O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As regras são as mesmas, mas as estratégias de investimento e os níveis de risco variam entre eles
Você talvez já saiba que fundos de investimento imobiliário (FII) investem em ativos imobiliários e geram uma renda isenta de imposto de renda para os cotistas. Mas você sabia que os tipos de ativos, os níveis de risco, a estratégia do gestor para ganhar dinheiro e a origem e constância desses rendimentos podem variar bastante de um FII para outro? A seguir, você vai conhecer os cinco principais tipos de fundos imobiliários existentes no mercado:
Os fundos imobiliários voltados para a geração de renda são aqueles que compram ou constroem imóveis para alugar. Os cotistas desse tipo de fundo recebem, na sua conta, rendimentos periódicos em dinheiro, referentes aos aluguéis dos imóveis da carteira.
Os contratos de aluguel dos imóveis que compõem as carteiras desses FII costumam ser de longo prazo, em geral variando de cinco a dez anos, com correção dos aluguéis por um índice de inflação.
Geralmente, esses FII investem em grandes imóveis corporativos e comerciais e os alugam para locatários de alta qualidade. Atualmente, há fundos que também investem em imóveis residenciais para alugar para pessoas físicas.
O principal risco dos fundos voltados para aluguel é a vacância, que nada mais é do que a possibilidade de os imóveis da carteira ficarem vagos. Perder inquilinos evidentemente diminui a renda com aluguel, o que impacta o rendimento do fundo. Então, quanto mais vazios os imóveis, pior.
Dependendo de como são calculados os aluguéis, estes fundos podem se aproximar mais da renda fixa ou da renda variável.
Leia Também
Se o aluguel tiver um valor fixo, ele será constante e não estará condicionado ao desempenho financeiro dos inquilinos, dando ao fundo uma qualidade mais próxima da renda fixa. Mas há o risco de os inquilinos não poderem pagar o aluguel em algum momento e acabarem dando calote.
Já se o aluguel tiver uma parte fixa e outra variável, em geral ele corresponderá a um valor mínimo mais um percentual das receitas dos inquilinos. Ou seja, o valor absoluto dos rendimentos distribuídos aos cotistas estará condicionado ao desempenho financeiro dos locatários.
Nesse caso, os fundos se assemelham mais a ativos de renda variável, e há risco de os rendimentos diminuírem se os inquilinos não tiverem bom desempenho nas suas atividades.
Onde os fundos de renda costumam investir:
Os fundos de desenvolvimento investem na construção de imóveis para posterior venda. Os ganhos vêm justamente da venda ou do aluguel temporário das unidades.
A incorporação imobiliária é uma atividade de alto risco e, no caso dos FII, o risco do incorporador é transferido para o investidor.
Durante a construção pode ocorrer uma série de problemas, como estouro do orçamento, problemas com licenças e atrasos.
Apesar de serem os FII mais arriscados, o potencial de retorno também é grande.
Fundos de desenvolvimento costumam oferecer a chamada renda mínima garantida aos seus cotistas. Durante a fase de construção dos imóveis, quando os investimentos principais do fundo ainda não geram renda, o FII paga um valor mínimo para incentivar os cotistas a permanecerem.
Esses FII tentam lucrar com a compra e venda de imóveis. São fundos arrojados, cujo desempenho depende dos ciclos econômicos.
Os rendimentos costumam ser variáveis. Para manter uma renda mínima, esses fundos podem combinar a estratégia de compra e venda com a de aluguel.
Os fundos de recebíveis imobiliários não são “fundos de tijolo”, como os outros tipos de fundos imobiliários da lista, mas “fundos de papel”, pois investem em títulos de renda fixa destinados ao financiamento e desenvolvimento do mercado imobiliário: os CRI, as LH e as LCA.
Os CRI - sigla para Certificados de Recebíveis Imobiliários - são títulos emitidos por companhias securitizadoras para empacotar dívidas imobiliárias e transferir ao comprador do título o direito de receber os futuros pagamentos dos mutuários.
Trata-se, portanto, de um instrumento para que incorporadoras e instituições financeiras antecipem o recebimento das parcelas dos financiamentos imobiliários que concederam, transferindo a investidores o direito de receber os recursos.
Já as LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e LH (Letras Hipotecárias) são títulos emitidos por instituições financeiras para captar recursos com o objetivo específico de financiar o mercado imobiliário ou conceder financiamentos para a compra de imóveis pelos seus clientes.
Os fundos de recebíveis, portanto, são fundos imobiliários de renda fixa privada. Eles são capazes de pagar uma renda bastante regular, em geral corrigida pela inflação, mas o principal risco dos ativos da carteira é o de calote dos mutuários (caso do CRI) ou da instituição financeira emissora (caso das LCI e das LH).
Finalmente, como ocorre com outros tipos de fundos de investimento, há os FII que investem em outros FII.
Esses fundos são bastante diversificados e interessantes para os investidores que não desejam ter a responsabilidade de montar sua carteira de fundos imobiliários por conta própria. Em um fundo de fundos, eles podem contar com uma gestão profissional para a escolha dos ativos.
Além disso, há a vantagem de conseguir investir em uma carteira diversificada de fundos imobiliários com menos recursos do que seriam necessários para investir em cada FII isoladamente.
A remuneração dos fundos de fundos pode ser inconstante, uma vez que o FII investe em fundos de estratégias diferentes. O mais importante é analisar a qualidade do gestor antes de investir.
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje