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O economista Fabio Giambiagi, especialista no tema, está “relativamente otimista” com a aprovação da mudança constitucional
Embora sugira "retoques" ao relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) sobre a proposta de reforma da Previdência, o economista Fabio Giambiagi, especialista no tema, está "relativamente otimista" com a aprovação da mudança constitucional.
O relator fez um "esforço muito relevante de conciliar diferentes opiniões", disse Giambiagi, que trabalha no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e, mesmo completando os requisitos para se aposentar em agosto, pretende continuar trabalhando.
Para o economista, que participa dos debates sobre reforma da Previdência desde os anos 1990, o ambiente atual do Congresso é favorável. Só que, em vez de liderada pelo Executivo, a aprovação da reforma está sendo comandada pelo Legislativo, numa espécie de "parlamentarismo branco". O problema é que, nesse modelo, o ambiente favorável pode ser efêmero, resultando na persistência do cenário de incerteza, que pode manter o País na estagnação.
A seguir, os principais trechos da entrevista.
É o melhor possível nas circunstâncias atuais.
Nós técnicos aprendemos a duras penas que os limites da política obrigam a uma necessária dose de realismo. Nesse sentido, o valor de R$ 1 trilhão em dez anos não deve ser entendido como algo inviolável, no sentido de que uma reforma de R$ 1 trilhão é ótima e que outra de R$ 900 bilhões é um desastre. Não faz sentido. Seria desejável ter uma reforma de R$ 1 trilhão ou mais, mas aquilo que é politicamente viável passar no Congresso é o que o relator apresentou, com alguns retoques.
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Dividiria as questões em três grupos. O primeiro é a questão dos Estados. Como cidadão, torço para que, no fim do processo, os Estados sejam reinseridos na proposta. Se isso não ocorrer, vamos ter de um a dois anos de conflitos de todo o tipo, nos processos de aprovação nas assembleias legislativas. Será um cenário terrível para os Estados, porque vão ficar numa situação de extrema penúria, devido ao aumento das despesas financeiras, e péssimo para o País, porque, nesse ambiente de convulsão, será muito difícil haver retomada forte do investimento.
A capitalização. É uma discussão meritória, que o ministro Paulo Guedes, compreensivelmente, tem encaminhado com muita ênfase, mas em relação à qual tenho dúvidas acerca da conveniência política de insistir neste momento. Meu receio é que acabe gerando uma reação negativa de algumas dezenas de deputados que poderiam votar a favor.
O terceiro ponto envolve uma série de questões que acabaram sendo modificadas no relatório de uma forma inesperada. Entre elas, a regra de transição do funcionalismo, estendida também para o regime geral, mas cuja origem está claramente nas pressões do funcionalismo.
A retirada do gatilho de elevação do parâmetro etário da idade mínima em função de futuras mudanças na expectativa de vida. Há um divórcio entre a Constituição e a demografia. A demografia não irá se adaptar à Constituição, então, a única solução é adaptar a Constituição à demografia.
O relator Samuel Moreira fez um esforço muito relevante de conciliação de diferentes opiniões.
Estou de certa forma perplexo, porque o rumo que o tema está seguindo é algo que não era contemplado em nenhum dos cenários de analistas. Os cenários passavam pela formação de uma maioria liderada pelo Executivo. E o que estamos assistindo hoje é a uma figura inteiramente singular do que alguns começam a chamar de parlamentarismo branco. Se a reforma passar, e estou relativamente otimista de que há boa chance, será pelo trabalho de articulação que tem sido feito pelo deputado Rodrigo Maia (presidente da Câmara). A questão é que essa articulação se dá num contexto em que os deputados perceberam que o custo de uma eventual não aprovação da reforma da Previdência seria altíssimo e eles apareceriam diante da opinião pública como responsáveis por algo que seria visto como uma catástrofe. Tenho sérias dúvidas de esses incentivos que hoje existem se manterão.
Exatamente. Para a reforma tributária, pelo papel do Rodrigo Maia, que praticamente chamou a causa para si, pode ser que essa situação se repita, mas, à medida que nos aproximamos de futuras eleições, e lembramos que já temos uma no ano que vem eleições municipais, em outubro, os incentivos para que deputados que não são da base aliada votem a favor do governo diminuem.
O chamado velho regime morreu, está sendo substituído por um ornitorrinco, uma coisa que é difícil de definir, mas ninguém sabe se esse ornitorrinco vai sobreviver. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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