🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O que eu também não entendo

O mês de setembro tem sido particularmente complexo. Em seus primeiros pregões, tivemos uma verdadeira revolução nos ativos financeiros. Aquilo que vinha funcionando muito bem ao longo de 2019 foi simplesmente dizimado

13 de setembro de 2019
10:39 - atualizado às 10:44
Imagem: Shutterstock

Vivendo sempre na corda bamba entre “melhor dar uma segurada” e “pô, mas a vida é uma só”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sexta-feira 13. Enchemos a cara ou preservamos a silhueta? Aquele medo do Jason ponderado pela esperança de uma trégua depois de muito trabalho — o que foi essa súbita e explosiva rotação setorial do começo de setembro?

Peguei a frase de abertura do Twitter — mais precisamente, do Raphael Durand Despirite. Não, eu não conheço. E também não tenho Twitter. Recebi no WhatsApp (encaminhado pela Gabi) e já acho o Raphael um gênio — me representa.

Também poderia representar os formuladores de política econômica. Tesouros e bancos centrais iriam para o all-in, para o “whatever it takes” de Mario Draghi ou “melhor dar uma segurada”? É isso que nos traz aqui. Deixe-me ser um pouco mais claro.

O mês de setembro tem sido particularmente complexo. Em seus primeiros pregões, tivemos uma verdadeira revolução nos ativos financeiros. Aquilo que vinha funcionando muito bem ao longo de 2019 (casos ligados a crescimento, compra de bonds e valorização do ouro) foi simplesmente dizimado. Investidores migraram vertiginosamente para nomes considerados de value (valor) em detrimento ao growth (crescimento) — bancos e commodities dispararam, enquanto os demais ficaram no vermelho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as várias explicações possíveis para o movimento aparecem a perspectiva de que os próximos estímulos econômicos seriam majoritariamente fiscais, o que favoreceria justamente as ações de bancos e commodities. Os juros não adentrariam tanto o terreno negativo, o que preserva os balanços das instituições financeiras, e o maior gasto público significaria, ao menos supostamente, mais crescimento à frente, mais inflação e mais juro nominal.

Leia Também

Outro argumento apontado para o abandono momentâneo dos casos de crescimento foi o rumor de que o valuation da WeWork sairia muito abaixo do esperado, espraiando pessimismo para todos os nomes atrelados à nova economia, à tecnologia, a valuations muito dependentes da perpetuidade e por aí vai.

Já nos últimos dias, a tal rotação setorial foi estancada e voltamos, ainda que não 100 por cento, à dinâmica mais típica de 2019. Como triggers macro para isso, podemos apontar um alívio nas preocupações com a guerra comercial e a esperança de novos estímulos monetários.

Bancos centrais

Ontem, o BCE reduziu sua taxa básica de juro em 10 pontos-base e retomou um programa de compra de títulos de 20 bilhões de euros por mês, atendendo às expectativas de maior arrojo ao resgatar o QE (quantitative easing; ou, nas palavras daquela famigerada jornalista que cobria uma fala de Luis Stuhlberger, do “kiwi" — seria a fruta uma alusão por sincronicidade ao fundo Verde?).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi uma postura mais dovish (mais agressiva em termos de flexibilização monetária) do que o consenso esperava, empurrando os ativos de risco para cima. Um ponto, no entanto, impediu maior otimismo: Draghi clamou por uma ação coordenada dos formuladores de política econômica mundo afora, o que alguns interpretaram como ausência de instrumental adicional relevante por parte do BCE.

Na semana que vem, há outros bancos centrais importantes se reunindo. Espera-se redução de 25 pontos na taxa básica de juro norte-americana, enquanto também já se cobram novos estímulos de Pequim. O Banco do Japão e o Banco da Inglaterra são outros a se reunirem.

Eu, sinceramente, não sei se os bancos centrais gozam de munição suficiente para impedir uma forte desaceleração da economia global. Também questiono sua capacidade de ação coordenada. Diferentemente do ocorrido em 2008-09, e até mesmo em 2015, a realidade agora é de desglobalização e descoordenação mundial.

Em paralelo, com os principais países desenvolvidos já convivendo sob altos patamares de dívida, poderíamos impetrar políticas fiscais verdadeiramente expansionistas? Dívida se paga com mais dívida? E mais: isso, mesmo se realizado, representaria de fato um empurrão à economia mundial capaz de gerar inflação e mais juro nominal?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não tenho respostas. Acho que ninguém tem. Melhor assim. Aqueles que nutrem certezas em ambientes de complexidade, aleatoriedade e incerteza são os mais perigosos.

Agora, não saber não significa não agir. Controlar a matriz de payoff do seu portfólio pode ser muito mais simples do que entender a realidade e projetar o futuro. Ainda vejo a dinâmica mais estrutural de 2019 como predominante. A gente se permitiu aqui apenas um incremento marginal no setor financeiro — e, confessemos, fizemos isso morrendo de medo, porque sabemos das ameaças das fintechs e do quanto os valuations e os níveis de rentabilidade dos bancos brasileiros estão superiores a seus pares globais; essa jabuticaba vai durar até quando? Fizemos isso por meio das ações do Banco do Brasil, porque identificamos, fora do tiroteio e da nebulosidade macro, também questões idiossincráticas, como um valuation atrativo, fluxo de notícias positivo e a possibilidade de, em 2020, soltar algum dividendo extraordinário depois de venda de ativos.

No mais, seguimos nos beliscando e cheios de perguntas, apesar de otimistas como um todo. O processo de migração interna em direção a ativos de risco parece inexorável, no já mais do que conhecido processo batizado de “financial deepening”. O juro baixo e estrutural está provocando uma revolução silenciosa no mercado de capitais brasileiro, que provavelmente vai durar anos. Você viu no Valor de hoje um levantamento amplo com projeções para a Selic? Já são sete casas estimando juro básico de 4,75 por cento neste ano e, ainda mais interessante, três apontando nova redução em 2020, para 4,50 por cento? Você já imaginou o impacto disso? Falo para o seu próprio portfólio ou para o mercado como um todo. O que vai acontecer com a indústria de fundos de pensão, com os hedges, com o setor imobiliário, com o número de IPOs?

E ainda que os formuladores de política econômica não tenham tanta capacidade de enfrentar as forças da estagnação secular, o cenário de recessão global ainda oferece probabilidade inferior a 50 por cento. Com juros cada vez mais baixos lá fora e a guerra comercial esfriando por conta da imperiosa necessidade de Donald Trump se reeleger, o fluxo pode se voltar um pouco mais para os mercados emergentes. E o Brasil tende a ser um destino óbvio e expressivo, porque oferece uma das maiores acelerações de crescimento econômico do bloco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das melhores gestoras de ações do Brasil publicou brilhante carta a seus cotistas relativa ao mês de agosto colocando preciosas colocações para o prêmio de risco de mercado (grosso modo, o excesso de retorno esperado das ações sobre a renda fixa). Segundo ela, o prêmio de risco estaria em linha com a média histórica. Isso é verdade. Talvez pudesse, no entanto, caber um brevíssimo adendo: ocorre, contudo, que os prêmios de risco em nível global estão mais comprimidos do que a média histórica; entre outras coisas, por conta de investidores sendo empurrados para mais risco num ambiente de juros negativos.

Seja como for, para mim, o desempenho dos mercados no começo de setembro mais uma vez serviu para nos mostrar uma questão elementar: ninguém sabe nada e, de repente, aparece um cisne negro sei lá onde para bagunçar tudo, virando o tabuleiro de xadrez de cabeça para baixo.

O mundo está cada vez mais complexo e difícil de ler. Diferentemente do argumento que li numa carta de outra gestora a seus cotistas, a resposta a um ambiente de mais perguntas do que certezas não é “uma gestão profissional”. Pergunte ao barbeiro se você deve fazer a barba e você pode imaginar qual será a resposta. Diante de um ambiente de incerteza e nebulosidade, a resposta é a diversificação — a arma daqueles que não sabem o que estão fazendo. Nós — analistas, financistas, gestores, profissionais do mercado financeiro em geral — temos rigorosamente as mesmas dificuldades de projetar o futuro que os demais. Não superestime nossa capacidade. “Ah, isso depõe contra você.” Paciência. É a mais pura verdade. Aqueles com arrogância epistemológica serão varridos do mapa, cedo ou tarde.

Dúvidas

Já que estamos nessa de registar dúvidas em vez de respostas, já vou falar de outras três aqui de cunho micro:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

1 — Talvez você me ache uma alma velha, de cabeça careca, no que eu e a realidade concordaríamos imediatamente. Mas é que às vezes não resisto a recorrer a certas heurísticas. Pode ser duro ensinar truques novos a cães velhos, mas ao menos eles também não se dão a expectativas tão ingênuas. Você reparou o que tem de controlador vendendo sua própria ação e/ou pedindo dinheiro para o mercado para uma primária? Incorporadora, empresa de saúde, estatal. Que coisa. Enquanto isso, só vejo dono de Cosan e BTG Pactual recomprando a própria ação. De qual lado você prefere estar?

2 — Quando vamos privatizar a B3? Não, você não leu errado. Sim, eu também acho que há vantagens competitivas claras de longo prazo, do monopólio, da captura do financial deepening, do duplo beta. Admito ainda as expressivas melhoras com o novo management, que tem muita qualidade. Mas ainda está no século 20. Fora do ambiente de negociação stricto sensu , parece tocada num arcabouço analógico, fora da exponencialidade, da real digitalização, da linguagem moderna, da nuvem, da inteligência artificial, do machine learning. Ainda temos mordomo no restaurante do rooftop vestido de smoking? Papo reto aqui: a XP, uma corretora, umbilicalmente ligada à B3, vai mesmo fazer IPO lá fora, é isso? Jura por Deus? Não se trata apenas do argumento típico das narrativas da imprensa, de que os múltiplos na Nasdaq são superiores, que o investidor estrangeiro entende melhor as techs. Bom, primeiro porque, convenhamos, a XP não é uma empresa tech, embora, claro, vá tentar se pintar assim — a noiva tem todo direito de se maquiar como quiser, inclusive de fintech. A XP é um muito bem treinado exército de gerentes 2.0, motivados pelo brilhantismo e pela liderança de Guilherme Benchimol, com toda estruturação de governança e partnership aportada pela GA (Martin Escobari é também brilhante) e por um outro senhor à frente do conselho que tocou todo o regulatório do grupo e abriu uma série de portas por aí — não subestime o quanto uma porta aberta pode fazer por você. Mas não é só isso. Essa é outra história. Há aqui também regras bem desatualizadas do Novo Mercado da B3 e não condizentes com o que se pratica lá fora — a Bolsa teve a oportunidade de corrigir isso e não fez. Hoje, você precisa de 30 centímetros de documentos para abrir capital aqui no Brasil; lá fora, a pilha é 20 por cento disso. E outra questão fundamental se refere às ações superpreferenciais, com votos que representam um múltiplo das demais — isso é bem comum lá fora e garante o controle nas mãos do fundador. Já temos os casos de Azul e Gol aqui dentro; por que não levar para o Novo (velho) Mercado?

3 — Um bilhão de dólares pelo Quinto Andar! Não estou dizendo necessariamente que não vale, nem que o comprador não vá ganhar dinheiro aqui, mas, numa primeira olhada, é surpreendente, não é? Será que o Softbank, conforme aponta o investidor Bill Gurley, usa seu capital como uma arma e distorce os valuations mundo afora, complicando o jogo para todos os demais private equities? Será que, daqui a alguns anos, vamos olhá-lo e pensar o que hoje pensamos da GP: “Lembra daquela época em que a GP fazia deal?”. Ou será que ele foi o único cara que realmente entendeu o mundo novo? O único a verdadeiramente identificar as particularidades do mundo tech, da exponencialidade, do winner takes all e por aí vai? Mais aqui na nossa filosofia, será que não se trata apenas de uma aplicação do “tinkering” e da tentativa e erro tão defendidos por Nassim Taleb, ainda que de forma não deliberada e tácita? Se sabemos muito pouco sobre o futuro, não faz sentido mesmo espalhar nosso cartucho em 20 apostas, reconhecendo que a maior parte delas vai micar, e esperar que duas ou três se multipliquem por 20, podendo assim pagar a conta de todo mundo? Se for o caso, se você está atrás de uma ou outra porrada de 20 vezes, vale mesmo a pena ficar brigando por um valuation 20/30 por cento mais barato?

A verdade é que eu não faço a menor ideia. Mas tenho uma curiosidade danada para saber o que vai acontecer. Enquanto esperamos, bora aproveitar a nossa sexta-feira, porque só se vive uma vez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mercados

Mercados iniciam a sexta-feira em clima positivo, após China retirar soja e porco da lista de restrições às importações dos EUA. Donald Trump afirmou que está disposto a fazer um acordo temporário, com os chineses, embora ainda prefira algo mais amplo e definitivo. O alívio nas preocupações com a guerra comercial alimenta a disposição ao risco.

Agenda doméstica trouxe IBC-Br, prévia do PIB, com queda de 0,16 por cento em julho, frente a projeções de recuo de 0,10. Nos EUA, vendas ao varejo subiram 0,4 por cento em agosto, acima do 0,2 por cento projetado. Estoques empresariais e sentimento do consumidor completam agenda norte-americana.

Ibovespa Futuro abre em alta de 0,5 por cento, dólar e juros futuros operam perto da estabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SELIC ALTA DEMAIS, BOLSA SEM LASTRO?

“Banco Central já deveria cortar a Selic em 0,25 p.p”, diz Felipe Guerra, da Legacy, que alerta para bolha na bolsa

28 de janeiro de 2026 - 17:10

Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado

NO MAPA DOS GRINGOS

Enquanto brasileiros miram a Europa, destino no Brasil está entre os queridinhos dos estrangeiros para 2026

28 de janeiro de 2026 - 11:55

Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO

CASA DE SAL

Casa de garrafas de vidro salta aos olhos no litoral de Pernambuco — e você pode se hospedar nela por R$ 430

28 de janeiro de 2026 - 11:13

Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar

DEVO, NÃO NEGO...

Foi mais difícil pagar aluguel em 2025: inadimplência teve leve alta no último ano, mas jogo pode virar em 2026

28 de janeiro de 2026 - 9:00

Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%

ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

LENDA DO MERCADO

Dólar a R$ 4,40, ou dívida acima de 80% do PIB: o alerta de Stuhlberger para 2026

27 de janeiro de 2026 - 14:42

Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira

POLÍTICA MONETÁRIA

Quando o Copom vai começar a cortar a Selic? O que dizem os economistas que esperam ajuste nesta semana e os que só veem corte em março

27 de janeiro de 2026 - 12:02

A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira

JATINHOS, FESTAS MILIONÁRIAS E MAIS

A vida de rei vivida por Daniel Vorcaro enquanto o Banco Master crescia às custas do FGC

27 de janeiro de 2026 - 9:01

Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil abre semana com novo milionário, mas Dupla Sena paga maior prêmio da noite ao sair pela 1ª vez em 2026

27 de janeiro de 2026 - 7:03

Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Temporada de balanços do 4T25 se aproxima: confira as datas das divulgações e teleconferências das principais empresas da B3

27 de janeiro de 2026 - 6:00

As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas

SEGURANÇA ALIMENTAR

Depois da Nestlé e da Lactalis, mais uma gigante faz recall de fórmula infantil por risco de contaminação

26 de janeiro de 2026 - 14:38

Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina

VAI TER FOLGA?

Calendário de fevereiro de 2026: Carnaval é feriado? Veja as datas e quem tem direito à folga

26 de janeiro de 2026 - 12:20

Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores

IMPLOSÃO

Torre Palace: do primeiro hotel de luxo de Brasília à implosão no coração do poder

26 de janeiro de 2026 - 12:08

Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares 

CORRAM PARA AS COLINAS

Ouro ultrapassa US$ 5.120 e atinge recorde em corrida por proteção; ainda vale investir?

26 de janeiro de 2026 - 12:07

Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%

SE A MODA PEGA

Leis municipais proíbem mais de uma pessoa na mesma moto — e o motivo envolve segurança

26 de janeiro de 2026 - 10:15

Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país

NA MIRA DA PF

Banco Master, BRB e bilhões sob suspeita: quem a PF vai ouvir na nova fase da operação que investiga o banco de Daniel Vorcaro

26 de janeiro de 2026 - 9:38

Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?

7 ANOS APÓS BRUMADINHO

Vale (VALE3): extravasamento de água e lama em Minas Gerais atingiu unidade da CSN Mineração (CMIN3), que se mantém funcionando

26 de janeiro de 2026 - 9:12

A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho

TECNOLOGIA

IA no sistema financeiro: investimentos recordes e o desafio do Banco Central de regular sem travar a inovação

25 de janeiro de 2026 - 18:02

Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar