O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aportes em logística e transportes, energia, telecomunicações e saneamento deverão ficar em 1,80% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 1,87% em 2018, conforme levantamento da Inter.B Consultoria
Mesmo com a retomada das concessões - os leilões da Linha 15-Prata de monotrilho, na última segunda-feira, e de 12 aeroportos federais, marcado para hoje, puxam a fila -, os investimentos em infraestrutura deverão ficar estagnados este ano. Os aportes em logística e transportes, energia, telecomunicações e saneamento deverão ficar em 1,80% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 1,87% em 2018, conforme levantamento da Inter.B Consultoria.
Os investimentos em infraestrutura somarão R$ 129,9 bilhões este ano - em 2018, foram R$ 127,5 bilhões, conforme o mapeamento da Inter.B. Ainda que o nível dos aportes tenha saído do fundo do poço de 2017 (1,69% do PIB), os valores estão abaixo do necessário. Nas contas da consultoria, para modernizar a infraestrutura nacional, seria necessário investir 4,24% do PIB ao ano, cerca de R$ 305 bilhões em 2019, 2,3 vezes mais do que o esperado.
Na visão de Cláudio Frischtak, sócio da Inter.B, o quadro de estagnação em relação a 2018 tem dois motivos principais: por um lado, o grau de incerteza na economia ainda está elevado; por outro, pela própria natureza do setor de infraestrutura, a retomada dos investimentos levaria de "seis meses a um ano", mesmo após o governo federal anunciar medidas para o setor. Assim, os investimentos em infraestrutura de 2019 "já estão contratados".
"Existe um esforço do Ministério de Infraestrutura e de outros ministérios ligados à área para avançar, mas mesmo que haja um avanço, para traduzir isso em investimentos, normalmente, leva de seis meses a um ano. Na melhor das hipóteses, vamos ter reação em 2020", afirmou o consultor.
O grande desafio das medidas do governo, segundo Frischtak, será atrair mais capital privado, para além dos níveis atuais. Em 2017 e 2018, o setor privado respondeu por cerca de 63% do total investido, conforme a Inter.B. A tendência para este ano é de manutenção desse nível, mesmo com a realização dos leilões de concessão.
O leilão de concessão da Linha 15-Prata, realizado pelo governo paulista na B3, teve apenas uma proposta, que saiu vencedora, do Consórcio Viamobilidade 15, controlado pela CCR. O leilão dos aeroportos federais, que também será na B3, está cercado de expectativas mais positivas. Como mostrou o Estado, pelo menos dez grupos investidores entregaram propostas na terça-feira. A própria CCR já reforçou seu interesse nos terminais aéreos.
Leia Também
Segundo Frischtak, é preciso ir além da atual participação privada nos investimentos em infraestrutura: "O Brasil precisa atrair mais investimento privado. No limite, precisa chegar a 80% ou 90%. É muito difícil, mas o Estado brasileiro, nos próximos anos, até fazer uma consolidação fiscal, vai ter muito pouco espaço para aumentar seus investimentos."
Para Alberto Zoffmann, sócio e head de Infraestrutura da XP Investimentos, o setor privado tem condições de participar mais do financiamento aos aportes no setor. Apenas as emissões de debêntures de infraestrutura (títulos de dívida específicos para projetos de infraestrutura, que pagam menos Imposto de Renda após aval do governo) poderiam ficar entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões ao ano, nas estimativas do executivo, quase o dobro dos R$ 23,6 bilhões do ano passado, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Enquanto a Quina e a Mega-Sena acumularam, a Lotofácil fez três vencedores ontem. Confira os números sorteados nas principais loterias da Caixa Econômica Federal
Segundo Alexandre de Moraes, o Supremo decidiu, em 2019, que guardas municipais não têm direito à aposentadoria especial por atividade de risco, e vigilantes não poderiam ter mais benefícios
Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação
O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung