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Projeções constam no boletim Focus - pesquisa semanal BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram novamente a estimativa para a inflação e crescimento da economia este ano.
A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,84% para 3,86%, segundo o boletim Focus - pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.
No mês passado, o IPCA ficou em 0,51%, maior taxa para o mês desde 2015 (1,01%), puxada pela alta de 8,09% nos preços da carne. Em 12 meses encerrados em novembro, o IPCA ficou em 3,27%.
Para 2020, a estimativa de inflação permaneceu em 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022.
A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 1,10%, para 1,12% neste ano.
As estimativas das instituições financeiras para 2020 variou de 2,24% para 2,25%. Para 2021 a expectativa se manteve em 2.50%.
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Em dezembro, o IBGE informou que o PIB cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.
De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve ficar em 4,5% ao ano - mesma projeção da semana passada. Para o fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano.
Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,13%, ante 6,25% ao ano esperado na semana passada.
Um parênteses: quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
Já quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.
A projeção para a cotação do dólar permaneceu em R$ 4,15, no final de 2019. A expectativa para o ano seguinte segue em R$ 4,10.
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