O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Novo presidente do Coaf disse que, com novo decreto de Bolsonaro, órgão poderá decidir questões que normalmente precisavam passar pelo crivo do conselho
Empossado como novo presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Roberto Leonel afirmou que o órgão não sofrerá qualquer interferência política e que terá o quadro de funcionários ampliado. A nova configuração do órgão, deslocado para o guarda-chuva do Ministério da Justiça e Segurança Pública sob a gestão de Sérgio Moro, dará mais poder ao presidente.
"Você viu o discurso do Dr. Moro, não é? Liberdade total", disse Roberto Leonel a repórteres, após a cerimônia de posse do novo ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, nesta quarta-feira, 2, em Brasília.
Leonel disse que o órgão deverá ter uma ampliação no corpo de servidores, que conta com 37 pessoas, em cerca de 15 ou 20 novos integrantes. Isso já era um anseio da equipe anterior e, com a ida para essa nova estrutura do Ministério da Justiça, será viabilizado.
Decreto do presidente eleito Jair Bolsonaro publicado nesta quarta-feira prevê que o presidente do Coaf decida sozinho antecipadamente questões que normalmente precisavam passar primeiro por uma deliberação do plenário do conselho. As medidas ainda precisarão aprovadas posteriormente pelo plenário, que seguirá com a mesma composição de 11 votos.
"Essa nova previsão permite que o presidente tome decisão urgente ad referendum do plenário", disse Roberto Leonel. Isso poderá ser útil, segundo ele, para dar mais agilidade na resposta a pedidos de órgãos de investigação, como a Polícia Federal e o Ministério Público, e também em resposta a casos revelados pela imprensa.
"Vamos participar mais perto das operações principais, tendo gente mais perto aos outros órgãos e também gente dos outros órgãos mais perto ao Coaf", disse, fazendo referência à ideia de ter mais "salas de situação". Essa proposta já havia sido revelada pelo Estadão.
Leia Também
Ele disse, também, que está sendo estudada a criação de uma coordenação de operações especiais dentro do Coaf, para trabalhar em conjunto junto com a inteligência financeira.
O órgão tem, entre as atribuições, a de identificar operações financeiras suspeitas e informar a órgãos de investigação, como aconteceu no caso do R$ 1,2 milhão movimentado na conta de Fabrício Queiroz, o ex-assessor do primogênito do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).
Leonel não quis comentar sobre o caso específico de Fabrício Queiroz e as implicações políticas dele. Mas disse que, se chegarem novas informações ao órgão e houver novos pedidos feitos por autoridades de investigação, o Coaf as repassará.
O texto estabelece, ainda, que a entidade poderá celebrar acordos de cooperação técnica e convênios com "entes públicos ou entidades privadas" para executar a Lei da Lavagem de Dinheiro. A previsão não constava do decreto anterior, de 1998, que aprovava o estatuto do Coaf.
O decreto do presidente Jair Bolsonaro confirmou a transferência do Coaf da estrutura do agora extinto Ministério da Fazenda para o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A composição do plenário do Coaf conta com representantes dos mesmos órgãos, entre eles o Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, Polícia Federal, além do próprio Ministério da Justiça.
Na lista de atribuições do presidente do Coaf, está ainda a nova previsão de que ele poderá convidar representantes de entidades públicas ou privadas para as reuniões, desde que "observado pelo convidado a reserva das informações de caráter restrito e sigiloso". A exigência do sigilo para os convidados não era prevista anteriormente. Oliveira Lima também terá de "zelar, em conjunto com os demais dirigentes e servidores, pela imagem institucional do Coaf".
O Coaf é peça central do primeiro escândalo envolvendo membros da família Bolsonaro após a eleição presidencial de 2018. Como revelou o jornal "O Estado de S. Paulo", o Conselho identificou movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão na conta bancária do policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
Entre as operações identificadas pelo órgão que passará a estar sob o guarda-chuva de Sérgio Moro, está um repasse de R$ 24 mil para a primeira-dama Michelle Bolsonaro - o presidente Bolsonaro se defendeu e disse que se tratava do pagamento de uma dívida antiga do policial militar com ele. Em dezembro, Queiroz faltou por duas vezes ao depoimento que deveria prestar ao Ministério Público do Rio (MPRJ) e só se pronunciou recentemente sobre o caso em entrevista na TV.
*Com Estadão Conteúdo
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro