzir a carga fiscal de modo sustentado.

Aqui temos uma defesa do chamado tripé macroeconômico e a reafirmação de algo que também constará nas falas de Guedes, que é “tirar o Estado do cangote de quem produz”.

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Martins segue dizendo que haverá maior convicção que o governo trabalhará pela competitividade, com a eliminação de carteis e monopólios, privatização de empresas públicas, abertura dos setores financeiro e de comunicações, eliminação de regulações e diminuição da burocracia.

No lado do comércio internacional, a mensagem que se quer passar é que a política externa será caracterizada pela abertura econômica e liberalização comercial “com a firme disposição de fazer comércio com o mundo todo, sem qualquer viés ideológico”.

Por fim, diz o assessor, o “presidente demonstrará que a refundação da economia brasileira -- essencialmente patrimonialista e oligárquica desde a sua fundação -- só será possível devido a grande mobilização popular causada por sua agenda conservadora”.

Transmitir e convencer que todas essas mensagens são para valer não parece tarefa fácil. Essa missão começa com a fala do próprio presidente, prevista para as 12h30, e deve ser reforçada pelos outros ministros que também estão em Davos.

A expectativa com o discurso presidencial é grande, incluindo algumas expectativas pouco condizentes com a realidade, como um detalhamento da reforma da Previdência. Esse não seria o fórum adequado para falar de idade mínima, sistema de capitalização e participação ou não de militares. Esse tema deve ficar para volta e pelo pouco que se sabe, a intenção é apresentar um texto primeiro aos parlamentares, no que seria um importante gesto político.

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O desafio do presidente não será apenas reafirmar compromissos com uma agenda econômica liberal, mas também tentar galgar a simpatia de parte da comunidade internacional, que mantém uma visão de que sua chegada ao poder seria uma “ameaça à democracia”, como se martelou com relativo sucesso durante o período de campanha eleitoral.

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