O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Tesouro Nacional apresenta simulações para a dívida bruta e superávit primário necessário para reduzir endividamento.
O Tesouro Nacional apresentou algumas simulações sobre o comportamento da dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e se quisermos ter uma relação na casa de 50%, geralmente relacionada a países com grau de investimento, seria necessário fazer superávits primários na casa de 4,5% do PIB entre 2020 e 2028.
O cenário base considera que teremos um superávit primário de cerca de 2,2% do PIB nesse período estudado, com crescimento de 2,5% do PIB. Assim, o quadro abaixo estima o esforço primário adicional necessário para termos essa queda no endividamento. Para uma relação dívida e PIB de 50%, o primário adicional necessário seria de 2,37%. Considerando apenas o cenário base, a dívida fecha esse período de dez anos ao redor dos 71%.

Para dar um parâmetro, a dívida bruta caminha para fechar o ano em 80% do PIB. E em 12 meses até maio, estamos com um déficit primário de 1,76% do PIB, equivalente a um “buraco” de R$ 125 bilhões.
O superávit primário considera a diferença entre receitas e despesas, mas deixa de fora o gasto com juro. O país está há seis anos sem gerar superávit primários, que são utilizados para abater dívida. Com isso, o estoque de dívida aumenta, resultando, também, em maior dispêndio com juros dessa dívida.
“O caminho para a redução do endividamento a níveis de dívida inferiores ao atual passa, necessariamente, pela consolidação do ajuste fiscal”, diz apresentação do Tesouro.
Leia Também
Entre fatores considerados no cenário base está o cumprimento do teto de gasto e geração de superávits primários a partir de 2023.
O Tesouro também apresentou um estudo sobre o efeito dos pagamentos antecipados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre a dívida bruta. Estão considerados os pagamentos feitos até maio de 2019, que somam R$ 339 bilhões.
Com esses pagamentos, a dívida bruta estará 9,5 pontos percentuais menor que no cenário sem esses pagamentos antecipados em 2028. A dívida projetada sem BNDES seria de 81% do PIB, contra 71,6% considerando os pagamentos.

Segundo o Tesouro, 70% do impacto das devoluções são diretos e 30% são referentes à economia com juros. O BNDES ainda deve R$ 270 bilhões ao Tesouro.
“Ainda que as medidas tenham deslocado a trajetória para baixo, a dinâmica de endividamento depende fundamentalmente das medidas de esforço fiscal”, diz no Tesouro.
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, lembrou que o BNDES tem mais R$ 26 bilhões programados de pagamento, além de um adicional ainda a ser definido. Além disso, Caixa e outros bancos públicos já começaram a fazer o pagamento de instrumentos híbridos de capital e dívida.
“Tudo isso resulta em redução da dívida bruta”, disse Mansueto.
Mansueto também lembrou que o acordo anterior era de que o BNDES começaria a pagar o Tesouro apenas em 2040. Assim, lembrou o secretário, a dívida bruta já teria fechado acima de 82% do PIB em 2018.
O Tesouro também trouxe um comparativo com outros países emergentes sobre gasto com juro da dívida. O peso do gasto com juro cresce com o nível de endividamento.

Os dados fazem parte do Relatório de Projeções da Dívida Pública Federal. A íntegra pode ser acessada aqui.

Maio encerrou com um déficit primário de R$ 14,74 bilhões, acima dos R$ 11,027 bilhões vistos em igual mês do ano passado. No acumulado do ano, no entanto o déficit está em R$ 17,5 bilhões, também acima dos R$ 15,213 bilhões de 2018.
Sem novidades, os dados continuam mostrando que o esforço fiscal do Tesouro é mais do que consumido pelo aumento dos gastos com Previdência. Enquanto o Tesouro apresenta superávit de R$ 62,5 bilhões de janeiro a maio desde ano, em comparação com R$ 61,3 bilhões um ano antes, a Previdência Social (RGPS) tem um déficit que sobe de R$ 76,5 bilhões para R$ 80 bilhões, no mesmo período.
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro