🔴 TRÊS AÇÕES DE IA E O INVESTIMENTO QUE PODE MULTIPLICAR POR 42X EM 12 MESES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Fintech brasileira Rebel levanta aporte de US$ 10 milhões

Fundada em 2016, a startup concede empréstimos de R$ 1 mil a R$ 25 mil, pela internet, com taxas que variam de 1% ao mês a 8% ao mês, em questão de minutos

Homem segura cartão de crédito e celular
Homem segura cartão de crédito e celular - Imagem: Shutterstock

Avaliada pela consultoria KPMG como uma das 50 fintechs mais promissoras do mundo, a startup de crédito brasileira Rebel anuncia nesta terça-feira, 3, uma nova rodada de investimentos de US$ 10 milhões. Os aportes são liderados pelo fundo brasileiro Monashees e também pelo americano Fintech Collective, que já apostou em mais de 30 empresas do setor no mundo todo, incluindo a paranaense Contabilizei.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fundada em 2016, a startup concede empréstimos de R$ 1 mil a R$ 25 mil, pela internet, com taxas que variam de 1% ao mês a 8% ao mês, em questão de minutos. Para isso, a empresa utiliza um robô de informações que vasculha a internet em busca de informações do usuário, após seu devido consentimento.

Com os novos recursos, a Rebel pretende investir em contratações, com foco em áreas como ciência de dados, desenvolvimento, marketing e vendas - hoje, tem 50 pessoas, divididas entre a matriz em São Paulo e uma sede no Rio.

"Queremos dobrar ou triplicar o número de funcionários ao longo de 2020. Precisamos estar espalhados pelo País para conseguir contratar, porque hoje há escassez de profissionais nessa área", explica o presidente executivo da empresa, Rafael Pereira. "Nossa meta é ajudar a reduzir um problema histórico no País, que é o alto spread bancário", afirma o executivo, com referência à diferença nas taxas de juros praticadas pelos bancos brasileiros para receber ou conceder empréstimos.

Para isso, a empresa aposta na construção de tecnologia própria, capaz de avaliar até 2 mil variáveis em torno do cliente que busca um empréstimo. Entre os dados, há análise até da vizinhança em que o requerente do empréstimo mora, com auxílio do Google Street View. "Conseguimos ver, pelas fotos, o tipo de carro e comércio na região, o que as pessoas vestem e fazer uma inferência para avaliar a capacidade de pagar do cliente", explica André Botelho, cofundador e diretor financeiro da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão de Pereira, o trabalho feito até agora permitiu à empresa entender perfis de consumo e comportamento de seus clientes, com um produto de risco considerável. "Crédito sem garantia é algo mais difícil, mas decidimos começar por ele porque se fosse para dar certo, ia dar certo rápido", explica. Ao longo dos últimos três anos, a empresa disse já ter recebido pedidos de R$ 5 bilhões em empréstimos, mas não revela quanto de fato cedeu aos clientes.

Leia Também

CRIPTOMOEDAS

Mercado Pago restringe transferências de criptomoedas após incidente em fornecedor externo

CRIPTOMOEDAS

Nubank (ROXO34) suspende saques e depósitos de criptomoedas

Agora, afirma o presidente executivo, é hora de começar a desenvolver novos produtos - para os próximos meses, estão previstos o lançamento de um aplicativo próprio e de linhas de crédito oferecidas em parceria com varejistas. "Acreditamos que o brasileiro nunca teve crédito de verdade, mas sim dívidas, porque os principais empréstimos concedidos aqui sempre foram consignados ou com garantias reais", avalia. "Queremos reduzir a dependência do brasileiro de instrumentos como cheque especial ou cartão de crédito."

Outra meta para o futuro próximo é a de dar mais transparência aos clientes, explicando a eles quais os fatores que fizeram a taxa oferecida pela empresa ser maior ou menor que outros usuários.

Segundo a startup, há recursos para oferecer crédito nos próximos 12 meses: no fim de 2018, a empresa levantou R$ 167 milhões em dívidas, em parceria com a americana Franklin Templeton, enquanto recurso semelhante foi feito em parceria com a XP Investimentos em 2017. Um dos fundos da corretora de Guilherme Benchimol também fez um aporte de capital na empresa, na rodada anterior a esta, avaliada em US$ 4 milhões. "Temos um relacionamento ótimo com eles", afirma Pereira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fundo Garantidor de Crédito (FGC). 5 de novembro de 2026 - 11:08
Selic Copom Gabriel Galípolo 4 de novembro de 2026 - 18:48
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 4 de novembro de 2026 - 17:43
Luis Otavio Leal, economista-chefe e sócio da G5 Partners 4 de novembro de 2026 - 6:43
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação/Giovanni Nobile 3 de novembro de 2026 - 12:30
Prédio do Banco Central. 3 de novembro de 2026 - 9:10
O economista André Lara Resende 2 de novembro de 2026 - 13:58
Gráfico de análise do mercado financeiro de ações com acumulações crescentes de moedas, uma sobreposição de gráfico em velas e um calendário. ID da foto: 2255662762 1 de novembro de 2026 - 15:04
Thumb do podcast Touros e Ursos edição 294 30 de outubro de 2026 - 19:39
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar