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Em evento no interior de São Paulo, presidente também faz elogios à Câmara e ao Senado e fala em quadro político maravilhoso. Ações do BB caem depois de presidente pedir, mesmo em tom de brincadeira, juros menores
O presidente Jair Bolsonaro anunciou linhas de crédito e seguro para o agronegócio durante evento em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Aplaudido várias vezes, o presidente também disse que Rodrigo Maia vai encaminhar projeto de lei autorizando posse de arma nos perímetros das fazendas e também fez elogios à classe política, falando em quadro político maravilho, e deputados e senadores irmanados com os interesses do Brasil.
O presidente participou da abertura da Agrishow, ao lado do governador de São Paulo, João Doria, e começou e finalizou seu discurso com elogios à classe política. Gesto que parece alinhado ao esforço das últimas semanas de melhorar o relacionamento com o Congresso, depois de um período de ataques aos políticos e ao que chamava de “velha política”.
Na abertura, agradeceu aos presentes pela confiança e disse que "primeiro junto de vocês e, depois, tendo um quadro político maravilho dentro do Executivo e Legislativo, nós cumpriremos a nossa missão".
“Estamos em começo de governo, quatro meses, muito pouco tempo. Mas, humildemente, nunca tivemos uma oportunidade de ter grande parte da Câmara e do Senado irmanados com os interesses do Brasil. Juntos colocaremos o Brasil no lugar de destaque que ele merece”, afirmou ao encerrar o seu discurso.
Bolsonaro resumiu o que pretende como chefe do executivo: Não atrapalhar quem produz, “queremos e estamos tirando o Estado do cangote daqueles que produzem, que fazem investimentos e dos grandes empreendedores”.
Ao falar que o setor do agronegócio está dando certo faz tempo, lembrou do governo militar, citando que a Embrapa nasceu no governo do general Emílio Médici.
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Também falou que vai à China para desfazer a imagem, criada pela grande mídia, de que seria um inimigo dos chineses. Bolsonaro disse ser inimigo de governos passados que faziam negócios tendo o viés ideológico como princípio. “Isso sim deixou de existir”, afirmou, sendo aplaudido.
Segundo Bolsonaro, temos uma oportunidade ímpar de mudar o destino da nação e, na sequência, perguntou quem teve a liberdade de escolher 22 ministros com critérios técnicos.
Foi novamente aplaudido ao falar em “fazer uma limpa” no Ibama e ICMBio e que o homem do campo tem sim de ser fiscalizado, mas que ele tem ter prazer em receber o fiscal e ser primeiramente orientado.
De acordo com o presidente, 40% das multas no campo, em grande parte, serviam apenas para retroalimentar uma “fiscalização xiita”, para anteder nichos que não ajudam o meio ambiente e muito menos a quem produz.
Bolsonaro voltou a elogiar os militares ao falar das obras de conclusão da BR 163, que estão sendo tocadas pelo exército a custo baixo. Ele falou, também, sobre mudar o Ceagesp de lugar em São Paulo, e no local construir um centro de tecnologia, e que o governo estuda usar parte do aeroporto do Campo de Marte para construir o maior colégio militar do Brasil.
Bolsonaro anunciou que o Banco do Brasil vai librar R$ 1 bilhão para investimentos no setor e apelou, em tom de brincadeira, ao coração, patriotismo e espírito cristão do presidente do BB, Rubem Novaes, presente no evento, para que os juros dessas operações caiam “um pouquinho mais”. “Tenho certeza que nossas orações tocarão o seu coração”, disse. Outro R$ 1 bilhão foi anunciado para a modalidade do seguro rural.
O apelo, mesmo que em tom de brincadeira do presidente, teve impacto negativo nas ações do Banco do Brasil, que passaram a operar em queda após sua fala, na B3.
Bolsonaro foi novamente aplaudido ao falar que “a propriedade privada é sagrada e ponto final”. O presidente disse que esteve como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e que entre diversos assuntos conversados, os pleitos do setor também estivem em pauta.
Segundo Bolsonaro, Maia deve colocar em pauta, já na próxima semana, um projeto de lei que visa legalizar a posse de arma de fogo do produtor rural em todo o perímetro de sua propriedade.
O presidente disse saber que “vai dar o que falar”, mas que uma maneira de ajudar a combater a violência do campo é fazer com que o agricultor, ao defender sua vida e sua propriedade, entre no chamado excludente de ilicitude, no qual ele responde pelo ato, mas “não tem punição”. Para Bolsonaro, essa é uma forma do “outro lado” passar a temer o cidadão de bem e não o contrário.
Encerrando, o presidente falou em fazer uma reforma agrária sem viés ideológico, que comece por lotes ociosos de terra e que áreas que estão em disputa sejam resolvidas por meio de acordo.
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