Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Menos banco, mais desenvolvimento

BNDES vai vender R$ 100 bilhões em bolsa, mas nem tudo em 2019

Novo presidente, Gustavo Montezano, lista metas para o ano. Explicar a caixa-preta e devolver R$ 126 bilhões ao Tesouro também estão entre elas

BNDES Gustavo Montezano
Presidente do BNDES, Gustavo Montezano - Imagem: Hoana Gonçalves/Ascom ME

O novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, listou cinco metas para o banco neste segundo semestre. Explicar a caixa-preta. Acelerar a venda de “participações especulativas” em bolsa, na ordem de R$ 100 bilhões. Devolver R$ 126 bilhões ao Tesouro. Apresentar um plano trienal de orçamento e metas para redimensionamento do banco e melhorar a prestação de serviço ao Estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O BNDES será menos banco e mais desenvolvimento”, disse Montezano na cerimônia de posse no Palácio do Planalto.

Montezano disse que o BNDES terá papel fundamental na recuperação do Estado Brasileiro atuando com uma filosofia sustentável, mas não com foco no lucro. “Sustentabilidade financeira e não lucro será o principal norte”, disse. Depois, em entrevista no Ministério da Economia, Montezano explicou que não necessariamente toda a carteira de ações será vendida em 2019. A carteira completa pode ser acessada aqui.

Ainda de acordo com Montezano, o alinhamento do BNDES com o governo federal, via Ministério da Economia, é total, e que a transparência é marco zero para a instituição. O banco será o braço operacional na execução da política pública e não deverá competir com o setor privado, focando atuação onde o setor privado não tem capacidade de irrigação.

Despeladar o banco

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a falar em despedalar o banco e acabar com a função que a instituição teve de alimentar campeões nacionais. Empresas que receberam enormes soma de dinheiro público para fazer planos de expansão nacional e internacionais. Algumas delas, no entanto, acabaram envolvidas em massivos escândalos de corrupção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Guedes, um dos desafios do governo é desestatizar o mercado de crédito. De acordo com o ministro, temos um segmento de crédito livre, onde 200 milhões de brasileiros “vivem um flagelo”, bebendo na mão de quatro ou cinco bancos, no qual compulsórios altos e outras distorções jogam os juros “na lua”.

Leia Também

DO RECORDE AO TOMBO

Ibovespa perde R$ 8,7 bi de estrangeiros e fecha 4º mês seguido no vermelho; petróleo tomba 20% em junho

GRANDES FORTUNAS

Brasil ‘formou’ 9 mil milionários em 2025 — mas a classe média estagnou e o país é o 4º mais desigual do mundo, diz UBS

E temos o segmento de crédito direcionado, onde atua o BNDES. Guedes disse que há 40 anos existe essa mania de campeões nacionais e lembrou que naquela época, os industriais paulistas iam para a praia do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, pegar dinheiro barato do trabalhador, em uma perversa transferência de renda, uma captura dos orçamentos públicos. Pois o juro era de 8% a 9% ao ano, enquanto a inflação era de 20% ao mês.

Segundo o ministro, o BNDES vem passando por um aperfeiçoamento profissional, mas ainda não tinha diretrizes “nossas”. Agora, “vamos despedalar o banco”, que recebeu R$ 500 bilhões do Tesouro, algo que pressionou os juros no segmento livre.

Assim, disse o ministro, a meta de Gustavo Montezano, de devolver recursos ao Tesouro, vai permitir que o governo reduza o endividamento público, contribuindo, também, para uma diminuição da taxa de juros no segmento livre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o ministro, o dinheiro tem que ter um custo baixo para todos e não para alguns, “por isso estamos cortando a função de alimentar campeões nacionais”.

Ainda de acordo com Guedes, o banco também vai atuar para acelerar os investimentos em infraestrutura, saneamento e no programa de privatizações. Ele lembrou que Montezano trabalhou com o secretário Salim Mattar, responsável pelas privatizações.

Último a falar no evento, o presidente Jair Bolsonaro, disse que o momento era muito importante para o país e que conhece Montezano “desde piá”, pois ele era amigo de seus filhos. “Essa juventude merece respeito”, disse Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
taça copa do mundo 30 de junho de 2026 - 11:04
desenrola caixa economica federal (1) 29 de junho de 2026 - 13:54
repelente repele anvisa (1) ID da foto:992623726 29 de junho de 2026 - 13:41
Bilhetes da Mega-Sena e da +Milionária brincam de dança das cadeiras em clima de festa junina. 29 de junho de 2026 - 7:23
29 de junho de 2026 - 6:57
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 29 de junho de 2026 - 6:18
Confira os números da Quina de São João. 28 de junho de 2026 - 14:23
Quina de São João. 28 de junho de 2026 - 13:31
Imóveis, vista aérea de prédios na cidade 27 de junho de 2026 - 14:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar