Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
simulação

Escalada de tensões comerciais prejudicaria mais EUA que zona do euro, diz BCE

Hipótese parte de uma simulação em que os norte-americanos aumentariam as tarifas e as barreiras não tarifárias sobre importações de todos os seus parceiros comerciais em 10%

Departamento de comércio dos EUA
No médio prazo o efeito direto sobre o PIB americano poderia reduzir 1,5 ponto porcentual da atividade em relação ao cenário-base após o primeiro ano sob essas condições comerciais Imagem: shutterstock

O Banco Central Europeu (BCE) divulgou hoje um estudo em que, simulando uma escalada das tensões comerciais emanando dos Estados Unidos, o país governado por Donald Trump veria a sua atividade mais prejudicada do que a zona do euro no médio prazo. Nesse cenário, a China seria até beneficiada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A hipótese apresentada pelo BCE parte de uma simulação em que os EUA aumentassem as tarifas e as barreiras não tarifárias sobre importações de todos os seus parceiros comerciais em 10% e os outros países retaliassem simetricamente.

No médio prazo, defende a instituição com sede em Frankfurt, o efeito direto sobre o Produto Interno Bruto (PIB) americano poderia reduzir 1,5 ponto porcentual (p.p.) da atividade em relação ao cenário-base após o primeiro ano sob essas condições comerciais.

Isso porque, segundo o BCE, mesmo que os consumidores e empresas nos EUA passassem a consumir mais bens produzidos domesticamente, predominaria o impacto negativo do aumento de preços e da redução de exportações resultante das medidas retaliatórias de parceiros comerciais.

Já na China, a projeção dá conta de que os produtores locais melhorariam sua competitividade em países terceiros em relação a fabricantes americanos, gerando efeitos positivos, com ganho de 0,6 p.p. no PIB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a zona do euro pudesse ter, no cenário analisado, alguns ganhos possíveis em participação nos mercados de exportação, os transbordamentos derivados da deterioração da confiança global provavelmente se sobreporiam aos ganhos de competitividade, causando um decréscimo modesto na atividade.

Leia Também

ETERNA VIGILÂNCIA

Anvisa manda suspender a venda de mais dois suplementos alimentares, inclusive uma goma de creatina

CLIMA DE COPA

Lotofácil adiada por jogo do Brasil na Copa do Mundo tem 41 ganhadores, mas só 2 ficam milionários; Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões hoje

"Finalmente, o comércio global e a atividade global poderiam cair mais de 2,5 p.p. e 1 p.p., respectivamente, como resultado dos efeitos negativos combinados por meio dos canais comercial e financeiro", conclui o estudo do BCE.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo Wendy´s 24 de junho de 2026 - 15:46
Em primeiro plano, Flávio Serrano, economista-chefe do Banco BMG. Em segundo plano, Gabriel Galíopolo, presidente do Banco Central do Brasil. Em destaque, a frase: O problema de Galípolo 24 de junho de 2026 - 13:35
ID da foto:1307414278 24 de junho de 2026 - 10:31

PROGRAMA NACIONAL CELULAR SEGURO

Nova fase do Celular Seguro: governo cria banco nacional para rastrear celulares roubados

24 de junho de 2026 - 10:31
cidades - são paulo 24 de junho de 2026 - 9:30
leilão itaú 24 de junho de 2026 - 9:01
Ilustração com bilhete premiado de Mega-Sena em frente ao Teatro Amazonas em Manaus. 24 de junho de 2026 - 6:58
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 23 de junho de 2026 - 16:34
Lanche Hawaiian Airlines 23 de junho de 2026 - 13:13
acordo de paz; estados unidos. irã 23 de junho de 2026 - 10:00
Assinatura de parceria foi realizada durante evento que contou com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante 22 de junho de 2026 - 15:38
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar