O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos no ano até o fim de setembro tiveram valor transacionado de R$ 1,31 trilhão
A compras com cartões no terceiro trimestre deste ano somaram R$ 461 bilhões, aumento de 18% na relação anual, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento.
As compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos no ano até o fim de setembro tiveram valor transacionado de R$ 1,31 trilhão, expansão também de 18% na relação anual. Com isso, a entidade prevê que no ano o valor ficará acima de R$ 1,8 trilhão, conforme o previsto para 2019.
O presidente da entidade, Pedro Coutinho, destaca que para 2019 ainda é previsto que a participação dos pagamentos digitais no consumo das famílias deverá fechar em 43,5%. Já a representatividade do setor de cartões no Produto Interno Bruto (PIB) deverá ficar em 28%, segundo a Abecs.
"Mantemos nossa posição otimista quanto ao setor. A dinâmica da inovação, dos desafios e concorrência tem ocorrido diariamente. Todas as empresas estão se movimentando", afirmou Coutinho.
O executivo disse que a associação ainda não tem uma projeção do setor para 2020, mas a expectativa é de crescimento robusto, dadas as estimativas para a economia do País no ano que vem.
Considerando o período entre julho e setembro, o crédito movimentou R$ 291,6 bilhões, alta de 19,3%; em débito alcançou R$ 162,9 bilhões, aumento de 14%; e em pré-pago, que chegou a R$ 5,4 bilhões, alta de mais de 85%.
Leia Também
Em quantidade de transações no acumulado todas as modalidades de cartão juntas registraram 15,9 bilhões, crescimento de 17,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
A Abecs destacou que, em pesquisa realizada junto com o Instituto Datafolha, mostra que 48% dos usuários de cartão fazem compras pela internet, e o cartão de crédito responde por 82% dos pagamentos no e-commerce. Segundo o levantamento, o celular é o canal mais usado para as compras online.
A preferência pelo smartphone cresceu de 53% para 72%, entre 2017 e 2019, e continua muito acima dos demais canais, como o laptop (30%), o desktop (28%) e o tablet (4%).
Em volume financeiro, os pagamentos realizados pela internet, ao lado de outras compras não presenciais, já representam 21,5% dos pagamentos com cartões de crédito. Foram R$ 62,2 bilhões transacionados em canais remotos no terceiro trimestre, com crescimento de 26,6% em comparação com o mesmo período de 2018.
A mesma pesquisa aponta que 10% dos usuários de cartão já tiveram alguma experiência de pagamento por aproximação, com uso da tecnologia de aproximação, a NFC (Near Field Communication).
*Com Estadão Conteúdo
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança