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Presidente norte-americano diz que está acabando com “décadas de políticas comerciais calamitosas” com os chineses e voltou a defender rigidez nas regras de imigração
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que deve encontrar o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, entre os dias 27 e 28 de fevereiro.
No discurso anual do Estado da União, Trump disse que o encontro ocorrerá no Vietnã.
"Nós continuamos o nosso empenho histórico pela paz na península coreana", destacou Trump, ao apontar que seu relacionamento especial com Kim Jong-un viabilizou o encerramento de testes nucleares pelo governo de Pyongyang por 15 meses.
"Se eu não tivesse sido eleito presidente dos Estados Unidos, nos poderíamos agora mesmo, na minha opinião, estar em uma grande guerra com a Coreia do Norte com potencialmente milhões de pessoas mortas.
O líder norte-americano destacou, ainda, que há duas semanas os EUA reconheceram oficialmente o "governo legítimo da Venezuela, com seu novo presidente interino Juan Guaidó."
O presidente americano destacou que o povo americano apoia o povo daquele país e inclusive sua demanda nobre por liberdade e "condenamos a brutalidade do regime de (Nicolás) Maduro, cujas políticas socialistas transformaram um dos países mais ricos da América do Sul em um Estado de abjeta pobreza e desespero."
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Sobre a China, com a qual vem tentando negociar o fim de uma guerra tarifária, iniciada no ano passado, Trump disse que vem revertendo décadas de "políticas comerciais calamitosas".
De acordo com o presidente dos EUA, seu governo impôs tarifas sobre US$ 250 bilhões em importados da China. Ele ressaltou que não culpa o líder da China, Xi Jinping, por ter obtido vantagens dos Estados Unidos, mas sim os presidentes americanos anteriores. "Tenho grande respeito pelo presidente Xi e nos agora estamos trabalhando em um novo acordo comercial", apontou.
"Mas deve incluir mudança estrutural para encerrar práticas de comércio injusto, reduzir crônico déficit comercial e proteger empregos americanos."
Trump disse estar "ansioso" para trabalhar com parlamentares da Câmara dos Representantes e do Senado para a aprovação de uma lei para projetos de infraestrutura.
"Eu sei que o Congresso está ansioso para passar uma lei de infraestrutura e estou ansioso para trabalhar com vocês, legisladores, para entregar novo e importante investimento em infraestrutura", disse Trump, ressaltando a inclusão de recursos para manter a excelência da indústria americana. "Esta não é uma opção, é uma necessidade."
O presidente norte-americano voltou a ressaltar que a imigração ilegal no país é cruel e que "dezenas de milhares de americanos inocentes são mortos por drogas letais que cruzam nossas fronteiras e inundam nossas cidades".
Trump apontou que deseja que pessoas ingressem nos EUA, mas elas precisam ter status legal de imigração. O presidente americano destacou que enviou ao Congresso uma proposta para encerrar a crise na fronteira sul do país, o que inclui ajuda humanitária, mais servidores para trabalhar na patrulha de fronteiras e para detectar o ingresso de drogas nos portos. Neste contexto, ele destacou que é necessário a construção de um muro, ou barreira na divisa com o México.
*Com Estadão Conteúdo
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