🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

voz de otimismo

‘Acreditamos na rápida aprovação da Previdência’

Para presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, nível de atividade econômica só vai melhorar após aprovação da reforma, que deve trazer a reboque outros projetos importantes, como a reforma tributária e a independência do BC

Estadão Conteúdo
28 de junho de 2019
6:37
Octavio de Lazari, presidente do Bradesco
Octavio de Lazari, presidente do Bradesco - Imagem: Divulgação CIAB

O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, afirmou na última quinta-feira, 27, ao receber o prêmio Finanças Mais, que acredita na rápida aprovação da reforma da Previdência. Ele acredita que o País já poderá captar alguns benefícios dessa aprovação no último trimestre do ano e pavimentar um 2020 de cenário bem mais positivo para a economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

Qual o impacto que a liberação do compulsório anunciada na quarta-feira pelo Banco
Central (de R$ 16 bilhões) pode ter na carteira de crédito?

Toda a liberação de compulsório é sempre bem-vinda, até porque o compulsório do Brasil é alto em relação a qualquer país. Então, de fato, pode ajudar. Mas o que precisamos de verdade é crescimento econômico, pois não adianta liberação de compulsório sem demanda. O que a gente observa hoje, com relação às empresas, é uma carência de demanda por crédito, porque a atividade econômica está muito parada.

Há expectativa de que isso vá melhorar?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O nível de atividade econômica só vai melhorar a hora que a gente conseguir passar a reforma da Previdência e trazer a reboque outras reformas importantes no País, sobretudo a tributária e a independência do BC. Sem que isso aconteça, não vamos entrar num ciclo de crescimento virtuoso. Precisamos de uma economia de pelo menos R$ 1 trilhão para que a gente possa equilibrar o fiscal e passemos a contar com uma expectativa de crescimento no longo prazo. É importante que a reforma da Previdência se concentre na redução de despesas.

Leia Também

A atuação do Congresso tem trazido um otimismo maior sobre a aprovação da reforma? O sr. vê um cenário mais favorável?

Estamos mais otimistas. Conversamos com o Rodrigo Maia e com o Davi Alcolumbre (presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente) e com alguns membros da Comissão (da Previdência). A expectativa e o sentimento são positivos. Percebemos em todos a confiança de que vamos conseguir aprovar a reforma da Previdência sem as desidratações e também na velocidade que a gente precisa.

Mesmo com a reforma, a economia não vai levar ainda um tempo para se recuperar?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estou mais animado e otimista porque acredito que a reforma da Previdência vai sair numa velocidade maior do que a gente esperava. Mas o mais importante é o seguinte: a reforma tributária já está pronta, então não vai precisar (todo esse tempo de discussão). O projeto de independência do BC também está pronto para ser discutido no Congresso. Estamos trabalhando com esse cenário - se ele se confirmar, podemos capturar um pouco dos benefícios dessas reformas no último trimestre. E aí entraremos 2020 com um cenário bem mais favorável.

E o crédito?

O crédito acompanha, porque ele reflete a confiança (na economia). Se as reformas passarem, a confiança vai voltar. Tenho viajado o Brasil inteiro e há projetos muito bons que estão nas mesas dos empresários, de investimentos absolutamente necessários em infraestrutura, energia, transporte, por exemplo.

O ano de 2019 já está comprometido?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ano de 2019 já está comprometido. Por mais rápido que a reforma da Previdência saia, já estaremos em agosto ou setembro. É mais provável que nós tenhamos esse benefício capturado para o ano de 2020.

No caso Odebrecht, alguns bancos têm questionado o bloqueio de garantias pela Justiça. Como o banco vai agir nesse caso?

Nós não podemos discordar do juiz, ele tem autoridade para tomar (as decisões). Mas vamos sempre defender um entendimento que seja bom para todo mundo. Não só no aspecto de os bancos recuperarem o crédito (concedido), mas também para preservar a empresa. Se a empresa for preservada e seguir operando, será mais fácil para os bancos recuperarem seus créditos. A gente não pode esquecer que a Odebrecht já gerou 400 mil empregos - hoje, são pouco mais de 60 mil. A gente quer que a empresa sobreviva, para pagar seus compromissos e gerar empregos. Apesar de todos os problemas, a gente não pode deixar de reconhecer que a Odebrecht tem um departamento de engenharia reconhecido no mundo todo.

Preservar a empresa significa não exercer garantias?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pode ser uma alternativa. Por isso que todos temos de sentar à mesa para encontrar a melhor solução.

Mas tem um caminho para a negociação?

Sim, é o caminho que vamos buscar. Os bancos (podem) sentar à mesa, dar uma condição para a empresa pagar em prazo maior, com mais carência. O Judiciário (precisa) entender que os credores têm de ser preservados para que eles possam manter a empresa viva. Se todo mundo quiser resolver o problema individualmente, não vamos ter uma solução em grupo.

E a pressão de bancos públicos, como a Caixa?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cada um tem sua estratégia. Nós vamos sempre perseguir a estratégia de preservar a empresa, o negócio e os empregos. Esse é o nosso principal objetivo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar