O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Índice de confiança dos empresários do segmento voltou ao nível de janeiro de 2018, puxado pela melhora da carteira de contratos no fim do ano passado
Um conjunto de indicadores econômicos indica que o setor imobiliário pode iniciar uma trajetória de retomada este ano.
O índice de confiança dos empresários do segmento voltou ao nível de janeiro de 2018, puxado pela melhora da carteira de contratos no fim do ano passado.
Outros indicadores, como demanda por crédito, saldo de empregos no setor, baixa taxas de juros, retomada de preços e redução da inadimplência também apontam recuperação, ainda que moderada.
A perspectiva de desempenho para o ramo da construção civil será um dos temas debatidos no Summit Imobiliário, que será realizado pelo Estadão, em parceria com o Secovi-SP.
Um dos indicadores considerados positivos pelo setor foi a retomada da oferta de crédito em 2018, que subiu 33% em relação a 2017, para R$ 57,4 bilhões, com a venda de 228 mil imóveis entre novos e usados, 30% mais do que no ano anterior. Como comparação, a concessão de crédito era da ordem de R$ 110 bilhões no fim de 2013, auge do boom imobiliário no Brasil.
“O PIB da construção está negativo, mas em recuperação. Os indicadores estão distantes do pico, mas muitos retomam aos patamares de antes do boom de mercado, o que é uma sinalização de melhora”, diz o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Gilberto Duarte de Abreu Filho.
Leia Também
Segundo dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), houve crescimento das vendas de 26,7% ao longo do ano passado - superando o volume dos quatro anos anteriores - e de 4,4% nos lançamentos. “Pode se falar em consolidação da recuperação do mercado, com retomada de empreendimentos no último trimestre do ano, embora boa parte das vendas tenha sido concentrada em obras do Minha Casa Minha Vida”, destaca o presidente da entidade, Basilio Jafet.
Para o Secovi, o desempenho ao longo do ano vai depender do nível de confiança. “Isso está fortemente ligado à condução das reformas e da política econômica, principalmente em relação à oferta de crédito e nível das taxas de juros, comportamento da inadimplência e aspectos em relação à regulação, como o aperfeiçoamento da lei do zoneamento”, afirma.
Para a coordenadora de Projetos da Construção na Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV), Ana Maria Castelo, a confiança do empresário do ramo da construção está mais próxima do campo da neutralidade, após a retomada da carteira de contratos verificada no fim de 2018 - isto é, da contratação de novas obras. “A gente inventou o termo ‘despiora’ para se referir à situação atual. Ainda estamos no campo do pessimismo moderado, longe do nível pré-crise.”
Embora haja expectativa de que o avanço das reformas macroeconômicas, como a da Previdência, possa impulsionar o setor, o economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito, acredita que o cenário macroeconômico para 2019 já está dado. Segundo ele, mesmo que houvesse rápida tramitação e aprovação da reforma, a atual ociosidade da indústria dispensa investimentos, não é esperada forte retomada do emprego ou consumo e a perspectiva é de contenção de gastos públicos. “Como esses componentes do PIB não devem ser alterados, mesmo com uma eventual reforma, esperar um aquecimento mais forte da economia está fora de questão.”
Enquanto a Lotofácil e a Quina seguem com sorteios diários, Dupla Sena tem nesta sexta-feira (20) o último sorteio antes da Dupla de Páscoa.
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas