🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

"regra de ouro" do orçamento

Crédito emergencial pode cair a R$ 147 bi

Cálculo que embasou o pedido menor de crédito foi realizado pelas secretarias de Orçamento Federal e do Tesouro Nacional, que elaboraram uma nota técnica conjunta para apresentar alternativas ao relator

Dinheiro; notas e moedas de real
Imagem: Shutterstock

Para tentar contornar resistências do Congresso em aprovar uma autorização especial de R$ 248,9 bilhões para pagar aposentadorias, benefícios assistenciais para a baixa renda e Bolsa Família, a equipe econômica sugeriu reduzir o pedido de crédito suplementar a R$ 146,7 bilhões. A proposta foi encaminhada ao relator do projeto de abertura o crédito, deputado Hildo Rocha (MDB-MA). Com sucessivos déficits, o governo precisará bancar esses gastos com dinheiro de empréstimos, obtidos com a emissão de títulos da dívida pública. Para que isso seja feito sem ferir a Constituição, é preciso obter aval de ao menos metade do Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O cálculo que embasou o pedido menor de crédito foi realizado pelas secretarias de Orçamento Federal e do Tesouro Nacional, que elaboraram uma nota técnica conjunta para apresentar alternativas ao relator, que resiste a dar sinal verde para uma emissão muito grande em títulos da dívida. O Estadão/Broadcast teve acesso ao documento. Para viabilizar esse caminho, porém, é necessário aprovar antes uma mudança na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 para que parte dos gastos hoje atrelados ao crédito não dependa mais desse aval especial. Assim, o governo terá mais flexibilidade para encontrar outras fontes de recursos para bancar os demais R$ 102,2 bilhões.

A chamada "regra de ouro" do Orçamento impede a emissão de dívida para pagar gastos correntes - como aposentadorias, benefícios assistenciais, Bolsa Família e subsídios agrícolas. A Constituição proíbe usar empréstimos para bancar esse tipo de gasto, e a aprovação do crédito suplementar é a única exceção permitida.

O problema é que o pedido de um aval especial precisa ser aprovado pela maioria absoluta do Congresso - 257 deputados e 41 senadores. Usar os recursos obtidos com emissão de títulos da dívida para bancar despesas correntes sem aval prévio do Congresso é crime de responsabilidade e pode ensejar abertura de processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. O descumprimento de regras fiscais já levou ao afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff.

Pela sugestão da equipe econômica, gastos que correm o risco de ficar sem cobertura já nos próximos meses, como benefícios assistenciais (BPC) e subsídios agrícolas, permaneceriam condicionados à aprovação do crédito, o que manteria a pressão por uma aprovação rápida pelo Congresso. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem alertado para o risco de o governo ficar impedido de pagar despesas básicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As mudanças sugeridas pelos técnicos do Ministério da Economia surgiram após o deputado Hildo Rocha ter manifestado resistência a dar um parecer favorável à autorização para emissão de R$ 248,9 bilhões em novas dívidas. Ele alega que hoje o rombo na regra de ouro é menor, por isso quer defende um aval mais restrito à contratação de novas dívidas.

Leia Também

'INVESTIDOR-ANJO'

A filosofia de Naval Ravikant, o ‘guru’ do Vale do Silício, para enriquecer em jogos de longo prazo

NOVA FRONTEIRA

TikTok Shop mira R$ 20 bilhões e abre nova guerra no e-commerce brasileiro — agora, pela atenção do consumidor

A tramitação da proposta está atrasada e há risco de calote em pagamentos devidos pelo governo já a partir de 1º de julho. Uma nova conversa entre o relator e Guedes deve ser agendada para tentar agilizar as articulações.

PEC. Uma mudança mais robusta na regra de ouro e que conta com o apoio da equipe econômica está na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no ano passado pelo deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). Ela prevê "gatilhos" de ajuste nas despesas obrigatórias à medida que o risco de descumprir a norma constitucional aumente, como proibição a reajustes salariais de servidores até a suspensão do pagamento do abono salarial, hoje concedido a quem recebe até dois salários mínimos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Rei Harald V Noruega fortuna (1) 28 de agosto de 2026 - 10:28
feriado ponto facultativo folga 28 de agosto de 2026 - 5:30
cirurgia cerebral inteligência artificial IA (1) 27 de agosto de 2026 - 17:34
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 26 de agosto de 2026 - 19:53
market makers thiago salomão mercado financeiro mba 26 de agosto de 2026 - 19:33
26 de agosto de 2026 - 15:30
Rio Nilo Egito 26 de agosto de 2026 - 12:04
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar