Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Laços estreitos

Vamos trabalhar em acordo de livre comércio com Brasil, diz Trump

Trump disse ter "um grande relacionamento" como Brasil e com o presidente Jair Bolsonaro, a quem o americano chamou de "um homem maravilhoso", que tem "uma família maravilhosa" e está fazendo "um grande trabalho" ao governar o País

Imagem: Alan Santos/PR

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu positivamente a uma pergunta sobre se gostaria de firmar um acordo comercial com o Brasil. "Vamos trabalhar em um acordo de livre comércio com o Brasil. O Brasil é um grande parceiro comercial. Eles nos cobram muitas tarifas, mas, fora isso, amamos a relação" com o País, afirmou o americano enquanto atendia a repórteres nos jardins da Casa Branca, antes de embarcar em um helicóptero.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na mesma ocasião, Trump disse ter "um grande relacionamento" como Brasil e com o presidente Jair Bolsonaro, a quem o americano chamou de "um homem maravilhoso", que tem "uma família maravilhosa" e está fazendo "um grande trabalho" ao governar o País.

As declarações vêm em meio ao processo de nomeação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao cargo de embaixador do Brasil em Washington. Na última sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, confirmou que o Brasil enviou ao governo americano um "agrément" (pedido diplomático) como parte da oficialização do filho do presidente no posto. O chanceler demonstrou convicção de que a nomeação será aceita pelos EUA.

Trump também apontou que a China está "morrendo de vontade" de firmar um acordo com o seu país em meio às negociações comerciais retomadas nesta terça-feira em Xangai. "Mas a decisão (de fechar ou não o acordo) é minha, não deles", completou.

Assim como fez em uma série de tuítes mais cedo, Trump retratou negativamente a economia chinesa, dizendo desta vez que "empresas estão deixando a China aos milhares" por causa das tarifas impostas por Washington sobre importações do país asiático.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele também comentou, contudo, que as conversas com Pequim "estão indo muito bem", para logo depois repetir a crítica de que, na sua visão, "a China sempre quer mudar o acordo no final".

Leia Também

FÔLEGO PARA PJ

Empresas impactadas pelas tensões no Oriente Médio podem receber financiamento de até R$ 21 bilhões do BNDES

VANTAGEM ASIÁTICA?

Fim da taxa das blusinhas favorece indústria chinesa, diz CEO da Riachuelo (RIAA3)

Na véspera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), o presidente americano afirmou que gostaria de ver um "grande corte" de juros pela instituição e o fim do "aperto quantitativo".

O republicano acrescentou estar "muito desapontado" com o Fed e alegou que o BC americano "está frequentemente errado".

Presidente comprometido

Mais tarde, o secretário de comércio americano, Wilbur Ross, afirmou durante evento da Amcham (Câmara Americana de Comércio) que Trump está comprometido em reduzir barreiras entre os dois países e expandir relações econômicas e laços comerciais, especialmente nas áreas de energia, infraestrutura, agricultura e tecnologia. "O presidente Trump está comprometido com uma relação forte e dinâmica com o Brasil", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele lembrou que a relação de apoio entre Estados Unidos e Brasil é longa, citando o reconhecimento da independência brasileira pelos EUA. E destacou que essa "longa relação está mais forte do que nunca". Segundo ele, além do comércio, o país apoia o Brasil no fortalecimento da democracia na região.

Ross pontuou ainda que, com o avanço das recentes reformas, os EUA estão "fortemente comprometidos" em apoiar a entrada do Brasil na OCDE.

Ross afirmou que os americanos precisam costurar mais parcerias estratégicas, de forma a gerar "empregos, prosperidade e paz na região". Ele apontou que o acordo entre Boeing e Embraer é um bom exemplo de cooperação entre governos e empresas dos dois países.

Ross também destacou que há uma equipe de cerca de 50 pessoas ligadas ao Departamento do Comércio dos EUA trabalhando para facilitar as relações bilaterais, o que torna o Brasil um dos três países com maior rede americana. "Estamos trabalhando de perto com o Brasil e outros países da América Latina", reforçou, ao dizer que os EUA têm interesse em impulsionar a economia regional. "Há potencial para elevarmos o comércio lateral de mútuo benefício", disse.

*Com Estadão Conteúdo.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CNH 15 de maio de 2026 - 11:46
ID da foto:2206863969 14 de maio de 2026 - 11:27
Carteira de Trabalho | Seguro-desemprego 14 de maio de 2026 - 5:53
shein shopee aliexpress varejistas taxa das blusinhas renner lren3 13 de maio de 2026 - 18:57
Imagem mostra uma peça de carne ao ponto, cortada sobre uma tábua de madeira, com temperos ao redor 13 de maio de 2026 - 10:45

FIM DO CHURRASCO EUROPEU

UE proibirá compra de carnes do Brasil; entenda qual foi a justificativa

13 de maio de 2026 - 10:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia